A Lua e a lei da gravitação universal de Newton.

Segundo Newton, «matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e na razão inversa do quadrado da distância entre elas». Aplicando esta lei à presença da nossa Lua tão perto da Terra, (a nossa Lua tem um quarto da dimensão da Terra), esta situação não acontece em mais nenhum outro satélite do planeta do nosso sistema solar.

Todas as outras Luas têm órbitas elípticas com afélios e periélios mais proeminentes. A nossa Lua tem uma órbita quase circular à volta da Terra.

Segundo Newton “Dois corpos atraem-se com força proporcional às suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que separa os seus centros de gravidade”. Mas na realidade «Dois corpos atraem-se e repelem-se na razão inversas das suas massas».

O gigante Neptuno que tem 49.248 km de diâmetro está em último lugar e o pequenino Mercúrio com 4.880 km de diâmetro está em primeiro lugar. Como é que podemos entender que Neptuno que tem somente 10 vezes mais diâmetro seja chutado para o fim da fila.

Então a segunda característica da Lei da atração universal do Newton: «inversamente proporcional ao quadrado da distância» é inútil e desnecessária, são as massas que fabricam a distância.

Dois corpos atraem-se na razão inversa das suas massas. Se forem de massas iguais repelem-se. Se um deles tiver maior massa, vai atrair o outro, portanto, é o caso da nossa Lua. A Lua é atraída pela Terra, porque a Lua é oca e não tem nenhum Suria interno e não tem atmosfera exterior.

Na lei da gravitação universal verifica-se que dois corpos quanto maior for as suas massas maior será a sua repulsão. Então a atração/repulsão está na razão inversa das suas massas.

Newton disse, dois corpos atraem-se na razão direta das suas massas, então Neptuno deveria estar em quarto lugar nas orbitas dos planetas do sistema solar, mas não, ele está em último.

Aquilo que vemos é que Neptuno está a 4.496 milhões de Km na última posição (Plutão não conta) e Júpiter que é um hiper planeta está a 778 milhões de Km.

Para o cálculo das massas dos planetas temos que ter em conta a vários fatores como massa do seu Suria interno (sol interno), mais o peso da parede Aghartina, mais a atmosfera que circula no interior e no exterior.

Poderão haver outros fatores a ter em conta que ainda não descobrimos, como por exemplo o batimento vibratório diferente de sol para sol, ver caso Elizabete Klarer ou no caso Karran em que ele afirma que o nosso sol é duplo. O sol irmão pode ter uma massa diferente e afetar-nos.

A questão de Júpiter ter 139,822 km de diâmetro e Neptuno ter 49,248 km diâmetro talvez seja resultante da teoria da expansibilidade planetária, quando um sol começa a ficar exaurido começa a expandir-se por isso a parede Aghartina começa a expandir-se, então é assim justificável que Júpiter tenha um diâmetro superior a Neptuno.

Deduzo que a massa de Neptuno é maior (apesar de ter menor diâmetro) por isso está mais afastado do que Júpiter, devido ao seu Suria estar menos exaurido, por isso Neptuno é mais repulsado/afastado pelo nosso sol.

Compreende-se assim porque a velocidade dos ventos exteriores dos planetas aumentam, conforme se afastam do sol, os ventos em Júpiter são de 500 km à hora e em Neptuno os ventos têm velocidades superiores a 2.000 Km à hora. Isso quer dizer que quem comanda os ventos é o Suria da ocasidade planetária.

Quanto menos exaurido esteja esse Suria maior poder calórico ele tem e por consequência maior será o poder de sucção da atmosfera exterior.

Os Surias são os autênticos motores térmicos.

Assim os planetas irão ser empurrados para órbitas mais próximas do sol, conforme os seus Surias, irão perdendo poder calórico e por consequência irão ficando cada vez menos pesados.

Júpiter está mais perto do sol, porque é mais atraído, visto ter uma massa inferior à de Neptuno. Posso inferir que o sol atrai os planetas na razão inversa das suas massas. Júpiter é mais atraído do que Neptuno apesar de terem diferentes diâmetros.

O que conta para o calculo da massa total dum planeta, terá que incluir o peso do Suria – sol interno, a parede Aghartina e as massas de ar tanto interiores como exteriores.

Como o Suria de Neptuno é o mais refulgente então é o mais poderoso e por consequência o mais pesado, por isso o seu hospedeiro é o mais afastado do sol.

Perante as fotos publicadas pela nossa astronomia o Suria de Neptuno é o mais expressivo, de todos os Surias dos planetas do nosso sistema solar, mesmo mais refulgente do que o Suria de Júpiter, por isso o planeta Neptuno está em último lugar.

A distância dum planeta ao seu sol é resultante da massa de ambos, conforme for aumentando a massa dos planetas maior será o afastamento dos planetas, maior será a sua repulsa. Para complicar mais, há que ter atenção ao caráter magnético de cada um dos sois e aos períodos de 11 anos dos humores que cada um dos sois pode ter.

O que conta para a massa dum planeta é o peso do seu Suria.

Posso assim conjeturar que o Suria de Mercúrio é reduzidíssimo e o Suria de Neptuno é enorme.

Quanto maior for o Suria dum planeta, menor será a sua velocidade orbital.

Quanto maior for o Suria dum planeta maior será o grau de beligerância com o sol central e maior será o seu afastamento.

Verifico que o Suria de Neptuno é profundamente refulgente e em Mercúrio não encontramos nenhuns vestígios do Suria mercuriano.

Já em Vénus a assinatura do seu Suria expressa-se pela sucção / expulsão das massas de ar pelas suas embocaduras duplas.

Parece que a proximidade dum planeta ao seu sol, aumenta a exaustão dos seu Suria.

Posso assim afirmar que a nossa Lua está tão perto da Terra, porque a sua massa é reduzidíssima.

A nossa Lua é oca. Quando os módulos das Apolos com somente 5.500kg foram lançados contra a Lua, provocaram nela um estado de reverberação com mais de três horas. Então a massa da Lua não pode ser 1,23% da Terra. .

Para que a Terra vibrasse durante três horas como resultado dum impacto, seria necessária uma massa de tal ordem que estaríamos a falar dum evento de extinção global, e não apenas de uma colisão técnica.

Com o impacto da Apollo 13 (S-IVB) tinha cerca de 14 toneladas, a Lua esteve a vibrar durante 3 horas e 20 minutos. Na Terra, esse impacto seria detetado por sismógrafos locais, mas a vibração desapareceria em poucos segundos.

Portanto a nossa Lua está tão perto da Terra, devido à estrutura ser oca, caso contrário estaria mais afastada da Terra.

Temos assim que modificar a Teoria da gravitação do Newton.

Assim na Lei da Gravitação Universal já está já contemplada a noção de que toda a ação tem uma reação. (3ª lei de Newton).

A Lei da atração universal deverá passar a ser:

«Dois corpos atraem-se na razão inversa das suas massas e afastam-se na razão direta das suas massas».

f=g 1/(m1 m2 r^2 )

F (Força): O resultado da interação.

G (Constante): Um valor fixo que ajusta a escala da força.

M1 e m2 (Massas) no denominador: Significa que a força é inversamente proporcional às massas. Ou seja, quanto “mais pesados” forem os objetos, menor será a força entre eles.

r^2 (Quadrado da distância) no denominador: Significa que a força diminui rapidamente à medida que os objetos se afastam.

Quanto maior for a massa dum planeta, maior será a distância de afastamento (e maior será a velocidade das suas massas de ar exteriores).

© Luís Luz Aparício

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