Poderão haver sicários dimensionais?

A noção de que assassinos poderiam vir de outras dimensões, universos paralelos (multiverso) ou planos astrais baseia-se sobretudo em conceitos teóricos e narrativos. O conceito é altamente popular na literatura e no cinema, servindo de mote para histórias onde assassinos surgem de fendas dimensionais ou planos invisíveis ao olho humano. Mas em ovnilogia o que poderão ser os MIBs e os seus sicáriários Milabianos?

Cientistas inovadores estão a desaparecer.

– O caso de Amy Eskridge.

– O Caso de Phil Schneider

– Cena do Harry Potter no Lumiar

– Stlanley Meyer

– Witley Strieber

– A Terra como uma prisão cósmica

– Os sicários dimensionais

Amy Eskridge foi uma engenheira e investigadora de Huntsville, Alabama, que cofundou o Institute for Exotic Science para estudar tecnologias de antigravidade e propulsão experimental.

A sua morte em 11 de junho de 2022, aos 34 anos, foi oficialmente classificada pelas autoridades como suicídio por um disparo autoinfligido, mas ela falava de ultraterrestres que a estavam a ameaçar e que ela nunca se iria desviver.

Em mensagens enviadas ao ex-oficial de inteligência britânico Franc Milburn cerca de um mês antes de morrer, Eskridge afirmou explicitamente: “Se vires qualquer relatório de que me matei, eu definitivamente não o fiz, se vires algum relatório de que tive uma overdose, definitivamente não o fiz”.

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“Ela descrevia que, se algo lhe acontecesse, deveria ser tratado como suspeito”.

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Eskridge relatou estar a ser alvo de intimidação e assédio devido ao seu trabalho sensível. Ela partilhou imagens de queimaduras e lesões nas mãos, pescoço e costas, alegando serem resultado de ataques com armas de energia dirigida (Directed Energy Weapons ou DEW).

Segundo as mensagens, ela acreditava que as ameaças vinham de empresas privadas aeroespaciais e empreiteiros de defesa dos EUA interessados em silenciar os seus avanços tecnológicos, e não necessariamente de governos estrangeiros ou entidades extraterrestres diretas (embora a sua investigação estivesse ligada à tecnologia de OVNIs).

Numa entrevista, Eskridge explicou que fundou o seu instituto para tornar as suas descobertas públicas como uma forma de proteção, afirmando que “se puseres o pescoço de fora em público, pelo menos alguém nota se a tua cabeça for cortada”.

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NASA investiga anti-gravidade?

A NASA (especialmente no Marshall Space Flight Center) e outros laboratórios dos EUA investigaram efeitos de modificação da gravidade, inspirados em experiências como as de Eugene Podkletnov (supercondutores e “efeito de gravidade” parcial). O pai de Amy e outros cientistas confirmaram que replicaram alguns desses efeitos em laboratório.

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Então, os OVNIs com anti-gravidade são acompanhados por ultraterrestres / seres do futuro?

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1. Anti-gravidade em OVNIs/UAPs: Muitos relatos de testemunhas (pilotos militares, radar, etc.) descrevem objectos que se movem de formas que violam a aerodinâmica convencional — acelerações instantâneas, sem propulsão visível, mudança de direção a velocidades hipersónicas sem sonic boom.

2. Isso é compatível com alguma forma de manipulação de gravidade/inércia (o que Amy e outros investigadores de propulsão avançada estudavam). Programas como AATIP/AAWSAP do Pentágono investigaram isto.

3. Presença de “entidades”: Alguns relatos de “close encounters” incluem seres.

A hipótese de que sejam “ultraterrestres” ou humanos do futuro. Amy defendia essa visão, ligando-a ao trabalho de anti-gravidade: se criarmos tecnologia que “dobre” o espaço-tempo ou a gravidade, poderíamos atrair ou interagir com versões futuras que já dominam isso.

4. Amy Eskridge participou ativamente de conferências como a APEC (Alternative Propulsion Energy Conference), onde entusiastas e engenheiros discutem eletrogravidade e propulsão por campo.

A sua morte é frequentemente citada por ovnilogistas como fazendo parte duma lista de cientistas (conhecida como os “11 Nucleares”) ligados a pesquisas governamentais ou espaciais que morreram ou desapareceram em circunstâncias alegadamente suspeitas nos últimos anos.

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Phil Schneider (1947–1996) foi um engenheiro de estruturas e geólogo norte-americano que ganhou notoriedade no meio ufológico por alegar ter trabalhado em projetos secretos do governo dos EUA e ter participado de um combate direto contra seres extraterrestres.

Ele atacou um dos cinzentos e os outros seguranças também começaram a atacar os cinzentos. Gerou-se uma batalha e onde morreram mais de 60 dos nossos terrestres.

Scheneider, foi ferido pelos cinzentos e cortaram-lhe quatro dedos, porque ele tinha a mão no peito, e por pouco as suas costelas foram cortadas.

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Schneider começou a divulgar o que se passou (batalha contra os cinzentos) em foros de ovnilogia e em entrevistas e alertou para o risco que estava a correr e que jamais se iria “desviver”, mas em janeiro de 1996, foi encontrado morto no seu apartamento, com um fio de piano enrolado no pescoço. A causa oficial foi suicídio, mas a sua família e amigos insistem que ele foi assassinado devido às informações que divulgava.

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Cena do Harry Potter no Lumiar

Cá em Portugal, tivemos também temos um caso mirabolante, algo só poderia existir nos filmes do Harry Potter. Uma aluna do curso de Eng. Biotecnológica em Universidade Lusófona – Centro Universitário Lisboa, situado na Estrada do Paço do Lumiar.

Cerca do ano 2000, essa aluna (S.N.) já estava na fase final do seu doutoramento e num certo dia, ia a entrar numa sala de investigação e olhou através da janela da porta. Viu que uma certa professora e investigadora estava a trabalhar sentada e tinha todos os instrumentos de trabalho, no ar à sua volta.

Quando queria algum instrumento retirava no ar o instrumento necessário, parecia ter poderes telecinéticos.

A S.N. esteve alguns segundos a ver aquela cena, através da janela da porta, mas num impulso que hoje se arrepende, empurrou a porta e viu que todos os instrumentos, num ápice, passaram do ar, para a superfície da mesa, (quebrou-se o feitiço) onde essa professora estava a trabalhar. Parecia uma cena «mágica» retirada dum filme do Harry Potter.

Para nós ovnilogistas esta cena pode-nos abrir vislumbres fantásticos, seres doutros mundos que têm poderes / dons / capacidades que ainda o homem nem pode sonhar, vivem entre nós numa missão, talvez altruísta. Mas a cena não para aqui, a tal professora, soube quem tinha entrado na sala e aquela cena dos instrumentos no ar, tinha sido percebida – detetada – descoberta.

Apesar da S.N. ser apenas aluna, foi colocada num estado de perseguição. Para o seu doutoramento tinha necessidade fazer vários experimentos e aí começaram os problemas, os aparelhos científicos – caríssimos, que a S.N. necessitava iam avariando um após o outro.

No final do dia um certo aparelho estava a funcionar, quando era ínicio do dia já não funcionavam, parecia que alguém durante a noite ia lá estragar esse aparelho. Essa cena aconteceu, em aparelho após aparelho. A muito custo conseguiu fazer as experiências laboratoriais.

Num certo dia a S.N. voltou a entrar nessa sala e a tal professora que tinha todos os instrumentos no ar, dizia para outro professor «Ah! essa não». A S.N. viu que eles estavam a dar as notas e compreendeu logo que «essa não» era dirigido à sua pessoa.

Por fim a S.N. terminou o seu doutoramento, apesar das dificuldades encontrados nas sucessivas avarias dos instrumentos científicos, essa professora atribui-lhe sómente 11 valores.

Esta descrição traz-nos à mente vários outros casos, e talvez possamos dar alguma explicação para as repetidas avarias dos instrumentos.

1. Será que a tal professora era uma extraterrestre e talvez pudesse ter na sua constituição / vibração pessoal, a possibilidade de avariar os instrumentos, como acontece com as senhoras abduzidas.

2. Será que era a própria S.N. estaria a avariar os instrumentos, com a sua vibração pessoal?

3. Será que eram as duas juntas, a tal professora e a própria S.N. a avariarem os aparelhos científicos?

4. Ou será que alguma senhora da limpeza, que seria abduzida se aproximava dos instrumentos e os avariavam?

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Escrevi um artigo chamado «Os abduzidos podem nos tramar» que descreve como o elã (danificador das senhoras abduzidas) das pessoas abduzidas poderá até aniquilar a nossa sociedade.

https://www.facebook.com/luuis.aparicio/posts/pfbid02e6ZfrhpZsCyNhuMmQQgbT21cJzbbJCRtABps7SzR3rsujTMWwvmbZXKerrp2adH5l

Quando aparecem sicários dimensionais

A ideia central é quase sempre a mesma:

Se um inventor afirma ter descoberto algo revolucionário — como energia livre, motores a água ou tecnologia antigravidade — logo a seguir é visitado por figuras estranhas que o intimidam a destruir as provas e a manter silêncio.

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Existem alguns casos famosos:

Stanley Meyer: Fez um carro movido 96% a água. Ele morreu subitamente num restaurante em 1998, gritando “Eles envenenaram-me!”, depois de recusar propostas de compra da sua tecnologia por empresas petrolíferas.

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Paul Bennewitz: Um cientista que filmou luzes estranhas sobre uma base militar. Ele foi alvo de uma campanha de desinformação tão intensa por parte de agentes do governo que acabou por sofrer um colapso psicológico, alegando que estava a ser vigiado por forças ocultas.

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Albert Bender: Considerado o “criador” do mito dos MIB nos anos 50. Ele fundou uma organização de pesquisa de OVNIs, mas encerrou-a abruptamente após, alegadamente, ter sido visitado por três homens vestidos de preto que lhe revelaram o segredo dos discos voadores e o ameaçaram se ele falasse.

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No caso da Amy Eskridge, o que torna a história “moderna” é o uso de termos como armas de energia direcionada e a pressão de grandes empresas aeroespaciais, substituindo os tradicionais “homens de fato preto” por mercenários corporativos ou serviços de inteligência.

A grande dúvida nestes casos é sempre a mesma: será que estas pessoas descobriram algo tão perigoso para o status quo económico, que precisaram de ser silenciadas, ou será que o stress de investigações tão marginais acaba por gerar paranoias clínicas?

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No caso do Witley Strieber ele estava na cabana e recebeu uma chamada de alguém que queria falar sobre ovnis e queria visita-lo. O Witley disse que sim e logo de imediato a campainha da porta toca. Ora a cabana do Witley estava em plena floresta e numa época onde os telemóveis não existiam.

O cangalheiro exigiu que o Witley destruísse certas provas da existência de ovnis, mas por fim o homem que o visitou cuja pele parecia feita de cera, e vinha vestido como um cangalheiro, e com luvas brancas, disse ao Witley «Ah! a minha energia está muito baixa».

Logo a seguir saiu, o Witley ficou atónito e correu para a porta, e o homem tinha desaparecido, havia neve lá fora e não se viram nenhumas pegadas na neve.

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Será que há seres doutras dimensões que querem a nossa involução?

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Será que há seres no Umbral que não querem evoluir e também não querem a nossa evolução e perseguem os nossos inventores?

Este episódio é um dos relatos mais intrigantes e sinistros da carreira de Whitley Strieber. Trata-se do encontro com o chamado “Mestre das Chaves” (ou um visitante muito semelhante), ocorrido em Toronto em 1998, embora ele também relate visitas estranhas na sua famosa cabana no estado de Nova Iorque.

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O relato de Strieber toca precisamente em muitos pontos que sugerem uma natureza interdimensional desses homens que se vestem de negro. até agora pensava-se que eram apenas extraterrestres:

O caso do Mestre das Chaves (Master of the Key) refere-se a um encontro relatado pelo escritor Whitley Strieber — famoso pelo seu livro “Communion” Comunhão — ocorrido na madrugada de 6 de junho de 1998, num hotel em Toronto, Canadá.

De acordo com o relato de Strieber, o evento desenrolou-se da seguinte forma:

• O Encontro no hotel:

Por volta das 02:30 da manhã, Strieber foi acordado por batidas na porta do seu quarto de hotel. Um homem desconhecido entrou e iniciou uma conversa profunda que duraria cerca de duas horas.

• Strieber nunca teve certeza sobre quem era o visitante, descrevendo-o como um “Mestre de Sabedoria”, um ser de outro plano de consciência ou uma inteligência sobrenatural. Acabou por chamá-lo de “Mestre das Chaves”.

• A Mensagem: O visitante afirmou que “a humanidade está aprisionada” e que o seu objetivo era ajudar a “abrir a armadilha”.

A conversa, estruturada como um diálogo entre mestre e aluno, abordou temas como:

o O destino da humanidade e o potencial humano.

o Psicologia esotérica e o ciclo de violência e autodestruição do homem.

o Uma “nova imagem de Deus” e lições sobre desenvolvimento pessoal.

• O Livro: Strieber publicou o conteúdo deste diálogo no livro The Key (A Chave), lançado inicialmente em 2001. Ele sustenta que, embora o encontro pareça incrível, o homem e a conversa foram reais e alteraram profundamente a sua visão de mundo.

Este caso é distinto das suas experiências anteriores com extraterrestres (os “visitantes” de Communion), sendo focado numa transmissão de conhecimento filosófico e espiritual em vez de uma abdução física típica.

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O Encontro Estranho na cabana.

– O homem apareceu à porta segundos depois de uma chamada, num local isolado, o que desafia as leis da física e do tempo.

Strieber descreveu o visitante como tendo uma pele que parecia cera ou plástico, movimentos rígidos e uma vestimenta impecável, mas antiquada, como um agente funerário (cangalheiro).

– A frase “a minha energia está muito baixa” é interpretada por muitos investigadores como um sinal de que o ser estava a ter dificuldade em manter a sua manifestação física na nossa densidade tridimensional. Assim que a interação terminou, ele simplesmente “evaporou”.

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Seres de Outras Dimensões e a “Involução”

A teoria de que estes seres pertencem a outra dimensão (ou “reinos” paralelos) é muito forte na ovnilogia moderna. Algumas perspetivas sobre o que eles pretendem incluem:

A Hipótese da Prisão terrestre (Involução): O próprio Strieber mencionou que o estranho visitante lhe disse que a “humanidade está presa”.

Algumas teorias sugerem que estes seres (por vezes chamados de Arcontes em contextos gnósticos) tentam manter a humanidade num estado de “baixa vibração ou confusão tecnológica” para impedir a nossa evolução espiritual ou consciência da realidade multidimensional.

A menção à “energia baixa” leva alguns a acreditar que estes seres se alimentam de energias emocionais humanas (como o medo ou a ansiedade).

Manter-nos num estado de “involução” ou conflito constante seria, portanto, uma forma de garantir o seu sustento.

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– Vigilantes da Realidade, que intervêm quando a nossa espécie está prestes a descobrir tecnologias que podem romper o tecido entre as dimensões (como a antigravidade que Amy Eskridge estudava), agindo para nos manter “na nossa caixa”.

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Visitantes doutros planos vibratórios

O caso de Strieber sugere que o visitante não “veio de Marte”, mas sim de um plano vibratório diferente que coexiste com o nosso. A rapidez com que apareceu e desapareceu indica que eles podem “entrar e sair” da nossa realidade à vontade, usando portais ou simplesmente mudando a sua frequência.

https://www.fnac.pt/Communion-STRIEBER-WHITLEY/a1068133

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Essa sensação de que vivemos num sistema “fechado” ou numa espécie de quarentena cósmica é partilhada por muitos investigadores e filósofos. Se aceitarmos a ideia de que estamos “presos”, surgem geralmente três grandes teorias sobre quem nos mantém assim e porquê:

1. A Barreira Tecnológica e o “Silenciamento”.

Como vimos no caso da Amy Eskridge ou de inventores de energia livre, parece haver uma força que impede a humanidade de dar o próximo passo evolutivo.

O argumento

Se tivéssemos energia gratuita e tecnologia antigravidade, o sistema económico atual (baseado na escassez e no controlo de recursos como o petróleo) colapsaria.

A “Prisão”

Somos mantidos dependentes de tecnologias obsoletas para continuarmos a trabalhar e a ser controlados por elites que servem, conscientemente ou não, interesses que não são humanos.

2. A Hipótese Interdimensional (A “Prisão de Almas”)

Esta é a visão mais sombria, muitas vezes ligada ao gnosticismo e aos relatos de Whitley Strieber.

A Terra seria uma espécie de “quinta” ou “laboratório”. Seres de outras dimensões (como os que visitaram Strieber) alimentam-se da nossa energia emocional, especialmente do medo, do sofrimento e do caos (o chamado Loosh).

A “Involução”: Para que continuemos a ser “produtivos” para eles, não podemos evoluir espiritualmente nem perceber que somos seres multidimensionais. Por isso, somos bombardeados com distrações, conflitos e um sistema educativo que nega qualquer realidade além da matéria.

3. A Teoria do Jardim (Quarentena por Segurança).

“Hipótese do Zoo”. a razão pela qual não detetamos alienígenas não é porque eles não existem ou são incapazes de nos alcançar, mas porque eles decidiram deliberadamente não intervir.

Não estamos presos por maldade, mas porque somos considerados uma espécie perigosa e imatura.

4. A “Prisão”, civilizações mais avançadas teriam estabelecido uma barreira à nossa volta para evitar que espalhemos a nossa agressividade pelo universo. Eles observam-nos e só intervêm (como no caso dos OVNIs em bases nucleares) para garantir que não nos autodestruímos totalmente.

5. Como é que saímos desta prisão cósmica?

Whitley Strieber e outros que passaram por experiências “do outro lado” sugerem que a chave para abrir a cela não é tecnológica, mas consciencial. Se o que nos prende é a nossa vibração de medo e a nossa ignorância sobre quem realmente somos, o simples ato de questionar a realidade e buscar a verdade (como estás a fazer) já é uma forma de resistência.

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ALIENS são de OUTRA DIMENSÃO?

19/01/2020 — On December 26th 1985 Whitley Strieber was woken in his isolated cabin in upstate New York, he saw a creature in his bedroom. Whitley Strieber – Wikipedia

Strieber has stated that he was abducted from his cabin in upstate New York on the evening of December 26, 1985, by non-human sent…

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Amy falava do P47 ou de tecnologias “mil anos à frente”,

– Estamos a falar da capacidade de manipular a gravidade e o tempo como se fossem variáveis de um software. Para a Amy, o desenvolvimento da propulsão de campo (antigravidade) não era apenas ciência; era a chave para quebrar a “prisão” energética e económica em que vivemos.

– O perigo, na visão dela, é que ao “brincarmos” com estas tecnologias, estamos a tocar em segredos que definem a própria estrutura da nossa linha temporal. Se esses seres são nós do futuro, eles (ou as elites que usam essa tecnologia no presente) têm todo o interesse em controlar quem tem acesso ao “código-fonte” da realidade.

– A Amy acreditava que a ciência oficial é uma distração e que o verdadeiro progresso está escondido em compartimentos tão secretos que nem o próprio governo tem acesso total — apenas este grupo que detém o P47.

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Amy falava de:

– Armas de Energia Direcionada (DEW).

– A Venezuela alega sabotagens ligadas a operações militares de alta tecnologia.

– Amy dizia que quando ela trabalhava sentia que as mãos dela se queimavam!

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https://www.facebook.com/share/v/1B52NycgZJ

1. Operação para a Captura de Nicolás Maduro (Janeiro de 2026)

De acordo com relatos recentes e reportagens de veículos como o Observador e R7, os Estados Unidos teriam utilizado uma “arma desorientadora” ou sonora durante a Operação Absolute Resolve, que resultou na captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026.

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Fontes indicam o uso do Active Denial System (ADS) ou tecnologias semelhantes às associadas à “Síndrome de Havana”.

Militares e guardas presidenciais atingidos descreveram sensações de que a “cabeça estava explodindo” por dentro, dor extrema, sangramentos e incapacidade imediata, sem ferimentos externos visíveis.

Donald Trump chegou a confirmar publicamente que uma “arma misteriosa” foi usada para neutralizar equipamentos e pessoal, embora tenha evitado detalhes técnicos por questões de segurança nacional.

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Alegações de “Ataque Eletromagnético” (2019)

Em julho de 2019, a Venezuela sofreu um blackout massivo que atingiu 23 estados. Na época, o governo de Maduro afirmou categoricamente que o sistema elétrico nacional (especialmente a hidrelétrica de Guri) foi alvo de um ataque eletromagnético orquestrado pelos EUA.

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O que são Armas de Energia Direcionada?

Diferente das armas convencionais, estas utilizam energia concentrada para atingir um alvo. As principais categorias citadas no contexto venezuelano são:

Tipo Funcionamento e Efeito Pretendido

Micro-ondas (HPM) Ondas de rádio de alta potência. Fritar circuitos eletrônicos e sensores.

Sônicas/ADS Ondas milimétricas ou som de alta intensidade. Causar dor intensa na pele ou desorientação neurológica.

Laser (HEL) Feixes de luz concentrados. Destruir drones, mísseis ou veículos fisicamente.

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– Nota de Contexto:

Embora o governo venezuelano use o termo “armas de energia” com frequência para explicar crises internas (como apagões), o evento de janeiro de 2026 marca a primeira vez que houve relatos consistentes de uso tático dessas ferramentas numa operação de captura direta.

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Será que a Amy foi atacada pelos próprios EUA?

– Os EUA já têm armas de energia direcionada, na literatura ovnilógica existem muitos relatos da sua existência, tanto através de armas de defesa pessoal, como através de raios que partem dos próprios ovnis.

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Raios de Luz e Imobilização (Paralisia)

1. Muitos relatos de encontros próximos descrevem “raios de luz” que, ao atingirem uma pessoa ou veículo, causam efeitos imediatos que hoje associamos às DEWs:

2. Imobilização Muscular:

Testemunhas frequentemente relatam ficar “congeladas” enquanto o feixe está ativo. Isso é muito semelhante ao conceito do Active Denial System (ADS) ou de armas eletromusculares de longo alcance, que interferem no sistema nervoso.

3. Interferência em Motores:

O relato clássico de carros que “morrem” na presença de um OVNI sugere a emissão de um Pulso Eletromagnético (EMP) direcionado, capaz de fritar circuitos ou interromper o sistema de ignição — exatamente o que as armas de micro-ondas de alta potência (HPM) modernas fazem hoje para deter drones ou veículos.

4. Efeitos Térmicos e Biológicos:

Na literatura, há casos famosos de queimaduras ou “doença de radiação” após exposição a objetos não identificados:

5. O Incidente Cash-Landrum (1980): As testemunhas sofreram queimaduras e sintomas de radiação após proximidade com um objeto intensamente quente.

6. A “Operação Prato” (Brasil, 1977): Talvez o caso mais relevante sobre “armas de defesa pessoal” ou raios. Moradores de Colares relataram o “chupa-chupa”, luzes que disparavam feixes finos que sugavam sangue ou causavam queimaduras e perfurações na pele.

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Paralelo Moderno

Hoje, lasers de fibra ótica podem ser calibrados para cortar materiais ou causar danos teciduais precisos a grandes distâncias.

A Hipótese da Engenharia Reversa

1. Para muitos investigadores e teóricos da conspiração, a existência atual dessas armas nas mãos dos EUA não é uma coincidência, mas sim o resultado da Engenharia Reversa:

2. Bob Lazar e outros “Whistleblowers”, (pessoas que se expõe informações sobre atividades ilegais, antiéticas ou perigosas dentro de uma organização pública ou privada) :

3. Alegam que o governo dos EUA recuperou tecnologia de propulsão e armamento de origem não humana. Segundo essa linha de pensamento, o uso dessas armas na Venezuela em 2026 seria a “saída do armário” de uma tecnologia guardada sob sigilo absoluto por décadas.

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A Síndrome de Havana:

Antes da confirmação do uso tático em 2026, muitos episódios de ataques de energia contra diplomatas foram especulados como testes de tecnologias híbridas, algumas das quais apresentavam características físicas (como som direcional e náusea extrema) idênticas aos relatos de abdução da década de 60 e 70.

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Comparação de Capacidades

1. Fenómeno OVNI (Relatos) Tecnologia Humana Atual (Ex: EUA)

2. Feixes de luz que queimam ou cortam. Lasers de Alta Energia (HEL)

3. Desativação de eletrônicos/carros à distância. Micro-ondas de Alta Potência (HPM)

4. Sensação de calor intenso ou dor na pele.

5. Active Denial System (ADS)

6. Zumbidos e “vozes” na cabeça. Efeito Auditivo de Micro-ondas (Efeito Frey)

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Para alguns teóricos ovnilogistas os EUA trocaram tecnologia extraterrestre pela permissão dos extraterrestres fazerem as abduções que queiram.

Mas esta teoria vai ter que ser questionada, porque os EUA não são os representantes da Terra e nunca o serão.

Igualmente podemos admitir que os cinzentos que habitavam por baixo da base de Dulce, teriam já contato com os militares desta importante base de Dulce.

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Que outras forças poderão a atacar os cientistas e porque o maior alvo está naqueles que estudam a antigravidade?

This former U.S. Air Force intelligence officer, who was going to testify to Congress about secret UFO programs, died in an accidental drug overdose. U.S. Congressman Eric Burlison called Sullivan’s death suspicious….! Detail in The Comments.

https://www.facebook.com/AliensUFOCaughtonCamera/posts/pfbid027LGME2HJwxZUDiUPiJNYpyvtTKeD7JbZiTMz8eXHX5fKwzpxXbiiTCGzm6g6fD6Hl

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O topo do bolo da exquisitisse

– Fala-se da existência de MIBs – homens de negro que ameaçam e nalgumas das vezes agarram inventores para coagi-los a destruir os seus inventos?

– Até que ponto os MIBs são oriundos do baixo astral? Será que os MIBs pertencem a um mundo paralelo?

– Os MIBs (Men in Black, ou “Homens de Preto”) em círculos de ufologia, conspirações e folclore paranormal. A ideia de que eles ameaçam, intimidam ou até coagem inventores, testemunhas de OVNIs ou pesquisadores para que destruam ou silenciem suas descobertas existe há décadas, mas é altamente controversa e sem provas concretas.

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Origem e relatos clássicos

O mito moderno dos MIBs ganhou força nos anos 1950, principalmente com o ovnilogista Albert K. Bender. Ele alegou que três homens misteriosos de terno preto o visitaram, ameaçaram e o obrigaram a fechar sua organização de pesquisa de OVNIs (International Flying Saucer Bureau). Outros casos famosos incluem:

• O incidente de Maury Island (1947), onde Harold Dahl disse ter sido avisado por um homem de preto para não falar de um suposto avistamento de OVNIs.

• Relatos de ovnilogistas como John Keel (autor de livros como UFOs: Operation Trojan Horse), que descrevia os MIBs como figuras estranhas, com pele escura, comportamento robótico, fala artificial e que pareciam “não pertencer” ao nosso mundo normal.

• Em relatos mais extremos (especialmente em teorias de supressão tecnológica), os MIBs são acusados de visitar inventores de energia livre, motores antigravidade, cura alternativa ou dispositivos que “quebrariam” o sistema energético/petrolífero atual.

• Eles supostamente ameaçam, confiscam protótipos ou forçam a destruição dos inventos. No entanto, a grande maioria desses casos são anecdóticos, sem evidências físicas, documentos ou testemunhas independentes confiáveis.

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Muitos parecem misturar paranoia, fraudes ou explicações mais mundanas (como agentes reais de inteligência visitando pessoas em contextos de segurança nacional).

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Na cultura popular, os filmes Men in Black (com Will Smith e Tommy Lee Jones) transformaram a imagem: de figuras sinistras para uma agência heroica que protege a Terra de aliens.

1. Na vida real, o folclore os pinta mais como vilões ou “polícia cósmica”.

2. Até que ponto os MIBs são oriundos do “baixo astral”?

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Interpretação ocultista/espiritualista, ou uma ação da ovnilogia clássica?

• Alguns pesquisadores, como John Keel, associavam os MIBs a entidades ultraterrestres ou demoníacas — não necessariamente extraterrestres de outro planeta, mas seres de dimensões ou planos mais sutis que se manifestam para manipular ou assustar humanos. Keel os chamava de “supernaturais demoníacos”.

• No espiritismo kardecista ou em correntes esotéricas brasileiras/portuguesas, o “baixo astral” refere-se a espíritos obsessores, trevosos ou de baixa vibração (ligados a emoções densas como medo, raiva, controle).

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Algumas pessoas que misturam ovnilogia com espiritualidade veem os MIBs como manifestações desses espíritos, ou como “egregoras” criadas coletivamente pelo medo humano, ou até como entidades que se alimentam de energia de terror (semelhante a larvas astrais ou obsessores).

• Há relatos raros de pessoas que dizem ter encontrado MIBs em experiências fora do corpo (projeção astral) ou em estados alterados de consciência, o que reforça para alguns a ideia de origem astral/dimensional inferior.

No entanto, não há consenso. Muitos ovnilogistas veem os MIBs como:

• Agentes governamentais reais (CIA, FBI, militares) disfarçados para manter segredos tecnológicos ou psicológicos.

• Hoaxes (fraudes) ou alucinações/psicose induzida por estresse após avistamentos.

• Fenómenos psicológicos coletivos (folclore moderno, comparado a encontros com o “Diabo” em épocas antigas).

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A ligação com o baixo astral é mais comum em visões místicas ou holísticas que rejeitam a explicação puramente materialista ou extraterrestre.

Será que os MIBs pertencem a um mundo paralelo?

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Essa é outra teoria popular nas comunidades mais “avançadas” de ufologia e conspiração:

• Hipótese Interdimensional (IDH): Os MIBs não seriam de outro planeta, mas de dimensões paralelas ou realidades alternativas que “vazam” para a nossa quando alguém se aproxima demais de uma “verdade” (tecnologia proibida, consciência expandida, etc.). Eles atuariam como “guardiões” ou “agentes de contenção” para manter a ilusão da realidade consensual.

• Algumas descrições reforçam isso: comportamento estranho (como se não soubessem usar objetos comuns), aparência “fora do lugar”, capacidade de aparecer/desaparecer repentinamente, ou veículos que não parecem normais.

• Teorias mais extremas falam em androides, clones, viajantes do tempo ou entidades de um “mundo paralelo” que monitoram o desenvolvimento humano.

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John Keel e outros autores da “ovnilogia ultraterrestre” defendiam que os fenómenos OVNIs/MIBs não são espaciais, mas de realidades além da nossa compreensão física — algo como um controle ou teatro multidimensional.

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A minha visão equilibrada

• O tema é fascinante porque toca em questões profundas: até que ponto a humanidade é “protegida” ou “controlada” no seu progresso tecnológico e espiritual?

Mas é importante separar o que é entretenimento/conspiração de fatos verificáveis.

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David Velez El Potro diz que vai desistir à investigação ovni, porque alguém lhe telefona a dizer que vai ser morto.

Amigos, estou fora! ; queriam me silenciar e eu prefiro minha voz e sua companhia. “Desculpa”.

https://www.facebook.com/share/v/14abMmmWDHt

© Luís Luz Aparício

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