Dupla incongruência

Já foram vistos N ovnis à volta de instalações que têm armas nucleares, eles estão preocupados com a nossa doideira das armas nucleares, mas por sua vez esses empertigados moralistas, vindos doutros mundos, vêm em naves que produzem altas doses de radioatividade.

Quando as suas naves passam perto de nós, ficamos doentes e quando essas naves poisam, o terreno fica ionizado com radiações malignas, que mesmo ao fim de 30 anos «ainda são muito danosas».

Onde está a moral desses ETs, que têm medo das nossas armas nucleares, mas as suas naves emitem radiações que chegam a cozer as rochas até um metro de profundidade?

Existem centenas de relatos militares indicando que estas inteligências demonstram um interesse invulgar por instalações de armas nucleares, (chegando a desativar ou ativar mísseis, como nos famosos casos de Malmstrom em 1967 ou Bentwaters em 1980), por outro, os relatos de encontros imediatos mostram um rasto físico altamente tóxico.

Poluição funcional e aniquilação global

Nos casos em que testemunhas sofreram queimaduras por radiação ou o solo ficou ionizado (como no Caso Cash-Landrum em 1980 ou em Rendlesham Forest), a radioatividade parece ser um subproduto indesejado do sistema de propulsão (possivelmente reatores de antimatéria, fusão ou sistemas de manipulação do espaço-tempo que geram radiação gama ou micro-ondas como efeito colateral).

Para uma inteligência externa, as nossas armas nucleares não são um “subproduto”, são ferramentas criadas especificamente para a destruição em massa e potencial aniquilação do planeta (e da sua biosfera).

Dupla Moral

Se assumirmos que estas entidades têm uma agenda moral, a sua indignação pode parecer hipócrita. No entanto, os teóricos dividem-se em várias visões sobre onde está essa “moral”:

– Eles podem não estar preocupados com a nossa segurança individual, mas sim com a integridade do planeta Terra.

– Se a radiação das naves deles afeta alguns metros de terreno ou um punhado de humanos, isso é considerado um “dano colateral aceitável” à escala cósmica.

– Já um conflito nuclear humano destruiria ecossistemas inteiros e alteraria a atmosfera global.

As explosões nucleares afetarem outras dimensões

– O interesse pelas armas nucleares pode ser puramente estratégico, científico ou de autodefesa (por exemplo, se as explosões nucleares afetarem outras dimensões ou o tecido do espaço-tempo que eles utilizam para viajar).

– Se assim for, eles não querem saber da nossa saúde quando aterram, da mesma forma que um cientista humano não se preocupa se a sua bota pisa algumas formigas ao recolher amostras numa floresta.

Os ensaios de bombas nucleares poderão ter consequênciasa a longo prazo.

Entre 2006 e 2017, a Coreia do Norte realizou seis testes nucleares subterrâneos no Monte Mantap. O último teste foi tão poderoso que partes da montanha se deslocaram vários metros, mas o verdadeiro impacto só veio anos mais tarde.
Um novo estudo publicado na revista Science revela que a atividade sísmica na área em redor do local dos testes não só não diminuiu, como se intensificou a longo prazo, e as falhas tectónicas preexistentes parecem ter sido reativadas.
No total, os investigadores identificaram 1.399 sismos locais.
O que tem acontecido nas profundezas do subsolo da Coreia do Norte e quais as consequências que os testes nucleares poderão ter no futuro?
https://youtu.be/YjIFJki4T_o?si=-EJGEoC11q6160lG

Outros códigos de ética

Estas inteligências existem, elas não operam sob o nosso código de ética. O facto de emitirem radiação nociva mostra que a tecnologia deles continua sujeita às leis da física (gerando subprodutos perigosos).

A presença de naves que emitem radiações poderá indiciar que poderão haver outras civilizações muito mais avançadas que poderão ter (ultra) naves que já não emitem radiações, utiizando sómente deslocamento entre dimensões.

Geopolítica Cósmica

A suposta “preocupação” com o nosso arsenal nuclear pode ser motivada por interesses próprios e geopolíticos cósmicos, e não por um amor altruísta pela humanidade.

Relembro aquilo que John Mack escreveu no seu livro «Sequestro» “O que está em jogo não é o futuro da Terra, forças muito importantes tentam impor o seu modelo, para o futuro da Terra”.

© Luís Luz Aparício

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