Bases de “Osnis” vigiadas pela marinha dos EUA

David Grusch afirmou recentemente ter recebido relatos de que militares americanos foram mortos por seres reptilianos, num local de queda de um OVNI, mas ressalvou claramente que não testemunhou o evento e que não existem provas públicas que confirmem esta alegação.

As declarações foram feitas pelo ex-oficial de inteligência dos EUA durante a sua participação no podcast The Joe Rogan Experience.

Durante a entrevista, Grusch partilhou detalhes que alegadamente constam de relatórios confidenciais e relatos em segunda mão de fontes militares e de vídeos que viu.

O Confronto
Grusch afirmou que uma operação de recuperação dum OVNI caído (especificamente uma nave em formato de “Tic-Tac”) envolveu um confronto armado. Segundo as suas fontes, um ser vivo com aparência reptiliana estava no local e “estava ativamente a matar pessoas”, o que levou os militares americanos a abrir fogo e a abater a criatura.

A Descrição dos Seres
Ele descreveu relatos de criaturas com cerca de 2,3 metros de altura, com escamas e uma fisionomia robusta semelhante a um “gorila”, sugerindo ainda a existência de um suposto conflito entre diferentes inteligências não-humanas (como os chamados Greys e Reptilianos).

Embora as declarações tenham ganho grande repercussão em fóruns de ufologia e em canais de notícias como o NewsNation, o próprio David Grusch admitiu a Joe Rogan que a história soa “completamente louca” e que depende inteiramente de informações passadas por terceiros.

                                A Base Submarina segundo David Grusch
David Grusch
afirmou que o governo dos EUA monitorizam-vigiam uma instalação submarina gigante (“do tamanho de vários quarteirões”), utilizada por naves de origem não humana.

Na entrevista lançada a 30 de setembro de 2026, Grusch partilhou dados que terá recebido de contactos dentro da comunidade militar e de inteligência naval: uma enorme “base de operações” sob o oceano.

Afirmou que naves e objetos transmédios (que viajam entre o ar e a água) são vistos constantemente a entrar e a sair dessa estrutura.

Grusch revelou que os seus contactos na Marinha descrevem o cenário como algo saído do filme de ficção científica O Abismo (The Abyss), dizendo-lhe em tom sério: “Sabes o filme O Abismo, Dave? É quase um docudrama”.

                           O Alinhamento com o Almirante Tim Gallaudet

O utilizador tem toda a razão ao associar isto ao Ex-Contramirante da Marinha dos EUA (e oceanógrafo) Tim Gallaudet. Gallaudet tem sido uma das vozes mais ativas na comunidade científica e militar a alertar que o foco da investigação deve mudar do espaço para os oceanos:

Gallaudet publicou inclusive um artigo pela The Sol Foundation detalhando os perigos e mistérios destas naves transmédias.

Coitados dos peixes
Ele revelou ter recebido relatórios confidenciais de tripulantes de submarinos nucleares que detetaram, por sonar, objetos a moverem-se debaixo de água a velocidades impossíveis
(superiores a 80 nós/150 km/h) que manobravam de forma agressiva perto das frotas americanas.

Gallaudet apoia publicamente Grusch e cita frequentemente o famoso vídeo do USS Omaha (2019), onde um objeto esférico voa perto da água e depois mergulha no oceano sem causar qualquer salpico ou desaceleração, provando tecnologia transmédia avançada.

Apesar do forte testemunho de figuras como Grusch e Gallaudet, a localização exata destas anomalias e os métodos usados pela Marinha para as vigiar continuam classificados sob o argumento de “segurança nacional”. No entanto ao longo dos tempos a ovnilogia tem recebido muita informação sobre locais quentes de avistamentos de Osnis, como por exemplo, em frente a Cuba e em frente às ilhas Catalinas – Los Angeles.

Vídeos das naves acidentadas
Durante a conversa com Joe Rogan, Grusch detalhou o que observou no material classificado a que teve acesso durante a sua investigação oficial:

Grusch afirmou ter visto um vídeo “contemporâneo” que mostrava uma operação militar ativa de recuperação de uma nave não humana em formato de crescente.

No interior ou junto da nave, encontravam-se cerca de quatro cadáveres destas entidades. Grusch descreveu-os como muito parecidos com seres humanos, dotados de uma pele pálida com “tons branco-azulados”.

Ele usou a expressão “eram simplesmente muito lindos” (“It was just very beautiful”) e comparou a fisionomia e estética destes seres à iconografia dos deuses gregos.

                                                  Variedade de Espécies

De acordo com Grusch, os relatórios e registos do governo sugerem que a Terra está a ser visitada por múltiplas espécies de inteligência não humana (NHI). O panorama que ele pinta divide-se essencialmente em três grupos biológicos distintos recuperados em quedas.

  • Os seres humanoides altamente estéticos (“deuses gregos”).
  • Os tradicionais Greys (cinzentos de menor estatura).
  • Os seres reptilianos de grande estatura com pele escamosa.

O próprio Grusch admitiu a Rogan que falar sobre isto publicamente “parece uma loucura”, mas reforçou que a existência destas diferentes tipologias está documentada nos arquivos ocultos pelas “fações” no Pentágono.

                                                         Guardiões do Templo

Na teoria da comunicação e da política, os «Guardiões do Templo» são os indivíduos que controlam o fluxo de informação. No caso do Pentágono e da AARO (segundo a perspetiva dos defensores da divulgação), decidindo o que chega ao público e ao próprio Congresso, muitas vezes sob o pretexto de “segurança nacional” para proteger o seu próprio estatuto e evitar o escrutínio público.

                                                            Mentalidade de Feudo

Ocorre quando diferentes departamentos de uma mesma organização (como a Marinha, a Força Aérea ou a CIA) operam como se fossem reinos independentes (as “seitas”). Eles não partilham informações entre si e, muito menos, com o exterior. O segredo passa a ser uma moeda de troca e uma forma de proteger orçamentos e tecnologias proprietárias.

                                            Investigador e desacreditador

Esta resistência institucional é o motivo pelo qual congressistas como Tim Burchett e Anna Paulina Luna criticam publicamente a AARO, apelidando-a frequentemente de “um órgão de relações públicas para desacreditar testemunhas” em vez de uma agência de investigação real. Para estes políticos, a AARO comporta-se precisamente como o braço institucional da fação que sofre desta “síndrome do esconde”.

                                     Segredos públicos tornados privados

David Grusch abordou diretamente a ligação de grandes corporações privadas a estes programas secretos. Embora ele use frequentemente o termo abrangente defense contractors (empreiteiras de defesa) para se referir a gigantes aeroespaciais (como a Lockheed Martin), a menção a organizações como a MITRE Corporation encaixa-se num padrão muito específico que ele e outros investigadores denunciam.

                                                                        Ocultação

Na perspetiva de Grusch e de investigadores do Congresso, transferir destroços, dados de sensores ou materiais exóticos para este tipo de corporações privadas (ou quase-privadas) é a estratégia perfeita para fugir ao controlo democrático.

Segundo o testemunho sob juramento de Grusch no Congresso, partes de naves intactas ou parciais foram distribuídas por diferentes laboratórios e empresas privadas para tentar fazer engenharia reversa da tecnologia (compreender o funcionamento físico e replicá-lo).

Ele refere que esta partilha é tão restrita e dividida em pequenos “silos”, que mesmo os cientistas destas empresas, muitas vezes não sabem no que estão a trabalhar por inteiro (por exemplo, um grupo estuda apenas a liga metálica de um painel, sem saber que esse painel veio de um OVNI).

Programas SAP “Ilegais”

Grusch descobriu que os materiais e os dados sobre naves não humanas estavam escondidos em Programas de Acesso Especial Não Declarados (Unacknowledged SAPs).

  • Ele detalhou que estes programas são tão secretos que nem sequer o “Gang dos Oito” (os líderes do Congresso americano com acesso aos segredos mais profundos do Estado) sabiam da sua existência.
  • Grusch explicou que o dinheiro para financiar estas operações é desviado através de mecanismos de “orçamento negro” (black budget), escondido em contratos de defesa sob linhas de custos falsas.

                                                                       Engenharia Reversa

Durante a sua investigação oficial, Grusch não se limitou a ouvir histórias. Ele teve acesso a documentação técnica, memorandos assinados e relatórios de inteligência que comprovam tentativas de engenharia reversa que remontam à década de 1940:

  • Ele mencionou relatórios sobre a recuperação de materiais com composições isotópicas raras, criados em laboratório com proporções de elementos químicos que não ocorrem naturalmente na Terra.
  • Detalhou o envolvimento de agências de inteligência estrangeiras nestas recuperações, confirmando que a corrida para compreender esta tecnologia é global e envolve potências rivais como a China e a Rússia.

                                                 O Testemunho das “Fontes Primárias”

Grusch explicou a Rogan que a sua investigação envolveu entrevistar diretamente as fontes primárias — os cientistas que tocaram nos materiais e os militares que participaram nas operações de recuperação física (Crash Retrieval):

  • Ele revelou que muitas destas pessoas estavam aterrorizadas devido a ameaças de prisão ou violência física por quebrarem o segredo de Estado.
  • Grusch compilou os nomes destas testemunhas, os locais exatos das bases onde os materiais estão guardados (tanto governamentais como corporativas) e entregou essa lista ultra-secreta ao Inspetor-Geral da Comunidade de Inteligência (ICIG) e às comissões de inteligência do Congresso.

                                 Análise de Imagens e Dados de Sensores

Como oficial de inteligência geoespacial, o trabalho de Grusch era analisar dados de satélite e sensores avançados. Ele confirmou a Rogan que existem dados de múltiplos sensores militares (radares de alta definição, satélites de deteção térmica e ótica) que captaram objetos a realizar manobras com acelerações impossíveis para a física humana (como passar do espaço para a atmosfera e mergulhar no oceano em segundos, sem assinaturas de calor ou propulsão visíveis).

David Grusch: Americanos mortos por seres reptilianos no local da queda | Reality Check
https://youtu.be/iA83WGtNp0I?si=RAXA5YyubhlhQNwB

DAVID GRUSCH FALA SOBRE UMA POSSÍVEL ESTRUTURA NO FUNDO DO OCEANO

https://youtube.com/shorts/F0yVrA1lf-A?si=P8-dCGABwwRjLzh_

Joe Rogan Experience #2560 – David Grusch
https://youtu.be/dYPXINFcvmI?si=u-VPqPOJOo85m-vG

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/ex-oficial-dos-eua-afirma-que-aliens-teriam-base-no-oceano.phtml

BOMBA UAP!: O que David Grusch viu e ninguém se atreveu a contar
https://youtu.be/jXQ7Pmj8nik?si=DArThSMxZ6NxoSG7

Luís Luz Aparício

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