Elipse de fogo em Beja

Como está a viver em Beja a 200 Km a SE de Lisboa, está habituado a ver os aviões e helicópteros da base aérea de Beja, mas aquele objeto elíptico em fogo foi uma coisa que o deixou perplexo, nunca tinha visto nada parecido.

Não notou nenhumas janelas ou outros pontos escuros nesse ovo enigmático que deslizava lentamente no céu nocturno que passou a cerca de 20 metros de altura e teria à distância de um braço estendido cerca de 5 cm de altura e 3 cm de largura.


Daniel Santos mostra o objeto que viu

O céu estava limpo de quaisquer nuvens e a Lua em quarto crescente, ainda baixa, iluminava já o céu.
Na esplanada da piscina do Hotel Beja Parque, havia muito calor e nesse momento Daniel Santos estava com a sua namorada que igualmente viu esse objeto de fogo na parte inferior. A namorada possivelmente com maior acuidade visual notou que na meia parte de cima desse ovo de fogo, haveria ali a outra metade mas que não teria nenhumas das características da parte de baixo, era perceptível a outra metade mas sem ser igual à parte de baixo.

A parte inferior teria a cor de laranja escuro e um pouco vermelho. Parecia que havia ali algo dinâmico e as cores alteravam-se de forma ténue entre um laranja escuro e alguns pontos vermelhos. O modelo que mais poderia associar era uma brasa incandescente e na qual haveria pontos que estavam mais incandescentes do que outros.

A provável dimensão física daquele objeto seria dois metros de altura e um metro e oitenta de largura.
O objeto estava a andar lentamente na direcção de NE para SE e o Daniel Santos observou-o cerca de 20 segundos. Primeiro ficou atónito perante aquela coisa que na primeira vez viu na sua vida, de imediato chamou a atenção à namorada.

Tentou logo de imediato tirar uma foto com o seu telemóvel de touch screen HP, mas porque procurar o ícone de fazer fotos e fazer a foto demorou algum tempo, quando ia para tirar a foto já o objeto ia na direcção de um candeeiro da piscina. Ora a luz do candeeiro estava a ser mais forte do que o ovo de fogo, por isso o Daniel Santos pensou que não valeria a pena tirar a foto porque o objeto já estava atrás da grande luz do candeeiro.

Aquela elipse não parecia metálica e os contornos escuros da parte superior davam-lhe um ar de sólido, Não houve alterações na sua luminosidade, também não chegou a iluminar os arredores.
O seu desaparecimento deixou-se na horizontal e lentamente.

Entrevista feita por Augusto de Moura e Luís Aparício no dia 12 Julho 2008 na esplanada do Hotel Beja Parque na cidade de Beja em Portugal.

Fotos feitas pelo Augusto de Moura.

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