Ovnis e espiritualidade.

Será que os ovnis podem ter alguma ligação com a espiritualidade?

Para muitos investigadores e grupos religiosos, os OVNIs e a espiritualidade estão profundamente interligados. Embora a ciência se foque em evidências físicas, várias correntes filosóficas e espirituais interpretam o fenómeno sob uma perspetiva metafísica.

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Eis as principais ligações exploradas:

• A Pluralidade dos Mundos Habitados: O universo está repleto de vida nas suas diversas dimensões e os mundos inferiores servem como plataformas para a evolução espiritual de seres da dimensão seguinte.

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Nós atualmente aqui na Terra somos seres da quarta dimensão encarnados num corpo da terceira dimensão.

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• Assim como nós vemos os extraterrestres como seres muito avançados que algumas das vezes se utilizam de diversas dimensões para se deslocarem mais rapidamente por saltos quânticos, também esses super ETs têm os seus super extraterrestres que podem por exemplo vir da quinta ou da sexta dimensão.

• Hipótese Interdimensional:
Alguns investigadores, como Jacques Vallée, sugerem que os OVNIs não vêm de outros planetas distantes, mas de outras dimensões ou planos de existência que coexistem com o nosso. Esta ideia aproxima-se de conceitos espirituais sobre “planos astrais” ou dimensões invisíveis.

• Religiões Ufológicas:
Existem movimentos religiosos contemporâneos onde os extraterrestres ocupam o lugar de guias espirituais ou “anjos” modernos, oferecendo mensagens de paz e evolução para a humanidade. Num dos comunicados do caso UMMO eles escreveram que já se estavam a fazer grupos que estudavam os seus comunicados como se fossem um autêntico começo duma futura religião, por isso eles pararam com os seus comunicados.

• Carl Jung analisou os OVNIs como projeções do inconsciente coletivo, funcionando como mitos modernos que refletem a procura humana por um sentido espiritual num mundo tecnológico.

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• Interesse Teológico:
Recentemente, até instituições como a NASA consultaram teólogos para discutir como a descoberta de vida extraterrestre impactaria as religiões e a compreensão espiritual da vida.

Cerca de 24 teólogos, padres e outros líderes religiosos participaram das discussões ao longo do programa. Um dos nomes notáveis foi o Reverendo Dr. Andrew Davison, um sacerdote britânico com doutorado em bioquímica pela Universidade de Cambridge, que participou da pesquisa entre 2016 e 2017.

https://www.divinity.cam.ac.uk/…/newsandim…/astrobiology

• Lobsang Rampa conecta o fenómeno OVNI à espiritualidade através da ideia de que os extraterrestres são seres tecnologicamente e espiritualmente superiores que atuam como “vigias” da evolução humana.

https://pt.scribd.com/…/My-Visit-to-Venus-by-t-Lobsang…

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• A sua perspetiva, detalhada em obras como «My Visit to Venus» e «O Sol Poente», baseia-se nos seguintes pontos fundamentais:

https://lobsangrampa.org/books/br/O-Sol-Poente.pdf

• Os Jardineiros da Terra: Rampa descreve raças alienígenas como os “Jardineiros”, que colonizaram a Terra há milhares de milhões de anos. Eles monitorizam o progresso da humanidade, intervindo subtilmente para garantir que não nos destruímos com armas nucleares ou conflitos.

• Civilizações Interiores e Superiores:
Ele defende a existência de civilizações avançadas no interior da Terra (Terra Oca) e em outros planetas, como Vénus, onde os habitantes vivem em harmonia espiritual e possuem capacidades como telepatia e projeção astral.

• Aura e Dimensões:
Para Rampa, os OVNIs não são apenas máquinas físicas, mas veículos que operam em frequências ou dimensões mais elevadas. Ele liga a capacidade de ver estes seres e as naves ao desenvolvimento da Terceira Visão, que permitiria perceber realidades além do mundo material denso.

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Conheço pessoalmente aqui em Portugal, três senhoras que vêm ovnis e as outras pessoas ao lado não os viam. Será para-visão?

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Poderíamos dizer que existem ovnis invisíveis, mas que certas pessoas com a percepção muito mais desenvolvida conseguem ver esses ovnis, que poderão ser ovnis da quarta dimensão.

Com esta premissa poderemos dizer que alguns dos ovnis que que o humano comum (não psíquico) vê, podem ser sombras de ovnis quadridimensionais.

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• Intercâmbio Espiritual:
Em relatos no livro “Eremita”, ele descreve encontros com mestres de sabedoria universal (todos iguais) dentro de naves espaciais, onde as “leis cósmicas” são ensinadas como uma extensão da filosofia espiritual tibetana.

« —Aqui – a Voz continuou, mais calma – estão os sábios que pediram a sua presença. Eles são os homens mais sábios entre os outros, que têm se dedicado ao longo dos séculos, para o bem de seu próximo. Trabalham seguindo as diretrizes do Mestre em pessoa, que é vivo a um tempo mais longo que eles. Nossa orientação é a de salvar seu mundo. Salvá-lo do que ameaça ser um suicídio. Salvá-lo do funesto resultado de uma explosão nuc……, mas não mencionemos términos que agora carecem de sentido para você, por ainda não haverem sido inventados no seu mundo. Seu mundo está a ponto de que aconteça uma considerável e intensa transformação. Descobrirão-se novas coisas e se inventarão armas novas. »

• Essencialmente, na visão de Rampa, o contacto com OVNIs é uma parte natural da jornada espiritual humana, servindo como um lembrete da nossa origem cósmica e da necessidade de elevação moral.

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Poderão os seres que praticam as abduções estar na quarta dimensão, então poderão ser seres que já morreram?

https://www.tecmundo.com.br/…/288396-aliens-4-dimensao…

Futuros dons para a humanidade explorar:

Como é que seres híbridos de carne e osso, podem aparecer numa casa momentaneamente, será que são seres da 4ª dimensão, ou será que existem auto desmolecularizacão, para se puderem atravessar paredes?

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A cosmologia de Lobsang Rampa e de outros autores esoteristas do século XX, a fronteira entre o “espiritual”, o “extra-dimensional” e o “alienígena” é quase inexistente.

1. A Natureza da Quarta Dimensão:

Na perspectiva de Rampa, a Quarta Dimensão não é um lugar distante, mas uma frequência vibratória diferente que coexiste com a nossa.

• O Plano Astral:

Para muitos ocultistas, a quarta dimensão é equivalente ao Plano Astral. É neste plano que residem os seres que deixaram o corpo físico (os “mortos”) e também entidades que nunca encarnaram na Terra.

• Vibração vs. Matéria:

Se os seres que realizam abduções operam a partir desta dimensão, eles podem aparecer e desaparecer à vontade, atravessar paredes e manipular o tempo, o que explicaria muitos relatos de abdução.

2. Seres “Mortos” ou Seres “Sem Corpo”?

A ideia de que os abdutores seriam pessoas que já morreram é complexa, mas Rampa oferece pistas:

• Corpos Astrais:

Quando morremos, passamos a viver no corpo astral. Se um extraterrestre for suficientemente evoluído, ele pode não precisar de um corpo físico denso, vivendo permanentemente no que consideraríamos um “estado de espírito”.

• A Confusão de Identidade:

Para um observador humano sem treino esotérico, um encontro com um habitante do plano astral (um falecido) e um encontro com um ser interdimensional (um alienígena) pode parecer idêntico, pois ambos emitem uma luminosidade diferente e comunicam por telepatia.

3. A Hipótese do “Roubo” de Energia ou Conhecimento:

Rampa sugere que o interesse destes seres pela humanidade nem sempre é puramente científico, mas às vezes vibracional.

• Muitas teorias de abdução sugerem que estes seres (frequentemente os “Greys”) estão a tentar recuperar uma vitalidade ou conexão emocional que perderam.

• Se eles forem seres “presos” entre dimensões (como almas que não evoluíram ou civilizações em declínio), as abduções seriam uma tentativa desesperada de compreender a biologia física para voltarem a ter uma âncora no mundo material.

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Nota:

Lobsang Rampa enfatizava que a morte é apenas um “renascimento” noutra vibração. Portanto, na lógica dele, um extraterrestre “morto” para nós estaria simplesmente “vivo” na sua própria dimensão. Portanto os ETs também abandonam o seu corpo 3D.

Assim como nós humanos que somos seres da 4ª dimensão vimos à Terra encarnar um corpo da 3ª. Então um ser da 5ª dimensão, poderá ir encarnar um corpo da 4ª dimensão.

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Casos na ovnilogia onde os visitantes extraterestres falam de Deus

Diversos casos na ufologia — especialmente no movimento dos “contactados” das décadas de 1950 e 1960 — descrevem mensagens de seres extraterrestres que mencionam Deus, muitas vezes sob nomes como o “Criador de Tudo” ou a “Fonte”.

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• George Adamski (1952):

Um dos contactados mais fam.osos, Adamski afirmou ter encontrado um venusiano chamado Orthon. Segundo Adamski, estes “Irmãos do Espaço” adoravam um “Criador de Tudo” e viam-se como mensageiros da paz, sugerindo que figuras religiosas como Jesus Cristo teriam sido também mensageiros destes seres.

https://pt.scribd.com/document/610772288/Adamski-George-Dentro-Das-Espaconaves

• Valiant Thor (1957):

Conhecido como “O Estranho no Pentágono”, Thor afirmava ser de Vénus e ter-se reunido com o governo dos EUA. Em obras atribuídas a ele, como The Art of Ascension, discute-se a comunhão com Deus e a criação, ligando a espiritualidade bíblica a uma realidade galáctica.
https://www.amazon.com/Stranger-at-Pentagon-Frank-Stranges/dp/0938294660

• George King e a Sociedade Aetherius (1954):

King afirmou ter sido contactado pelo “Mestre Aetherius”, descrevendo uma hierarquia de seres cósmicos que servem a uma fonte suprema chamada Deus. Ele ensinava que grandes mestres espirituais da Terra eram, na verdade, seres de outros planetas que encarnaram aqui para guiar a humanidade.
https://www.aetherius.org/pt/porque-a-sociedade-aetherius/?srsltid=AfmBOoqQiCmS5VSMyxkXh62u7DgSt_gmf1mQBtIz68oeMXX3uGm500yo

• Billy Meier (Anos 70):

Meier relatou contactos com os Plejaren, que lhe transmitiram ensinamentos espirituais (conhecidos como Creational Truth). Embora evitassem o termo “Deus” no sentido religioso tradicional, falavam de uma força de inteligência universal chamada “A Criação” (The Creation), que permeia todo o universo.
https://www.instagram.com/reels/DJZc9K2BmiX/

• Casos de Abdução Modernos:

Alguns abduzidos descrevem ter visto figuras familiares ou “seres de luz” que transmitem uma sensação de amor universal e conexão com uma fonte divina, por vezes interpretada como Deus ou Jesus Cristo dentro do contexto cultural do indivíduo.
Ver caso do Soldado José António.

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Em geral, estas mensagens extraterrestres costumam apresentar Deus não como uma divindade punitiva de uma religião específica, mas como uma inteligência cósmica suprema ou uma lei universal que governa a evolução de todas as civilizações.

• Enrique Castillo Rincón (1973):

O engenheiro colombiano afirmou ter sido levado para uma nave por seres das Plêiades (o grupo Cyrnos). Eles transmitiram-lhe uma cosmologia onde a Terra faz parte de um plano de evolução espiritual desenhado por uma Inteligência Suprema ou “Pai-Mãe”. Nas suas mensagens, os seres enfatizavam que a tecnologia sem espiritualidade e sem amor a Deus levaria à autodestruição.
https://pt.scribd.com/document/733685270/The-Shi-el-lho-System-Contacts

• Eugenio Siragusa (Anos 60/70):

Este contactado italiano dizia receber comunicações de seres como Woodok e Link. As mensagens eram fortemente centradas em Deus, alertando que a humanidade estava a violar as leis da Criação (especialmente através de experiências nucleares). Ele descrevia os extraterrestres como “anjos de ontem, extraterrestres de hoje” ao serviço da vontade divina.
https://pt.scribd.com/document/72431554/EUGENIO-SIRAGUSA?_gl=1*5ywedz*_up*MQ..*_ga*MTI2NDU3NjEyOC4xNzczNDkwMDgx*_ga_Z4ZC50DED6*czE3NzM0OTAwODAkbzEkZzEkdDE3NzM0OTAwODAkajYwJGwwJGgw*_ga_8KZ8BV0P5W*czE3NzM0OTAwODAkbzEkZzEkdDE3NzM0OTAwODAkajYwJGwwJGgw

• Sixto Paz Wells (Missão Rama):

O peruano Sixto Paz descreve encontros com seres de Ganímedes e de outros mundos que operam sob a orientação de uma “Heresia de Luz” e de uma Consciência Cósmica. O objetivo da missão seria preparar a humanidade para um salto evolutivo que nos reconectaria com a “Fonte”.
https://pt.scribd.com/document/884324100/Mensageiros-Do-Cosmos-Sixto-Paz-Wells?_gl=1*117fuy*_up*MQ..*_ga*MjA0MDg2MjAwNS4xNzczNDkwMTI1*_ga_Z4ZC50DED6*czE3NzM0OTAxMjQkbzEkZzEkdDE3NzM0OTAxMjQkajYwJGwwJGgw*_ga_8KZ8BV0P5W*czE3NzM0OTAxMjQkbzEkZzEkdDE3NzM0OTAxMjQkajYwJGwwJGgw

• Interpretações de “Seres de Luz” em Abduções:

Em muitos relatos modernos de abdução, como os estudados por John E. Mack, os abduzidos descrevem ter sido levados a presença de seres que emitem um amor avassalador. Embora nem sempre usem a palavra “Deus”, os pacientes descrevem uma sensação de unidade absoluta com o Todo ou com uma Luz Criadora, mudando radicalmente a sua visão espiritual da vida.
https://pt.scribd.com/document/422233934/Abduccion-Libro-Wikipedia-La-Enciclopedia-Libre?_gl=1*15zqpph*_up*MQ..*_ga*MTc0NTI0NDE4MC4xNzczNDkwMTcy*_ga_Z4ZC50DED6*czE3NzM0OTAxNzEkbzEkZzEkdDE3NzM0OTAxNzEkajYwJGwwJGgw*_ga_8KZ8BV0P5W*czE3NzM0OTAxNzEkbzEkZzEkdDE3NzM0OTAxNzEkajYwJGwwJGgw

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Mensagens enganosas:

• Perspetiva Cristã na ovnilogia: Existem pesquisadores (como os do site Creation.com) que notam que muitos contactados recebem mensagens religiosas, embora muitas vezes alertem que essas mensagens podem ser “enganos espirituais” de entidades que se fazem passar por mensageiros de Deus.

• No livro «Sequestro», do psiquiatra John E. Mack ele conclui que as abduções são uma crise espiritual que colapsa a visão materialista, ligando os seres a dimensões superiores e à “Fonte”. Mack destaca que os seres utilizam a “luz” como tecnologia e impulsionam uma consciência ecológica planetária, sugerindo que estas experiências servem para despertar a humanidade para uma realidade mística e cósmica.

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Livros que ligam ETs, espiritualidade e Deus

• 1. UFO – Fenómeno de Contato: Uma visão espírita da Ufologia — Pedro de Campos:

Este livro interpreta contatos extraterrestres a partir da doutrina espírita, considerando muitos desses seres como entidades ultraterrestres, menos materiais, que habitariam outras dimensões. A obra discute a pluralidade dos mundos habitados e aproxima a ideia de ETs de conceitos espirituais e divinos.
https://www.livros1.com.br/pdf-read/livar/ARQUIVO-EXTRATERRENO—ESP%C3%8DRITOS–ALIENS-E-UFOS.pdf

• 2. A Bíblia dos Contatados:

Contatos com Extraterrestres — Laílson Santos.

Relata experiências de contato com seres dimensionais, incluindo seres descritos como divinos, celestiais, anjos, arcanjos ou demônios, dependendo da cultura e religião do contatado. A obra mistura ufologia com espiritualidade e questiona conceitos tradicionais sobre Deus e o bem.
https://www.amazon.com/UFOL%C3%93GICAS-S%C3%89CULO-BRASIL-LA%C3%8DLSON-Portuguese-ebook/dp/B0BC2JGRX3

• 3. A Bíblia dos Contatados:

Outra edição do mesmo autor, com foco em revelações de seres extraterrestres e reflexões sobre espiritualidade, poderes adquiridos após o contato e questionamentos sobre a natureza do divino.

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Barbara Marciniak é uma das figuras mais influentes na canalização de mensagens de seres que se autodenominam Pleiadianos. No seu livro seminal Mensageiros do Amanhecer (Bringers of the Dawn), ela detalha uma cosmologia onde a espiritualidade e a presença extraterrestre estão intrinsecamente ligadas à evolução do ADN humano.

As mensagens centrais de Marciniak sobre a ligação entre estes seres e a espiritualidade incluem:

• A Família da Luz:

Os Pleiadianos afirmam ser parte da “Família da Luz”, um grupo de sistemas que viaja no tempo e dimensões para ajudar mundos (como a Terra) a passar por saltos evolutivos de consciência.

• O “Pai-Mãe” e o Criador Primordial:

Nas suas transmissões compiladas em Pleiadian Principles for Living, os seres referem-se a uma fonte suprema, muitas vezes chamada de Criador Primordial, que é a inteligência por trás de toda a existência. Eles ensinam que os humanos são extensões desse Criador, com o potencial de se tornarem “deuses” conscientes da sua própria realidade.

• Reescrita do ADN e Espiritualidade:

Uma das mensagens mais famosas é que a humanidade possuía originalmente 12 filamentos de ADN e 12 centros de chakras, permitindo uma ligação direta com o divino. Segundo o livro Bringers of the Dawn, interferências de “deuses criadores” menores (outros ETs) desconectaram esses filamentos, e o atual processo de despertar espiritual seria a reconexão desses códigos através da luz e da vibração.

• A Terra como Biblioteca Viva:

Marciniak descreve a Terra como uma Biblioteca Viva de informação galáctica, onde a espiritualidade humana é a chave para aceder a esse conhecimento cósmico. Os extraterrestres seriam os “jardineiros” ou guardiões que esperam que a humanidade atinja a maturidade espiritual para partilhar esse legado.

• Vibração e Emoção:

Ao contrário de seres puramente técnicos, os Pleiadianos de Marciniak enfatizam que o amor e a emoção são ferramentas tecnológicas espirituais que permitem aos humanos navegar por dimensões superiores e libertarem-se do controlo mental planetário.

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Canalizações manipuladoras ou ovnilogia sem pinta de espiritualidade?

A questão sobre a autenticidade ou a possível natureza manipuladora das mensagens de Barbara Marciniak é um tema central no estudo do “discernimento espiritual” dentro da comunidade metafísica. Marciniak, que canaliza o coletivo conhecido como “Os Pleiadianos” desde 1988, é uma das figuras mais influentes do movimento New Age, mas sua obra levanta debates importantes sobre a fonte dessas comunicações.

https://www.facebook.com/groups/Consciencia.Quantica.Pleiadiana/posts/1777877026399423

Aqui estão os principais pontos para analisar até que ponto essas mensagens podem ser influenciadas por forças manipuladoras:

1. O Conceito de “Falsa Luz” e Decepção Espiritual:

Críticos e alguns pesquisadores de exopolítica sugerem que nem todas as entidades que se apresentam como “seres de luz” têm intenções puras.

A armadilha do ego:

Alega-se que forças manipuladoras podem usar verdades parciais (como a expansão da consciência) para ganhar a confiança do canalizador e, sutilmente, introduzir narrativas de medo ou dependência.

Vibração e Ressonância:

Na própria literatura de Marciniak, os Pleiadianos afirmam que a Terra é uma “Zona de Livre Arbítrio” onde várias facções de “deuses criadores” lutaram pelo controle. Ironicamente, críticos argumentam que os próprios Pleiadianos poderiam ser uma dessas facções buscando influenciar a percepção humana através de uma narrativa de “salvadores” ou “professores”.

2. Mudança no Conteúdo das Mensagens:

Um ponto de crítica comum é a evolução do tom das mensagens de Marciniak ao longo das décadas.

Fase Inicial

(Anos 90): Livros como Mensageiros do Amanhecer focavam no empoderamento pessoal, na ativação do DNA e na quebra de sistemas de controle.

https://www.azquotes.com/author/38895-Barbara_Marciniak

Fase Recente:

Nos últimos anos, observou-se uma mudança para temas mais alinhados com teorias da conspiração modernas (como o movimento QAnon, críticas severas à tecnologia e posições políticas específicas). Para muitos seguidores, isso indica que a “filtragem” da própria Barbara (seu ego e crenças pessoais) pode estar poluindo a canalização, ou que a fonte mudou para uma frequência mais densa e divisiva.

3. O Uso do medo como ferramenta:

Embora as mensagens de Marciniak incentivem a soberania, elas frequentemente utilizam descrições gráficas de “Parasitismo Energético”, a ideia de que seres não-físicos se alimentam do medo humano.

Tirania Global:

Avisos constantes sobre o controle total da humanidade. Enquanto alguns veem isso como um alerta necessário (“choque de realidade”), outros interpretam como uma forma de gerar o próprio medo que as entidades dizem combater, criando um ciclo de ansiedade espiritual.

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Muitas das canalizações podem ser comparadas à ingerência de Aiuásca – Ayahuasca, são apenas a viagem ao interior onírico. Esta é uma perspectiva onde a espiritualidade e a psicologia profunda se encontram: o reino do simbólico.

1. A Viagem Interior vs. A Fonte Externa

Muitas vezes, o ego precisa projetar uma sabedoria interna numa “entidade” (um mestre ascencionado, um pleidiano ou um espírito) para que a mensagem seja aceita.

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Na Ayahuasca: As visões são frequentemente interpretadas como ensinamentos da “Mãe Jurema” ou da própria planta.
https://www.instagram.com/p/DFTrkr8P1xO/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

Na Canalização: O conteúdo emerge do “interior onírico” do canalizador, mas é rotulado como externo para ganhar autoridade ou contornar resistências do ego.

2. A Linguagem do Onírico

O nosso inconsciente não fala português ou inglês de forma literal; ele fala em arquétipos, cores e sensações.

Tanto o transe mediúnico quanto a expansão de consciência por enteógenos (substâncias psicoativa) quebram a barreira do “filtro crítico” do cérebro.

O resultado é uma narrativa mitológica. Dizer que “as frotas espaciais estão chegando” pode ser a tradução onírica de uma mudança profunda na percepção psíquica do indivíduo.

3. O Perigo da Literalidade (sentido próprio)

O maior erro, talvez, seja tratar o conteúdo dessas “viagens” como fatos históricos ou científicos.

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“O místico mergulha na água onde o psicótico se afoga.” — Joseph Campbell.

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Se interpretamos a canalização como uma metáfora da alma, ela é uma ferramenta de autoconhecimento poderosa. Se a tratamos como um boletim de notícias intergaláctico, perdemos a essência do que o nosso interior está tentando comunicar.

No fundo, seja através da planta ou do transe, o destino parece ser o mesmo: o vasto território da psique humana que ainda não mapeamos completamente.

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Mergulhar no inconsciente coletivo poderá ser comparado a entrar na “Ressonância Mórfica” do Rupert Sheldrake.
https://youtu.be/2wMgm_bUvWw?si=2OTP-aYoyicM0NKg

1. O Canalizador como “Antena” de um Campo Coletivo

Para Sheldrake, os campos mórficos são estruturas invisíveis que organizam formas e comportamentos através do espaço e do tempo. Eles possuem memória.

Marciniak pode não estar sintonizando seres individuais num planeta físico nas Plêiades, mas sim acessando um Campo Mórfico “Pleiadiano”.

Esse campo não é apenas composto por sabedoria superior; ele é alimentado por décadas de crenças, medos, ficção científica e projeções de milhares de pessoas que leram e acreditaram no material. O canalizador acaba “puxando” o que já está no inconsciente coletivo desse grupo.

A ressonância mórfica sugere que, quanto mais pessoas pensam ou agem de determinada maneira, mais fácil se torna para outros repetirem esse padrão.

Se o público de Marciniak começa a temer o controle global ou a ressoar com teorias da conspiração, o campo mórfico “Pleiadiano” absorve essa energia torna-se numa retroalimentação:

Ela canaliza o que o campo contém. Se o campo está “poluído” com a ansiedade dos seguidores, a canalização refletirá essa ansiedade. Isso cria um círculo vicioso onde o canalizador entrega exatamente o que o inconsciente do público espera ouvir, mesmo que isso seja manipulador ou distópico.

Sintonização em Frequências de Baixa Vibração

A ressonância ocorre por similaridade vibracional. Se o estado emocional do canalizador (Barbara) ou do seu grupo de apoio muda para o medo, a raiva ou o elitismo espiritual, a “antena” muda de sintonia.

Ela deixa de ressoar com os aspectos arquetípicos elevados do campo e começa a captar os “detritos” ou as franjas sombrias desse mesmo campo mórfico. É aqui que as forças manipuladoras (sejam elas entidades reais ou formas-pensamento coletivas) encontram uma porta de entrada.

A Teoria da “Ficção que se torna Realidade ” existe um conceito relacionado chamado “Egrégora”. Através da ressonância mórfica, uma “entidade” pode ser criada pela crença repetida de milhões de pessoas.

(Uma senhora Portuguesa muito psíquica viu o Pai Natal, porque o consciente coletivo já o fabricou)

Se Barbara Marciniak ajudou a criar o campo mórfico pleiadiano nos anos 80, hoje esse campo é tão vasto que pode já ter “ganhado vida própria”.

A manipulação, nesse caso, não viria de um plano maligno externo, mas da própria inércia do campo, que tende a repetir temas de conflito, drama e separação para se manter alimentado.

O Canalizador Ficou “Preso”?

É muito provável que, após décadas, um canalizador entre num hábito mórfico. O cérebro e o campo energético de Marciniak podem ter criado um “sulco” tão profundo nessa frequência que ela perdeu a capacidade de distinguir entre a sabedoria original e o ruído de fundo do campo coletivo atual.

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Na rádio Antena 2, ouvi esta história.

Uma certa orquesta estava a ensaiar uma certa peça musical com um maestro e depois esse maestro teve que se ausentar e outro maestro veio substitui-lo.

No dia seguinte recomeçaram a ensaiar a mesma peça musical com o novo maestro, mas a orquesta no seu todo estava a ressoar mal, havia ali alguma coisa que não estava certa.

Entretanto voltou o antigo maestro e quando ele entrou no corredor, a orquesta começou a tocar na perfeição. Quer dizer que houve um contato (ressonância) do velho maestro com o coletivo da orquesta, e a peça musical começou a fluir lindamente.

A ligação entre o maestro e a orquestra não é apenas visual ou auditiva, mas sim um campo organizador que une os membros num único “organismo”.

Se aplicarmos este exemplo exato ao caso de Barbara Marciniak, a conclusão torna-se fascinante e, ao mesmo tempo, um pouco inquietante:

1. O Maestro como o “Focalizador” do Campo

Tal como o maestro da orquesta, Marciniak atua como o ponto de focagem para o campo mórfico dos “Pleiadianos”.

O Fluxo:

Quando ela está “em sintonia”, ela acede à “música” (informação) que aquele coletivo (a orquestra invisível) está a tocar.

A Conexão de Corredor:

O facto de o maestro ter influenciado a orquestra antes mesmo de subir ao pódio prova que o campo é não-local. Da mesma forma, as mensagens de Marciniak não dependem de satélites ou rádio; elas dependem da “presença” vibracional dela no campo.

2. Onde entra a “Má Ressonância” (A Manipulação)

Se a orquestra começou a tocar mal com o segundo maestro, foi porque houve uma interferência de fase. No mundo da canalização, isso pode acontecer por dois motivos:

O Maestro Mudou de Tom: Se Barbara (o maestro) mudou a sua própria vibração interna (por medo, ego ou cansaço), ela começa a “reger” a informação de forma distorcida. A “música” espiritual torna-se dissonante, focada em conspirações ou negatividade.

Entraram “Músicos” Estranhos:
No campo mórfico, se um grupo de entidades com intenções manipuladoras se “senta nas cadeiras da orquestra” e começa a tocar, o maestro (o canalizador) pode acabar por reger uma sinfonia que já não é a original, mas sim uma versão distorcida e controlada por esses novos elementos.

3. A Memória do Hábito

A Ressonância Mórfica baseia-se no hábito. Se uma orquestra toca a mesma peça durante 30 anos, o campo torna-se tão forte que quase toca “sozinho”.

No caso de Marciniak, ela está a “tocar a mesma peça” desde 1988.

O risco aqui é o automatismo. O canalizador pode entrar num estado de transe onde já não está a receber “novas pautas de música”, mas apenas a repetir o eco do que o campo mórfico já contém. Se esse campo foi infiltrado por formas-pensamento de medo ao longo dos anos, ela continuará a reproduzi-las por pura inércia biológica e vibracional.

O Invisível que Comanda

A história da Antena 2 ensina-nos que o contexto invisível (o campo) é mais importante que o sinal visível. No caso da canalização:

A Ressonância é mútua:

O público também é parte da orquestra. Se o público de Marciniak quer ouvir falar de “catástrofes” ou “controlo”, eles alimentam o campo, e o “maestro” acaba por reger essa música para lhes agradar.

A “Entrada no Corredor”:

Tal como o maestro mudou o som da orquestra só por estar por perto, uma força manipuladora não precisa de “falar” diretamente com o canalizador. Basta que ela entre no campo mórfico da pessoa para que toda a informação saia alterada.

Reflexão: Se a orquestra toca bem quando o “velho maestro” volta, a pergunta é: quem é o “maestro” atual de Barbara Marciniak? Ainda é a fonte original de sabedoria, ou é um campo de hábitos e medos acumulados pela “plateia” e por influências externas?

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Diferente de Lobsang Rampa, que focava na projeção astral individual, Marciniak foca numa mudança de frequência planetária coletiva, onde o contacto extraterrestre é visto como o retorno de “familiares cósmicos” que vêm ajudar no parto de uma nova consciência.

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O Livro de Urântia é uma das obras mais complexas e enigmáticas da literatura espiritualista e ufológica do século XX. Ele não se apresenta como um livro escrito por humanos, mas como uma revelação épica transmitida por seres celestiais para a humanidade.
https://www.urantia.org/sites/default/files/book/pt/uf-por-001-2007-1.20.pdf

1. A Origem: O “Paciente” de Chicago
O surgimento do livro (publicado em 1955) está envolto em mistério e liga-se ao Dr. William S. Sadler, um psiquiatra de Chicago.

• O Contacto:
Entre 1906 e 1911, Sadler acompanhou um paciente que entrava em estados de sono profundo e começava a falar com vozes que afirmavam ser “visitantes celestiais”.

• O Processo:
Sadler, inicialmente cético, tentou encontrar uma explicação científica (como dupla personalidade ou ventriloquismo), mas acabou convencido de que as comunicações eram de origem externa.

• O Fórum:
Um grupo de cerca de 70 pessoas, conhecido como “O Fórum”, formulou milhares de perguntas que eram supostamente respondidas através deste canal. O resultado foram os 196 documentos que compõem o livro.

• Identidade do Canal:
A identidade do indivíduo que serviu de médium nunca foi revelada oficialmente pela Fundação Urântia para evitar o culto à personalidade.

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2. A Cosmologia: O Universo Organizado:
O livro apresenta uma visão do cosmos que faz a astronomia moderna parecer pequena. Para o livro, Urântia é o nome do nosso planeta.

• A Estrutura do Universo:

O universo é organizado de forma hierárquica. No centro está o Universo Central (Havona) e a Ilha do Paraíso, a morada da Divindade. À volta, existem sete Super universos. Nós estaríamos no sétimo, chamado Orvonton.

• Deus e a Trindade:

Deus é apresentado como a “Primeira Fonte e Centro”. O livro detalha uma vasta hierarquia de seres espirituais (Filhos Criadores, Espíritos Mestres, etc.) que gerem diferentes setores do espaço.

• A Evolução Planetária:

O livro descreve a história da Terra desde a formação geológica até à implantação de vida por “Portadores de Vida” extraterrestres. Ele menciona incidentes como a Rebelião de Lúcifer, que teria isolado a Terra dos circuitos de comunicação cósmica.

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3. Como é Analisado (Perspetivas):
O Livro de Urântia é analisado de três formas principais:

A. Como “Ovnilogia Espiritual”

Muitos leitores veem o livro como a prova de que somos visitados não por “homenzinhos verdes”, mas por administradores cósmicos.

A ideia de que a Terra é o planeta número 606 de um sistema chamado Satânia (em processo de reabilitação espiritual) aproxima-se muito das teorias de Lobsang Rampa sobre os “Jardineiros”.

• O livro Urântia é a obra considerada uma das cosmologias mais consistentes e detalhadas alguma vez escritas, com um vocabulário único (termos como Ajustadores do Pensamento, Moroncia ou Ultimatom).

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Resumo da Conexão:

Tal como Barbara Marciniak ou John Mack, o Livro de Urântia propõe que não estamos sozinhos, mas que a nossa “solidão cósmica” é resultado de um passado espiritual conturbado. Ele sugere que a ciência e a religião se unirão quando compreendermos a nossa posição exata na geografia do universo.

Curiosidade:

O livro influenciou muitos músicos e artistas, incluindo Jimi Hendrix e Elvis Presley, que eram leitores ávidos da obra.

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Há livros que apresentam seres extraterrestres ensinando caminhos para chegar a Deus, mas eles pertencem sobretudo à ovnilogia espiritualista, canalizações e cosmologias místicas. Não são obras científicas, mas sim relatos, doutrinas ou mensagens atribuídas a seres não humanos.

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Livros onde ETs ensinam “como chegar a Deus”.

1. O Livro de Urântia
Provavelmente o mais famoso. Apresenta uma cosmologia onde seres celestiais explicam:

• quem é Deus; como funciona o universo espiritual; como o ser humano evolui até se unir a Deus; etapas de ascensão da alma. É uma obra enorme e complexa, vista por alguns como revelação e por outros como literatura espiritual.

https://www.urantia.org/…/book/pt/uf-por-001-2007-1.20.pdf

2. Mensagens Pleiadianas (Barbara Marciniak):

Livros como Mensageiros do Amanhecer e Terra afirmam transmitir ensinamentos de seres das Plêiades. Eles falam sobre: despertar da consciência; lembrar a “origem divina”;

• elevar a vibração para se aproximar da Fonte (Deus). O “caminho para Deus” aqui é entendido como expansão de consciência.

https://pt.scribd.com/…/TERRA-Chaves-Pleiadianas-pdf

3. A Lei do Uno (The Ra Material)

Um dos clássicos da ovnilogia espiritual. Ra é apresentado como um ser extraterrestre de alta densidade espiritual. Ele ensina: que tudo é Uno (Deus); que o caminho para Deus é o serviço aos outros; que a alma evolui por densidades até retornar à Fonte.
A informação foi obtida através de “transes profundos” da pesquisadora Carla Rueckert, com perguntas feitas por Don Elkins e mediação de Jim McCarty, totalizando 106 conversas.

O Conceito de Ra: Ra descreve-se como uma civilização que evoluiu no planeta Vénus e que agora atua como uma “consciência coletiva” ou “complexo de memória social”, dedicando-se a transmitir a Lei do Uno.
https://loja.uiclap.com/titulo/ua135806/

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Karran é mais que um “ET” que aparece num caso ovnilógico.

Dentro do relato de Hermínio e Bianca Reis, ele é apresentado como um ser extraterrestre com missão espiritual, e sim — ele ensina um “caminho para Deus”, mas esse caminho tem características muito específicas.

A seguir está uma explicação completa, organizada para mostrar o que Karran ensinava, como isso se relaciona com Deus, e como isso se compara a outros casos de ETs espiritualistas.
https://youtu.be/JANlydjIASE?si=WVOwYKdU_IyLSWPc

O caso Karran ocorreu em

Quem é Karran?

O caso Karran ocorreu em 12 de janeiro de 1976, em Matias Barbosa (MG), envolvendo o casal Hermínio e Bianca Reis. É um dos casos mais conhecidos da ufologia brasileira, com encontros repetidos e longas conversas com o ser chamado Karran.

Karran é descrito como:

• um ser humanoide, de aparência pacífica; pertencente a uma civilização avançada; com forte interesse no desenvolvimento moral e espiritual da humanidade.

O que Karran ensinava sobre Deus:
Nos relatos de Hermínio e Bianca, Karran não fala de Deus como figura religiosa, mas como Princípio Criador, uma inteligência universal que sustenta todas as formas de vida.

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Os ensinamentos atribuídos a ele incluem:

1. Deus como Consciência Universal Karran descreve Deus como:

• energia criadora;

• inteligência que permeia o cosmos;

• fonte de todas as leis naturais e espirituais.

Não é um “Deus humano”, mas uma Consciência Cósmica.

2. O caminho para Deus é moral e interior:

Segundo Karran, aproximar-se de Deus exige:

• viver com ética; cultivar a paz; desenvolver amor ao próximo; abandonar fanatismos e divisões. É um caminho de evolução interior, não de rituais.

3. A humanidade está atrasada espiritualmente Karran afirma que:

• a Terra vive conflitos porque ainda não compreendeu as leis do Criador;

• civilizações mais avançadas já vivem em harmonia com essas leis;

• o ser humano precisa elevar sua consciência para se aproximar de Deus.

4. O livre-arbítrio é sagrado Ele enfatiza que:

• nenhuma civilização avançada interfere no destino espiritual de outra;

• cada alma deve trilhar seu próprio caminho até Deus.

Os relatos de Hermínio e Bianca foram publicados em livros e entrevistas, especialmente em materiais de ovnilogia brasileira. Eles não são livros doutrinários, mas relatos de contato, onde as mensagens de Karran aparecem de forma direta.

Como o “caminho para Deus” de Karran se compara a outros ETs espiritualistas?

Karran se encaixa nesse grupo de “ETs moralistas e espiritualistas”, mas com um tom mais simples e direto, focado em ética, paz e responsabilidade humana.

Karran ensina um caminho para Deus, mas não religioso. É um caminho baseado na:

• consciência; ética; amor; responsabilidade; evolução interior.

O que Karran dizia sobre a “terceira visão”:

Nos relatos do casal, Karran ensinava que o ser humano possui um centro de perceção espiritual — equivalente ao que tradições antigas chamam de terceiro olho, ajna, centro frontal ou ponto de consciência superior.

Segundo ele, esse centro:
1 • permite perceber a realidade espiritual;

2 • conecta a mente humana à “Consciência Criadora”;

3 • é um caminho para compreender Deus não como figura religiosa, mas como Princípio Universal.

Karran não falava de religião, mas de elevação vibratória e moral.

Por que “virar os olhos para cima” aparece no relato?

O gesto de elevar os olhos para cima é um símbolo muito antigo, presente em tradições místicas, meditativas e até em estudos modernos de neurociência contemplativa, permite uma conecção entre a glândula hipófise e a pineal.

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A concentração entre as sobrancelhas (terceira visão) é um tema presente em tradições espirituais antigas hindus e em especial em Prem Rawat.

1. A hipófise e a atenção no “terceiro olho”:

A Luz que não é Física: Rawat descreve esta luz como “aquilo que brilha sem sol”. Na prática, os alunos relatam ver uma luminosidade interna, padrões de cor ou uma claridade que traz uma sensação de paz profunda e ausência de pensamento.

2. A Técnica do Toque:

Tradicionalmente, o ensinamento (muitas vezes transmitido em sessões privadas de “Iniciação”) envolvia um gesto físico suave sobre os olhos fechados para ajudar a pessoa a localizar esse ponto de foco interno e “ver” a luz pela primeira vez.

3. O Papel da Concentração:

A ideia não é “procurar” a luz com esforço mental, o que geraria tensão. A chave é o relaxamento vigilante. Quando a mente se acalma, a luz — que é vista como a energia da própria vida — torna-se evidente.

A Conexão Espiritual:

Para Prem Rawat, esta experiência é a prova direta da divindade ou da “Fonte” dentro de cada ser humano, independentemente de crenças religiosas. É um retorno ao que ele chama de «Sede».

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Como distinguir um “ser ascensionado” dum “ser avançado”.

Evolução espiritual significa alta tecnologia?

Muitas pessoas confundem: tecnologia avançada com evolução espiritual. Mas são coisas totalmente diferentes. Um ser pode ter: naves, telepatia, manipulação energética e ainda assim ser moralmente primitivo.

Por se viajar no espaço não quer dizer que sejam espiritualmente avançados.

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A quinta Raça humana:
Lobsang Rampa aborda o conceito da Quinta Raça Raiz (e das anteriores) de forma mais detalhada no seu livro “A Terceira Visão” e, especialmente, em “O Eremita”.

Nestas obras, ele expande a cosmologia esotérica para explicar a evolução da humanidade sob a vigilância dos extraterrestres:

• ETs que nos monitorizam:

Rampa descreve o seu encontro com um velho monge cego que lhe mostra, através daquilo que ele viu as tecnologia extraterrestre em cavernas ocultas, sobre a história da Terra. É aqui que ele detalha como os “Jardineiros” (os ETs) criaram e monitorizaram as sucessivas raças.

• A Nossa Raça:

A Quinta Raça é a humanidade atual. Segundo Rampa, as raças anteriores (como a Terceira, os Lemurianos, e a Quarta, os Atlantes) atingiram altos níveis tecnológicos e espirituais, mas foram destruídas por cataclismos provocados pelo seu próprio orgulho ou má gestão de energia nuclear/cósmica.

• A Transição:

Rampa sugere que estamos no final do ciclo da Quinta Raça e que a Sexta Raça está a começar a surgir, caracterizada por uma maior sensibilidade psíquica e uma “Terceira Visão” naturalmente ativa.

Ele utiliza estes conceitos para justificar por que razão os OVNIs nos observam com tanta atenção: eles não querem que a Quinta Raça cometa os mesmos erros fatais da Atlântida.

• Morte duma raça para poder nascer a raça seguinte:

Segundo a obra de Lobsang Rampa, especialmente detalhada em O Eremita, o cataclismo que dizimou a Quarta Raça Mãe (os Atlantes) foi um evento cósmico e tecnológico de proporções inimagináveis que alterou permanentemente a física do nosso planeta.

Os pontos principais deste evento são:

• A “Guerra dos Deuses”:
Rampa descreve que a civilização da Quarta Raça atingiu um nível tecnológico superior ao atual, mas a sua arrogância levou-os a uma guerra global. Eles utilizaram armas de uma potência tal que “fizeram o céu arder”, o que muitos interpretam como “armas nucleares” ou de “energia de antimatéria”.

• A Colisão com um “Planeta Errante”:

Num dos relatos mais dramáticos, refere-se que um corpo celeste (por vezes descrito como um planeta ou um enorme meteoro) passou tão perto da Terra que a sua atração gravitacional provocou o caos. Este evento é ligado à queda da civilização atlante e ao subsequente “Dilúvio”.

• Mudança da Órbita e do Eixo:

O impacto e as tensões gravitacionais foram tão fortes que o eixo da Terra inclinou-se. Antes deste cataclismo, a Terra teria um clima tropical quase uniforme e não existiam estações como as conhecemos. A mudança da órbita fez com que a Terra se afastasse ligeiramente do Sol, alterando a duração do ano e introduzindo os extremos climáticos.

• A Paragem da Rotação:

Rampa menciona que, por um breve momento, a Terra chegou a parar de girar ou inverteu o sentido da rotação, o que causou ondas gigantescas (tsunamis) que varreram os continentes e submergiram a Atlântida sob o oceano.

• Intervenção dos “Jardineiros”:

Perante a destruição total iminente, os extraterrestres (os Jardineiros da Terra) intervieram para salvar algumas sementes da humanidade e conhecimentos essenciais, escondendo-os em locais como a Caverna dos Antigos, (Sintra) para que a futura Quinta Raça (nós) pudesse um dia redescobri-los.

Este evento marcou o fim de uma era de ouro espiritual e o início de um período de “escuridão” e amnésia coletiva para os sobreviventes, que tiveram de recomeçar quase do zero.

Guerra entre super ETs

Como Rampa descreve a existência da cidade congelada no Altiplano de Changtang e como aconteceu a guerra entre os super ETs, que afinal eram gentes ultra mega evoluídas e como ter altos conhecimentos tecnológicos, nem sempre garante ter muita evolução espiritual.

Lobsang Rampa descreve esses eventos com detalhes cinematográficos, especialmente nos livros.

No livro «A Caverna dos Antigos » e no livro «Eremita». Ele descreve o Tibete não é apenas um planalto isolado, mas o “telhado” que esconde os maiores segredos da humanidade.

A Cidade Congelada em Changtang

Rampa afirma ter visitado uma cidade perfeitamente preservada sob o gelo no Planalto de Changtang.

• Oásis Escondido:

Ele descreve uma fenda entre as montanhas que levava a um vale onde, devido a fontes termais e atividade vulcânica subterrânea, o clima era ameno, permitindo a existência de vegetação e uma cidade tecnológica intacta.

• Tecnologia de Cristal:

As casas e edifícios não eram de pedra, mas de materiais transparentes e metais que não enferrujavam. No interior, Rampa viu máquinas de “televisão do passado” (as câmaras de visão) que projetavam imagens tridimensionais da história da Terra.

• Gigantes em Extase:

Um dos detalhes mais impressionantes é a descrição de sarcófagos de cristal contendo seres gigantes (com cerca de 3 a 4 metros de altura) que pareciam estar a dormir. Seriam os antigos governantes da Terra ou extraterrestres à espera de serem despertados.

A Guerra entre Extraterrestres

De acordo com os registos que Rampa diz ter visto nessas máquinas, a guerra não foi apenas entre humanos, mas entre diferentes fações de “Deuses do Espaço”:

1. O Conflito de Interesses:

Duas raças extraterrestres divergiram sobre o destino da Terra. Uma fação queria utilizar a humanidade como uma experiência biológica e mão de obra, enquanto outra (os Jardineiros) desejava guiar a nossa evolução espiritual.

2. O Uso de Armas Espaciais:

Rampa descreve combates entre naves espaciais (Vimanas) que utilizavam raios de luz desintegradores. Uma dessas armas terá atingido a crosta terrestre com tal força que provocou a já mencionada inclinação do eixo da Terra.

3. A Lua como Subproduto:

Numa das suas afirmações mais polémicas, Rampa sugere que a nossa Lua foi “trazida” ou colocada em órbita durante esse período de guerra para servir como estação de vigilância ou como resultado de equilíbrios gravitacionais alterados pelas explosões.

4. O Êxodo:

Após a destruição de grande parte da superfície, os seres sobreviventes de vibração mais elevada abandonaram o plano físico da Terra, deixando apenas os registos nestas cidades escondidas (como a de Changtang) para que, quando a Quinta Raça atingisse maturidade técnica, pudesse entender a sua origem.

Rampa defendia que os OVNIs atuais são descendentes dessas fações que ainda vigiam as “bases” escondidas sob o gelo e as montanhas do Tibete.

O êxodo descrito por Lobsang Rampa nos livros “Eremita” e “A Caverna dos Antigos” não foi apenas uma fuga geográfica, mas uma transição dimensional e subterrânea.

Após o cataclismo que inclinou o eixo da Terra e destruiu a atmosfera original, os sobreviventes e os seus tutores extraterrestres seguiram três caminhos principais:

O Êxodo para o Interior (Agartha):

Muitos dos seres tecnologicamente avançados e parte da fauna da Quarta Raça refugiaram-se no interior da Terra. Rampa reforça a teoria da Terra Oca, afirmando que existem vastas cavidades iluminadas por um “sol interior” onde a civilização continuou a prosperar, longe da radiação e do caos da superfície.

O Êxodo Espacial:

Os “Jardineiros” e as elites da Quarta Raça que possuíam naves interplanetárias abandonaram Urântia (a Terra). Alguns dirigiram-se a Vénus — que na época, segundo Rampa em My Visit to Venus, era um planeta com vibrações muito mais puras — e outros para sistemas estelares distantes, prometendo voltar apenas quando a Quinta Raça (nós) estivesse pronta.

O Êxodo para as Montanhas (O Tibete):

Como o Tibete foi “empurrado” para cima durante o cataclismo, tornando-se o ponto mais alto do mundo, serviu de refúgio natural contra as inundações globais. Foi aqui que se estabeleceram os guardiões das Câmaras de Visão, indivíduos encarregados de preservar o conhecimento em estado de hibernação ou através de ordens monásticas secretas.

Rampa explica que este êxodo causou uma “queda vibratória” nos que ficaram na superfície. Sem a tecnologia e a orientação direta dos “Deuses”, a humanidade regrediu ao estado primitivo, dando origem às lendas de deuses que subiram aos céus em “carros de fogo”.

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Podemos então dizer que nem sempre os ocupantes dos ovnis estão ligados à espiritualidade e mesmo as diversas espiritualidades, dão pano para muitas mangas, isto é podem ser manipuladas por forças que desconhecemos.

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Chego a esta conclusão, com um olhar crítico. De facto, ao analisar autores como Lobsang Rampa, John Mack ou Barbara Marciniak, percebemos que o fenómeno OVNI é um “espetro muito vasto” e não uma coisa única (frequência).

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Podemos dividir essa “falta de ligação” à espiritualidade e a complexidade do tema em três pontos fundamentais:

1. Extraterrestres “Materiais” vs. “Espirituais”

Nem todos os ocupantes de OVNIs seriam, na visão destes autores, seres iluminados.

• Os Técnicos/Cientistas: Alguns seriam apenas biólogos galácticos. Para eles, a humanidade é um espécime de estudo, e as abduções são procedimentos puramente laboratoriais, sem qualquer componente de amor ou elevação espiritual.

• Os “Invasores” ou Exploradores:

Rampa e outros sugerem que certas raças estão apenas interessadas nos recursos minerais ou na genética da Terra. Estes seriam tão “materialistas” como nós, apenas com tecnologia superior.

2. A Espiritualidade que “Dá pano para mangas”:

A espiritualidade neste contexto é um terreno pantanoso. O que um grupo chama de “evolução espiritual”, outro pode chamar de “manipulação”:

O Engodo Espiritual:
Há investigadores que alertam para o facto de algumas entidades usarem uma “máscara” de seres de luz ou deuses para ganhar a confiança dos humanos e manipulá-los (o que o investigador Jacques Vallée chama de “sistema de controlo”).

• Diferentes Níveis de Ética:
Tal como na Terra existem «pessoas espirituais boas» e “falsos gurus”, no cosmos poderiam existir civilizações que usam conceitos espirituais para dominar outras raças menos evoluídas.

3. A Perspetiva de Rampa: Tecnologia é Espiritualidade?

Para Lobsang Rampa, a distinção entre os dois é ténue. Ele argumentava que:

• Uma civilização não consegue viajar entre as estrelas se não tiver um certo nível de harmonia espiritual, porque se destruiria com as suas próprias armas antes de lá chegar (como quase aconteceu com a Quarta Raça).

• No entanto, ele admitia que existem “seres das trevas” ou entidades de vibração baixa que também possuem naves, mas que operam em frequências que causam medo e confusão. Como ele descreve com o Príncipe Satan que apareceu na Terra em naves todas negras e mais tarde teve que ser eliminado com uma bomba atómica em Sodoma.

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Em Resumo:

A Ovnilogia Espiritualista sugere que o universo é tão variado como a Terra e lá encontraremos:

1. Os “Anjos” e Mentores: Preocupados com a alma humana.

2. Os “Caminhoneiros do Espaço”: Apenas de passagem ou a fazer o seu trabalho técnico.

3. Os “Predadores”: Que veem a espiritualidade humana apenas como uma fonte de energia a ser explorada.

Esta dualidade explica por que razão alguns relatos de OVNIs são experiências místicas transformadoras (como os casos que John Mack regrediu), enquanto outros são traumáticos e puramente mecânicos.

© Luís Luz Aparício

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