Costumo ir a atividades da Ciência Viva no verão, e naquele dia tinha agendada uma atividade às 21h30 no planetário de Lisboa em Belém para observarmos o céu de Lisboa à noite através de binóculos.
Depois de uma apresentação no interior do planetário o palestrante guiou-nos ao exterior onde já se encontravam os telescópios montados para a respectiva observação.
Sou uma pessoa mais atenta ao céu que me rodeia desde as duas experiências com objetos que nunca consegui identificar que tive na minha vida e por isso naquela noite quando estava à espera da minha vez de observar pelo telescópio observo centenas de luzes a cintilar e a deslocarem-se a uma velocidade impressionante.
A formação das “estrelas” ou “Luzes” não era uniforme, ou seja, à medida que se deslocavam ganhavam formas diferentes.
Exemplo: enquanto que a formação de um bando de patos é sempre em V durante quase toda a viagem, este conjunto de objetos era em circulo passados 10 segundos, para oval e depois alternava forma geométrica indescritível. De realçar que estas formas eram imperfeitas.
O avistamento foi feito de noite e a cor era prateada.
Possível numero, centenas.. está a ver um enxame de abelhas juntas? assim era aquilo mas numa proporção maior.
Um enxame nunca se encontra com a mesma forma geométrica quando voam, pois nao? assim era aquilo.
Questionei à pessoa que estava responsável pelos telescópios à qual me respondeu que no ano passado aconteceu a mesma coisa e não sabia dizer que fenómeno estava a ocorrer.
Obrigado
RUI SILVA
Nota:
Esta descrição quase parece o relato das massas de ovnis vistos em Almada pela Ana.

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