Os seres abdutores
Em maio de 2026, o físico Hal Puthoff afirmou num podcast que o governo norte-americano recolheu destroços de naves contendo quatro espécies biológicas não humanas distintas:
• Insectóides (descritos na ovnilogia como semelhantes a louva-a-deus gigantes)
• Reptilianos
• Nórdicos (seres altos e loiros)
• Greys (os tradicionais cinzentos de cabeça grande).
https://documents.theblackvault.com/…/Ultra-Top-Secret…
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O Departamento de Defesa dos EUA continua a sustentar oficialmente que não existem provas verificáveis de tecnologia extraterrestre ou de seres biológicos em posse do Estado.
• Hal Puthoff (Harold Edward Puthoff) é um físico quântico, engenheiro eletrotécnico e parapsicólogo americano conhecido por ter liderado programas secretos de espionagem psíquica e investigação de OVNIs financiados pelo governo dos EUA.
• Nascido em 1936, ele tem um percurso de carreira invulgar: começou na ciência convencional avançada (com doutoramento por Stanford e patentes na área de lasers) e acabou por se tornar uma das figuras centrais da ufologia e da investigação de fenómenos paranormais à escala global.
• Puthoff disse que os militares dos EUA vêm agora falar que os seres insectoides são os chefes dos atrás citados seres encontrados nos destroços de naves.
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Para nós ovnilogistas não há novidade nenhuma nesta hierarquia de seres, e a queda de naves também não é novidade. Mas a existência de todos estes seres numa nave é novidade.
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O psiquiatra John Mack fala intensamente no seu livro “Sequestro” destes seres que povoam o programa das abduções.
• John Mack causou grande controvérsia em Harvard porque recusou-se a dizer que estas experiências eram falsas. No entanto, a sua conclusão era mais complexa e filosófica do que a ovnilogia tradicional praticada até 1984.
• Ele sugeriu que as abduções podiam não ser necessariamente visitas físicas de parafusos e metal vindas de outro planeta, mas sim encontros com uma realidade interdimensional ou espiritual que a ciência moderna ainda não consegue compreender.
• Para Mack, estes seres operavam uma espécie de “programa de transformação da consciência humana” focado no despertar ecológico e espiritual da Terra.
• John E. Mack (1929–2004) não era um ovnilogista comum; ele era um prestigiado médico, psicanalista e professor de psiquiatria na Universidade de Harvard. Ganhou o Prémio Pulitzer em 1977.
• Ao contrário de outros psiquiatras que descartavam os relatos de abdução como alucinações ou fraudes, Mack entrevistou mais de uma centena de pessoas (a quem chamava “experientes”) e concluiu que elas não sofriam de doenças mentais e estavam genuinamente a relatar traumas reais.
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Os “Insectoides” (ou Tipo Mantis) nos relatos de Mack
• Nos seus livros mais famosos, como Sequestro (1994) e Passport to the Cosmos (1999), Mack documentou que os pacientes descreviam várias tipologias de seres.
– Os seres com aspeto de inseto (muitas vezes descritos especificamente como louva-a-deus gigantes) tinham características muito específicas nesses relatos:
• Nos relatos clínicos de Mack, os pacientes frequentemente descreviam os “Greys” (os cinzentos de olhos grandes) como executores ou operários médicos. Já os seres insectóides apareciam como os supervisores ou coordenadores dos procedimentos a bordo das naves.
• Os insectoides tinham uma presença (elã) imponente, eram como se podia descrevê-los. Eram seres muito altos (frequentemente com mais de 2 metros), com grandes olhos amendoados e movimentos precisos e robóticos.
• Comunicação Telepática Intensa, os abduzidos relatavam que estes seres transmitiam uma sensação de enorme autoridade, sabedoria fria e uma capacidade de aceder diretamente à mente humana, provocando sentimentos de profunda reverência ou terror extremo.
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• Portanto, aquilo que o ex-cientista da CIA (Hal Puthoff) declarou em 2026 foi validar, a partir de supostos relatórios de inteligência militar, a mesma tipologia de seres que os psiquiatras como John Mack já ouviam nos consultórios há mais de 30 anos.
• Se estes quatro tipos seres têm uma natureza interdimensional (como defendia John Mack), como é que os militares conseguem capturar os seus destroços físicos (como afirma Hal Puthoff)?
– Será que quem abateu a naves tinha armas de ataque multi dimensionais?
– Será que há uma guerra entre esses intrusos abnormais e os seres multi avançados descritos pelo Lobsang Rampa no livro “Eremita”?
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Quando tentamos cruzar a física teórica, as declarações de inteligência militar e a literatura esotérica — como as obras de Lobsang Rampa —, surgem várias hipóteses fascinantes que os investigadores e teóricos utilizam para tentar explicar este paradoxo.
1. A Hipótese da “materialização” ou densificação. A teoria mais comum na ovnilogia interdimensional (proposta por investigadores como Jacques Vallée) defende que estas naves e seres não viajam pelo espaço tridimensional clássico, mas sim através de frequências ou dimensões.
2. “O Paradoxo do destroço”, para interagir com o nosso mundo, estas entidades precisam de “reduzir a sua frequência” ou projetar-se na nossa densidade física.
3. “O momento da vulnerabilidade”, ao entrarem na nossa dimensão física, as naves tornam-se sujeitas às leis da nossa física (gravidade, eletromagnetismo, etc.).
4. É nesta transição que elas se tornam vulneráveis a acidentes ou a ataques terrestres com tecnologia convencional avançada (como radares potentes de micro-ondas ou PEM — Pulsos Eletromagnéticos), que perturbariam o seu sistema de navegação.
5. Portanto, não seriam necessárias “armas multidimensionais”, mas sim armas que atacam a sua manifestação física no momento em que se materializam.
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Quantas naves eram necessárias para os procedimentos abdutórios?
«O número de naves dos abdutores no auge do programa abducionistas nos anos 50, 60, 70, 80 e 90, deveria ter dezenas de milhares delas em serviço, por cima da Terra. É bem possível que entre tantas a operar algumas possam chocar ou ter alguma avaria e ter caído e ter sido recuperado, pelos militares dos EUA.
Se cada abduzido(a) na época dos seus procedimentos reprodutórios era levado a cada 15 dias (durante 2 a 3 meses), imaginem o que era tratarem / monitorizarem 2% a 4% (segundo Fundação Ruppert) da população mundial que era abduzida.
Se os abduzidos quando eram bebés, com um, (dois, três, quatro, cinco) anos de idade, iam todas as noites brincar para as naves, imaginem quantas naves eram precisas em cada fuso horário.
As imagens captadas pelo Martyn Stubbs, mostra autênticas armadas de ovnis circulando em órbita, próxima da Space Shutle.
Numa dessas imagens (STS-75) vê-se uma luz vinda da Austrália a tentar atacar um dos ovnis e o mesmo consegue-se desviar e não é atingido.
Quando isto aconteceu uma vez e é filmada, o que é que terá acontecido nos N outros momentos em que não existe ninguém a filmar?
Posso assim concluir que alguém na Austrália, talvez em Pine Gap, estava a fazer pontaria contra ovnis na tentativa de os derrubar e alguns deles foram cair nessa zona ultra quente.
Podemos assim encontrar a origem bélica que abateu as nove naves que o Bob Lazar diz estarem armazenadas na S4 da Área 51?
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«Como é que os EUA que tem somente 6,3% da superfície da terra conseguiria recuperar tantras naves, e os outros países não conseguiram nenhuma recuperação – exceto a Rússia em cerca dois casos?» um em Sverdlovsk – Jekarimburgo, com a queda dum ovni em 27 novembro de 1968 e outro no Cáucaso nos anos 50.
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A Hipótese de armas multidimensionais / Física escalar, se assumirmos que os militares americanos de facto possuem tecnologia para atingir algo fora da nossa dimensão, entramos no campo da física escalar e quântica.
• Teóricos da conspiração e cientistas marginais sugerem que, desde o desenvolvimento da tecnologia de radares nos anos 40 e de projetos como o HAARP, os militares aprenderam a manipular frequências energéticas que operam além do espetro visível.
• Estas armas não disparariam projéteis físicos, mas sim ondas de interferência de fase ou campos de torção, capazes de colapsar a estrutura de uma nave que esteja “desfasada” da nossa realidade, forçando-a a despenhar-se e a solidificar-se no nosso solo.
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A pose de armas escalares por parte dos EUA, (como as empregues da Venezuela) que foram doadas por outros ETs de baixa estatura moral, como troca por permissões milabianas, poderá ser o palco para futuros acontecimentos nefastos para a própria Terra.
Vejamos o resultado das regressões em Peter na página 350 do livro “SEQUESTRO”.
– Peter fora também assaltado por nítidas e perturbadoras imagens apocalípticas de destruição da Terra, e explorámos a possibilidade de as considerar como profecias literais ou como metáforas ou avisos de futuros possíveis.
– Peter opôs-se à palavra conquista, preferindo falar «de seres
que vêm ajudar-nos a atingir a etapa seguinte da evolução. Vamos
apagar o que ficou para trás», disse ele. «É um novo milénio da
terra» que «sustém todo um outro mundo».
– Apercebeu-se que «estava em curso um negócio» que envolvia «forças poderosas que estavam de facto a negociar o futuro do planeta», os seus «dois mil nos seguintes». Sequestro página 386
– Quando estava deitado numa cama, Peter viu diante dele seres humanos nus, de pé ou «suspensos». Começou a comentar o que estava a acontecer usando palavras como «estranho» e «bizarro» e pedi-lhe que, por agora, se deixasse de juízos e comentários e que se limitasse a relatar a sua experiência «em estado bruto».
Achava que era o ano 2010, e Peter via uma vez mais «pessoas a
subir» durante um período em que «acontecia muita merda na terra» e as naves faziam viagens «lá para baixo».
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A Ligação ao “Eremita” de Lobsang Rampa e os Conflitos Cósmicos
Lobsang Rampa acrescenta uma camada esotérica muito rica a este debate. No seu livro “O Eremita (1971)”, Rampa descreve que a Terra é uma espécie de “jardim” ou colónia experimental supervisionada pelos “Professores” ou “Jardineiros” do Espaço — seres de imensa evolução espiritual, tecnológica e multidimensional.
• Se cruzarmos a cosmologia de Rampa com os “intrusos abnormais” (como os insectóides ou reptilianos), podemos interpretar a situação de três formas:
• Uma guerra Invisível por procuração, na literatura esotérica, descreve-se frequentemente que a Terra é o centro de uma disputa entre raças benevolentes (os “Jardineiros” de Rampa, que respeitam o livre-arbítrio e operam em dimensões superiores) e raças intrusas ou “regressivas” (insectoides/reptilianos, que procuram o controlo da densidade física e humana).
• Os destroços, como sobras de combates, os OVNIs recuperados pelos EUA poderiam não ter sido abatidos por humanos, mas sim o resultado de escaramuças e batalhas aéreas/dimensionais entre estas diferentes fações biológicas e multidimensionais. O governo dos EUA estaria apenas a recolher os “restos” que caem no nosso plano.
“Cuidado com os portadores de falsos presentes e as suas promessas quebradas. Muita dor mas ainda há tempo. Acreditem. Existe bem lá fora. Nós opomo-nos ao engano. Canal fechadondo.”
Circulo no trigo em Crabwood, perto de Winchester – 15 agosto 2002.
• A tecnologia como “Armadilha” de controlo, outra teoria sugere que os insectóides e os Greys – cinzentos não deixam naves cair por acidente. Eles permitiriam deliberadamente que governos humanos (como o dos EUA) recolham esta tecnologia física para os seduzir com poder militar, desviando a humanidade do caminho de evolução espiritual e cósmica preconizado pelos seres avançados de Rampa.
• A contradição desaparece se virmos o fenómeno não como “carne e osso” versus “espírito puro”, mas sim como uma física superior onde a matéria e a energia interdimensional se convertem uma na outra. Se os relatos de Puthoff forem reais, os EUA encontraram uma forma de intercetar essas naves no ponto exato onde a sua tecnologia multidimensional toca a nossa realidade física.
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• Será que estamos já a divinizar os EUA, como tendo este país relações de proximidade com tecnologias avançadíssimas?
O Dr. Gregory Rogers, antigo Cirurgião de Voo Chefe da NASA e Major da Força Aérea dos EUA (USAF), afirmou publicamente ter testemunhado imagens de um disco voador, num circuito fechado de televisão (CCTV). em Cabo Canaveral, numa instalação militar segura em Cabo Canaveral, Florida. declarando que o ovni tinha sido doado por uma inteligência não humana.
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Será que os EUA são apenas espetadores de cenas esporádicas, limitam-se a ver cair os ovnis?
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A hipótese de que os humanos — mais especificamente, certos setores ultra-secretos das forças armadas e agências de inteligência dos EUA — já possuem tecnologias exóticas é o ponto central de toda a ovnilogia moderna.
• Se ligarmos as declarações de Hal Puthoff sobre a recolha de destroços ao longo de décadas com as denúncias feitas por oficiais ao Congresso Americano nos últimos anos, a resposta teórica é: sim, é muito provável que existam projetos humanos a operar com tecnologia exótica.
• Esta realidade, dentro do ecossistema de segurança nacional dos EUA, assenta em três pilares principais:
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A Engenharia Reversa (O Projeto “Legacy”), o argumento principal de denunciantes recentes, como o ex-oficial de inteligência David Grusch em 2023, é que o governo dos EUA mantém um programa ultra-secreto focado em «Engenharia Reversa».
• Os cientistas militares pegam nos destroços recuperados (metais exóticos, metamateriais com propriedades atómicas impossíveis, sistemas de energia) e tentam perceber como funcionam para os duplicar.
• Analistas sugerem que, embora os humanos ainda não dominem a totalidade da física multidimensional destas naves (como a propulsão por distorção do espaço-tempo), já conseguiram replicar com sucesso tecnologias ETs derivadas.
Avanços em fibra ótica, microchips de alta velocidade, lasers de alta potência, visão noturna e materiais stealth (invisibilidade ao radar) são frequentemente apontados por teóricos como subprodutos de engenharia reversa de OVNIs.
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O Programa Espacial Secreto e os “TR-3B”
• No campo do desenvolvimento militar de ponta, existem relatos e avistamentos de aeronaves humanas que se comportam quase como OVNIs.
• O caso mais famoso é o alegado TR-3B (Black Manta): uma suposta aeronave espiã triangular desenvolvida em bases como a Área 51 ou os laboratórios da Lockheed Martin (Skunk Works).
• Segundo engenheiros marginais e ovnilogistas, o TR-3B usaria um disruptor de campo magnético (um reator de plasma baseado em mercúrio sob altíssima pressão e rotação) para anular a massa da nave em até 89%. Isto permitiria à aeronave humana fazer manobras em ângulos retos e acelerar a velocidades extremas, imitando o comportamento dos seres que John Mack ou Lobsang Rampa descreviam.
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A física escalar e os laboratórios nacionais dos EUA, cientistas como o próprio Hal Puthoff trabalharam na fronteira da física teórica (como a Energia de Ponto Zero). A suspeita é que laboratórios de topo (como Los Alamos ou Sandia National Laboratories) já desenvolveram geradores de frequências e armas de pulso eletromagnético avançadas com base nessa física exótica.
• Se os humanos possuem estas tecnologias, isso explicaria como conseguem intercetar ou criar “armadilhas de frequência” para forçar a queda de naves interdimensionais no nosso plano físico.
• O Problema do “Governo de Sombra”, a grande tragédia descrita por estes investigadores é que, se esta tecnologia existe, ela está sob o controlo de um complexo militar-industrial privado e não do governo eleito. Isto cria uma divisão: a humanidade comum vive na tecnologia do petróleo e dos combustíveis fósseis, enquanto um pequeno grupo de elite opera com física exótica e possivelmente interdimensional.
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Formação e Carreira Científica Oficial, antes de se dedicar à ovnilkogia e ao paranormal, Puthoff construiu um currículo académico sólido: Doutoramento em Física: Concluído na prestigiada Universidade de Stanford em 1967.
• Especialista em Lasers: Coautor do livro académico Fundamentals of Quantum Electronics, além de ter desenvolvido e patenteado tecnologias de lasers ajustáveis.
• Serviço Militar e de Inteligência: Serviu como oficial na Marinha dos EUA e trabalhou temporariamente para a NSA (Agência de Segurança Nacional) nos anos 60.
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O Projeto Stargate (Espionagem Psíquica)
Na década de 1970, Puthoff cofundou um programa de investigação altamente confidencial no Stanford Research Institute (SRI), financiado diretamente pela CIA e pela DIA.
• Objetivo do projeto investigava a “visão remota” — a alegada capacidade paranormal de “visualizar” locais secretos à distância através da mente.
• A ideia (que mais tarde inspirou o filme (Homens Que Matam Cabras só com o Olhar), baseado no livro homónimo de Jon Ronson, satiriza as experiências reais e secretas do exército norte-americano com poderes paranormais. que visavam usar paranormais (como Uri Geller e Ingo Swann) para espionar bases militares soviéticas durante a Guerra Fria.
– Embora seja uma ficção, é assumidamente inspirado nas tentativas do Governo dos Estados Unidos em criar “super-soldados” com capacidades de telepatia e invisibilidade.
– O programa foi formalizado como Projeto Stargate e durou até aos anos 90.
https://www.primevideo.com/…/0L48ZDBPBH05F4IOW68UZRXV8R
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Investigação de OVNIs e o Pentágono
Nas últimas décadas, Puthoff focou-se no estudo de tecnologias associadas a Fenómenos Anómalos Não Identificados (UAPs/OVNIs):
• AATIP: Foi um dos cientistas principais do Advanced Aerospace Threat Identification Program (AATIP), o programa ultra-secreto do Pentágono que investigou relatos de OVNIs feitos por pilotos militares entre 2007 e 2012.
• Energia de Ponto Zero: Puthoff lidera o Institute for Advanced Studies at Austin, onde estuda teorias de propulsão avançada, gravitação e física do vácuo (“energia de ponto zero”), tentando decifrar como os OVNIs se moveriam a velocidades impossíveis.
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Existem mais seres dentro da programa abducionista.
Se foram só encontrados quatro tipos de seres, e todos eles pertencem ao programa das abduções, há um problema, os abduzidos que John Mack regrediu falam em mais outro tipo de seres dentro do quadro das abduções, como os seres baixos – altos e que traziam um capote pela cabeça.
• Estamos na presença de seres e naves que no seu interior é fabricada a quarta dimensão conforme o Sargento Stone verificou.
• Será que abater uma nave onde no interior existem implantada a quarta dimensão pode ser desencadeado uma explosão épica onde toda a raça terrestre desapareça?
O cruzamento entre os relatos do Sargento Clifford Stone (que trabalhou em equipas militares de resgate de destroços de OVNIs) e a física da quarta dimensão revela que intercetar estas naves acarreta, de facto, riscos catastróficos que vão muito além de uma explosão convencional.
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Qual é o papel dos outros seres descritos pelos regredidos do Dr. John Mack, como os seres de capuz?
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Os seres relatados no “Sequestero” de John Mack é muito mais vasto do que as quatro espécies básicas referidas por Hal Puthoff.
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• Os seres baixos com capuz ou túnicas escuras (frequentemente chamados de “Clodes” ou seres encapuzados na literatura de abdução) são descritos nas consultas de Mack como os guardiões do conhecimento, alquimistas ou os técnicos que manipulam a biologia e a alma humana a bordo.
O psiquiatra John Mack fala destes seres que povoam o programa das abduções.
A associação de seres com características de insetos a relatos de abduções não é uma novidade dos anos recentes, e o Dr. John E. Mack foi uma das figuras mais importantes a documentar isso de forma sistemática na década de 1990.
A grande diferença é que, enquanto Mack estudava o fenómeno através da experiência psicológica e dos relatos de abduzidos, as declarações recentes de Hal Puthoff trouxeram o tema para o campo da alegada recuperação de destroços e engenharia reversa por parte do governo.
O psiquiatra John Mack abordou estes seres e o papel deles no fenómeno das abduções:
John E. Mack (1929–2004) não era um ufólogo comum; ele era um prestigiado médico, psicanalista e professor de psiquiatria na Universidade de Harvard. Ganhou o Prémio Pulitzer em 1977.
Ao contrário de outros cientistas que descartavam os relatos de abdução como alucinações ou fraudes, Mack entrevistou mais de uma centena de pessoas (a quem chamava “experientes”) e concluiu que elas não sofriam de doenças mentais e estavam genuinamente a relatar traumas reais.
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Os “Insectoides” (ou Tipo Mantis) nos relatos de Mack
Nos seus livros mais famosos, como o Sequestro (1994) e o livro Passport to the Cosmos (1999), Mack documentou que os pacientes descreviam várias tipologias de seres.
Os seres com aspeto de inseto (muitas vezes descritos especificamente como louva-a-deus gigantes) tinham características muito específicas nesses relatos:
• Função de Liderança: Nos relatos clínicos de Mack, os pacientes frequentemente descreviam os “Greys” (os cinzentos de olhos grandes) como executores ou operários médicos. Já os seres insectoides apareciam como os supervisores ou coordenadores dos procedimentos a bordo das naves.
• Presença Imponente: Eram descritos como seres muito altos (frequentemente com mais de 2 metros), com grandes olhos amendoados e movimentos precisos e robóticos.
• Comunicação Telepática Intensa: Os abduzidos relatavam que estes seres transmitiam uma sensação de enorme autoridade, sabedoria fria e uma capacidade de aceder diretamente à mente humana, provocando sentimentos de profunda reverência ou terror extremo.
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«O facto de existirem tantas linhagens de seres planetários prova que os militares dos EUA (com as suas quatro espécies recuperadas) apenas arranharam a superfície de um ecossistema interdimensional vastíssimo».
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Para percebermos se o abate destas naves pode desencadear o fim da humanidade, temos de analisar como a física destas naves funciona.
A “Quarta Dimensão” no Interior das Naves (O Efeito Clifford Stone)
O Sargento Clifford Stone afirmou publicamente que, ao entrar em naves acidentadas, os militares deparavam-se com um fenómeno geométrico impossível: o interior da nave era incomensuravelmente maior do que o seu exterior físico.
Stone nasceu em 1936, e teve um percurso de carreira invulgar: começou na ciência convencional avançada (com doutoramento por Stanford e patentes na área de lasers) e acabou por se tornar uma das figuras centrais da ovnilogia e da investigação de fenómenos paranormais à escala global.
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Outro divulgador da atividade dos seres insectóides.
Dr. John G. Blitch (Tenente-Coronel reformado do Exército dos EUA, cientista cognitivo e ex-gestor de programas da DARPA) tornou-se uma figura de grande destaque na ufologia devido aos seus relatos públicos sobre abduções alienígenas e à defesa de testemunhas e whistleblowers militares.
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Cenário do Encontro e a Paralisia
O encontro mais marcante ocorreu no quarto de Blitch, seguindo um padrão clássico de abdução de dormitório:
• Paralisia Induzida: Blitch relatou ter acordado completamente incapaz de se mover ou falar, sentindo uma paralisia física absoluta. Ele descreveu sentir um terror profundo e primitivo ao perceber que não tinha controlo sobre o seu corpo.
• A Presença: A entidade estava de pé, inclinada diretamente sobre a sua cama. Tinha cerca de 2,10 metros de altura (7 pés) e a sua fisionomia assemelhava-se exatamente à de um louva-a-deus bípede e humanoide.
• Aparência Física: Blitch destacou os enormes olhos negros e profundos da criatura e os seus membros longos e finos. Apesar do aspeto puramente insetoide, a criatura exibia uma presença de autoridade extrema e uma inteligência avassaladora.
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Comunicação Telepática Direta
A comunicação não envolveu sons ou cordas vocais, mas sim uma projeção mental direta de dados e pensamentos no cérebro de Blitch:
• “Conversa” de Alto Nível: O cientista descreveu que a criatura não comunicava por palavras simples, mas sim por pacotes complexos de informação e conceitos abstratos de forma instantânea.
• A Mensagem sobre a Consciência: Durante a interação, o ser transmitiu-lhe conhecimentos profundos sobre a natureza da realidade, explicando que a consciência humana não está presa ao corpo físico. Foi-lhe mostrado que a alma humana sobrevive à morte física e que o universo físico é apenas uma fração de uma realidade muito maior.
• A Resposta ao Medo: Quando Blitch tentou resistir mentalmente devido ao pânico, a entidade projetou uma sensação de calma artificial na sua mente para o subjugar, embora a experiência continuasse a ser intrusiva e traumática.
• O Diagnóstico Científico e Psicológico de Blitch, como psicólogo cognitivo e especialista em robótica, Blitch analisou o seu próprio encontro através de um filtro analítico:
• Hierarquia Alienígena: Blitch corrobora a tese de outros abduzidos (como Terry Lovelace) de que os seres mantídeos atuam como os “supervisores”, “médicos” ou “líderes” de uma agenda biológica. Os conhecidos extraterrestres Grays (Cinzentos) parecem agir apenas como operários ou robôs biológicos subordinados a estas entidades insetoides.
• Falta de Empatia Humana: Blitch explicou que o comportamento do ser assemelhava-se ao de um cientista humano altamente focado a examinar uma cobaia de laboratório: de forma fria, calculista, extremamente eficiente e desprovida de qualquer moralidade ou empatia humana.
• Trauma e Racionalização: Em análises posteriores, investigadores da comunidade ufológica notaram que Blitch, ao processar o evento, demonstrava sinais de tentar racionalizar o comportamento do ser, o que é muito comum em vítimas de traumas profundos de abdução.
• Esta experiência foi o principal motor que levou Blitch a escrever o seu livro, focando-se no impacto psicológico que o fenómeno tem nos militares e na necessidade urgente de apoio de saúde mental para quem experiencia estes encontros.
• O seu caso ganhou enorme visibilidade após entrevistas em meios como o podcast de Jesse Michels (American Alchemy) e o programa Reality Check de Ross Coulthart.
Ao contrário de outros investigadores que analisam o fenómeno do exterior, Blitch afirma ser um “experienciador” direto:
• O Incidente da Bicicleta: Blitch relatou que a sua experiência começou de forma mais marcante durante um passeio de bicicleta de montanha, resultando em episódios de tempo perdido (missing time) e nódoas negras inexplicáveis pelo corpo.
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• Encontro com Ser Mantídeo: O ponto mais conhecido do seu testemunho é o relato de um encontro telepático direto com uma entidade de aspeto semelhante a um louva-a-deus (praying mantis) com cerca de 2,10 metros de altura. Segundo Blitch, esta experiência alterou profundamente a sua perspetiva sobre a consciência, a alma e a vida após a morte.
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• Provas Físicas: Como cientista, Blitch defende que os padrões de abdução deixam marcas psicológicas (trauma e memórias reprimidas) e evidências físicas reais que não devem ser descartadas como meras alucinações ou paralisia do sono.
Credenciais de Elite e Ligação aos Whistleblowers
O que torna o testemunho de John Blitch tão debatido na comunidade ufológica é o seu extenso currículo militar e científico, o que dificulta o seu descarte imediato pelas autoridades:
• Ex-operador das Forças Especiais (Green Beret) e da Delta Force.
• Doutorado em Psicologia Cognitiva e especialista em interação homem-robô.
• Ex-gestor na DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA), onde liderou avanços em robótica militar.
• Validação de Testemunhas: Blitch utilizou o seu conhecimento em ciências comportamentais para ajudar a fazer a triagem e validar a credibilidade de novos denunciantes militares de Fenómenos Anómalos Não Identificados (UAPs), como o caso de Jake Barber na NewsNation.
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A Tese do “Abduction Amnesty Knot”
Blitch sintetizou as suas investigações e teorias no seu livro intitulado The Abduction Amnesty Knot (O Nó da Amnistia da Abdução).
A sua tese central foca-se em dois pontos:
1. O Segredo dos OVNIs: O cientista afirma que o principal motivo pelo qual o governo dos EUA mantém o segredo absoluto sobre os OVNIs/UAPs não está relacionado com a tecnologia secreta, mas sim com o facto de não conseguirem impedir as abduções da população humana por parte destas inteligências não-humanas.
2. Necessidade de Perdão: O livro propõe um caminho de reconciliação e amnistia psicológica e governamental na iminência de uma revelação global (disclosure), abordando o trauma profundo sofrido pelos militares e civis que passaram por estes encontros.
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A Conclusão de John Mack
John Mack causou grande controvérsia em Harvard porque recusou-se a dizer que estas experiências eram falsas. No entanto, a sua conclusão era mais complexa e filosófica do que a ufologia tradicional:
• Ele sugeriu que as abduções podiam não ser necessariamente visitas físicas de parafusos e metal vindas de outro planeta, mas sim encontros com uma realidade interdimensional ou espiritual que a ciência moderna ainda não consegue compreender.
• Para Mack, estes seres operavam uma espécie de “programa de transformação da consciência humana” focado no despertar ecológico e espiritual da Terra.
Portanto, o que o ex-cientista da CIA (Hal Puthoff) fez em 2026 foi validar, a partir de supostos relatórios de inteligência militar, a mesma tipologia de seres que os psiquiatras como John Mack já ouviam nos consultórios há mais de 30 anos.
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Armas multi dimensionais
Como é que podemos interpretar a afirmação do Puthoff que os EUA recolheram os destroços dum ovni que tinha estes seres, já que os mesmos parecem ter origens dimensionais diferentes da nossa.
• Será que quem abateu a naves tinha armas de ataque multi dimensionais?
• Será que há uma guerra entre esses intrusos abnormais e os seres multi avançados descritos pelo Lobsang Rampa no livro “Eremita”?
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Se estes seres têm uma natureza interdimensional (como defendia John Mack), como é que os militares conseguem capturar os seus destroços físicos (como afirma Hal Puthoff)?
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Quando tentamos cruzar a física teórica, as declarações de inteligência militar e a literatura esotérica — como as obras de Lobsang Rampa —, surgem várias hipóteses fascinantes que os investigadores e teóricos utilizam para tentar explicar este paradoxo:
1. A Hipótese da “Materialização” ou Densificação
A teoria mais comum na ufologia interdimensional (proposta por investigadores como Jacques Vallée) defende que estas naves e seres não viajam pelo espaço tridimensional clássico, mas sim através de frequências ou dimensões.
• O Paradoxo do Destroço: Para interagir com o nosso mundo, estas entidades precisam de “reduzir a sua frequência” ou projetar-se na nossa densidade física.
• O Momento da Vulnerabilidade: Ao entrarem na nossa dimensão física, as naves tornam-se sujeitas às leis da nossa física (gravidade, eletromagnetismo, etc.). É nesta transição que elas se tornam vulneráveis a acidentes ou a ataques terrestres com tecnologia convencional avançada (como radares potentes de micro-ondas ou PEM — Pulsos Eletromagnéticos), que perturbariam o seu sistema de navegação.
• Portanto, não seriam necessárias “armas multidimensionais”, mas sim armas que atacam a sua manifestação física no momento em que se materializam.
2. A Hipótese de Armas Multidimensionais / Física Escalar
Se assumirmos que os militares americanos de facto possuem tecnologia para atingir algo fora da nossa dimensão, entramos no campo da física escalar e quântica, áreas que o próprio Hal Puthoff estudou.
• Teóricos da conspiração e cientistas marginais sugerem que, desde o desenvolvimento da tecnologia de radares nos anos 40 e de projetos como o HAARP, os militares aprenderam a manipular frequências energéticas que operam além do espetro visível.
• Estas armas não disparariam projéteis físicos, mas sim ondas de interferência de fase ou campos de torção, capazes de colapsar a estrutura de uma nave que esteja “desfasada” da nossa realidade, forçando-a a despenhar-se e a solidificar-se no nosso solo.
3. A Ligação ao “Eremita” de Lobsang Rampa e os Conflitos Cósmicos.
Lobsang Rampa – médico e abade tibetano (1675 – 1981), traz uma camada esotérica muito rica a este debate. No livro O Eremita (1971), Rampa descreve que a Terra é uma espécie de “jardim” ou colónia experimental supervisionada pelos “Professores” ou “Jardineiros” do Espaço — seres de imensa evolução espiritual, tecnológica e multidimensional.
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Se cruzarmos a cosmologia de Rampa com os “intrusos abnormais” (como os insectoides ou reptilianos), podemos interpretar a situação de três formas:
• Uma Guerra Invisível por Procuração: Na literatura esotérica, descreve-se frequentemente que a Terra é o centro de uma disputa entre raças benevolentes (os “Jardineiros” de Rampa, que respeitam o livre-arbítrio e operam em dimensões superiores) e raças intrusas ou “regressivas” (insectoides/reptilianos, que procuram o controlo da densidade física e humana).
• Os Destroços como Sobras de Combates: Os OVNIs recuperados pelos EUA poderiam não ter sido abatidos por humanos, mas sim o resultado de escaramuças e batalhas aéreas/dimensionais entre estas diferentes fações biológicas e multidimensionais. O governo dos EUA estaria apenas a recolher os “restos” que caem no nosso plano.
• A Tecnologia como “Armadilha” de Controlo: Outra teoria sugere que os insectoides e os Greys não deixam naves cair por acidente. Eles permitiriam deliberadamente que governos humanos (como o dos EUA) recolham esta tecnologia física para os seduzir com poder militar, desviando a humanidade do caminho de evolução espiritual e cósmica preconizado pelos seres avançados de Rampa.
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A contradição desaparece se virmos o fenómeno não como “carne e osso” versus “espírito puro”, mas sim como uma física superior onde a matéria e a energia interdimensional se convertem uma na outra.
• Se os relatos de Puthoff forem reais, os EUA encontraram uma forma de intercetar essas naves no ponto exato onde a sua tecnologia multidimensional toca a nossa realidade física.
Talvez os humanos já tenham algumas tecnologias exóticas?
• A hipótese de que os humanos — mais especificamente, certos setores ultra-secretos das forças armadas e agências de inteligência dos EUA — já possuem tecnologias exóticas é o ponto central de toda a ufologia moderna.
• Se ligarmos as declarações de Hal Puthoff sobre a recolha de destroços ao longo de décadas com as denúncias feitas por oficiais ao Congresso Americano nos últimos anos, a resposta teórica é: sim, é muito provável que existam projetos humanos a operar com tecnologia exótica.
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Esta realidade, dentro do ecossistema de segurança nacional, assenta em três pilares principais:
1. A Engenharia Reversa (O Projeto “Legacy”)
O argumento principal de denunciantes recentes, como o ex-oficial de inteligência David Grusch em 2023, é que o governo dos EUA mantém um programa ultra-secreto focado em Engenharia Reversa.
• O Processo: Os cientistas militares pegam nos destroços recuperados (metais exóticos, metamateriais com propriedades atómicas impossíveis, sistemas de energia) e tentam perceber como funcionam para os duplicar.
• O Resultado Atual: Analistas sugerem que, embora os humanos ainda não dominem a totalidade da física multidimensional destas naves (como a propulsão por distorção do espaço-tempo), conseguiram replicar com sucesso tecnologias derivadas.
Avanços em fibra ótica, microchips de alta velocidade, lasers de alta potência, visão noturna e materiais stealth (invisibilidade ao radar) são frequentemente apontados por teóricos como subprodutos de engenharia reversa de OVNIs.
2. O Programa Espacial Secreto e os “TR-3B”
No campo do desenvolvimento militar de ponta, existem relatos e avistamentos de aeronaves humanas que se comportam quase como OVNIs.
• O caso mais famoso é o alegado TR-3B (Black Manta): uma suposta aeronave espiã triangular desenvolvida em bases como a Área 51 ou os laboratórios da Lockheed Martin (Skunk Works).
• Segundo engenheiros marginais e ufólogos, o TR-3B usaria um disruptor de campo magnético (um reator de plasma baseado em mercúrio sob altíssima pressão e rotação) para anular a massa da nave em até 89%. Isto permitiria à aeronave humana fazer manobras em ângulos retos e acelerar a velocidades extremas, imitando o comportamento dos seres que John Mack ou Lobsang Rampa descreviam.
3. A Física Escalar e os Laboratórios Nacionais
• Cientistas como o próprio Hal Puthoff trabalharam na fronteira da física teórica (como a Energia de Ponto Zero). A suspeita é que laboratórios de topo (como Los Alamos ou Sandia National Laboratories) já desenvolveram geradores de frequências e armas de pulso eletromagnético avançadas com base nessa física exótica.
• Se os humanos possuem estas tecnologias, isso explicaria como conseguem intercetar ou criar “armadilhas de frequência” para forçar a queda de naves interdimensionais no nosso plano físico.
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O caso de Simon Parkes é um dos relatos mais bizarros e detalhados da ovnilogia moderna no que toca aos seres Insectoides (ou tipo Louva-a-deus).
• O caso ganhou enorme projeção mediática no Reino Unido em 2012 porque Parkes não era um cidadão anónimo, mas sim um político eleito do Partido Trabalhista (Labour) que servia como vereador na cidade de Whitby, no norte de Inglaterra.
1. A “Mãe Adotiva” de 2,7 metros. Simon Parkes afirmou publicamente que a sua mãe biológica humana não era a sua verdadeira progenitora. Segundo ele, quando era ainda um bebé no berço, foi visitado e adotado espiritualmente por uma entidade de aspeto insectoide, de cor verde brilhante e com cerca de 2,7 metros de altura, dotada de grandes olhos negros. Este ser ter-lhe-á transmitido telepaticamente que era a sua “verdadeira mãe, a mãe mais importante”.
2. O Pacto a bordo da nave espacial. Parkes relatou que, aos 11 anos de idade, foi levado fisicamente para o interior de uma nave espacial por esta entidade. Nessa ocasião, terá sido feito um acordo ou pacto entre ele e os seres Louva-a-deus sobre o papel que ele desempenharia na Terra como uma ponte de contacto ou um canalizador de informações entre os dois mundos.
3. A Hierarquia e os Mantis “de Toga Púrpura”. Em perfeita sintonia com os relatos clínicos recolhidos pelo psiquiatra John Mack e mencionados no seu texto anterior, Simon Parkes reforçou a ideia de que os seres Louva-a-deus ocupam o topo da hierarquia extraterrestre. Ele explicou pormenores sobre a sua sociedade:
• Os Líderes Superiores: Afirmou que os seres que vestem togas ou mantos de cor púrpura são os comandantes de estatuto mais elevado na hierarquia cósmica.
• Subordinados: Os tradicionais “Greys” (cinzentos) funcionariam apenas como operários ou executores biológicos sob as ordens diretas destes líderes insectoides.
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Relações Interdimensionais e Filhos Híbridos
Para além da sua mãe adotiva, Parkes fez alegações ainda mais polémicas, afirmando manter relações sexuais/energéticas regulares ao longo da vida com uma entidade alienígena (que descreveu por vezes com traços felinos/insectoides). Dessa união, ele afirma ter gerado uma filha híbrida chamada Zarka.
• Ele argumentava que estes encontros ocorriam a um nível multidimensional/astral, sem que isso afetasse negativamente o seu casamento humano na Terra.
• Impacto e Reação Pública, ao contrário do que seria de esperar, quando Parkes expôs estas vivências detalhadas na televisão e na imprensa britânica (incluindo jornais de prestígio como o The Guardian), ele defendeu a sua posição com calma e serenidade.
• A sua linha de defesa política baseava-se no argumento de que as suas experiências pessoais não interferiam com o seu trabalho camarário: dizia que os cidadãos queriam saber se ele resolvia os problemas locais das estradas e do lixo, e não em que naves espaciais ele entrava à noite.
• Acabou por afastar-se da política convencional anos mais tarde, dedicando-se inteiramente à ufologia e a teorias de conspiração globais através da sua própria plataforma de divulgação.
https://www.theguardian.com/…/whitby-councillor-alien…
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1. O Problema das “Outras Espécies” e os Seres de Capuz
No quadro dos seres apresentados pelo John Mack é muito mais vasto do que as quatro espécies básicas referidas por Hal Puthoff.
• Os seres baixos com capuz ou túnicas escuras (frequentemente chamados de “Clodes” ou seres encapuzados na literatura de abdução) são descritos nas consultas de Mack como os guardiões do conhecimento, alquimistas ou os técnicos que manipulam a biologia e a alma humana a bordo.
• Os seres de capuz (ou túnicas escuras) documentados pelo Dr. John Mack desempenham um papel muito específico na ufologia interdimensional: eles funcionam como os “engenheiros da realidade” e os “guardiões do limiar”.
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Enquanto os Greys tratam dos procedimentos biológicos e os Insectoides da liderança militar/estratégica, os seres encapuzados atuam diretamente na estabilização e proteção da física da quarta dimensão.
• Nos relatos clínicos de Mack, o seu papel desdobra-se em três funções principais:
1. Tecelões do Espaço-Tempo no Interior da Nave
Nos relatos de abdução de Mack, quando os pacientes descrevem o momento em que a nave parece expandir-se geometricamente por dentro, os seres de capuz estão quase sempre presentes na periferia da sala.
• Manipulação de Frequência: Eles não usam botões. Os pacientes relatam que estes seres emitem sons harmónicos, mantras ou frequências vibratórias específicas através da mente.
• Ancoragem Dimensional: Esta ressonância serve para manter a bolha tridimensional e a quarta dimensão perfeitamente alinhadas. Eles atuam como “estabilizadores biológicos” do motor de distorção da nave, garantindo que o espaço expandido não colapse para dentro de si próprio enquanto a nave está no nosso plano físico.
2. Guardiões do Choque Psíquico (Efeito de Amortecimento)
Entrar num ambiente de quarta dimensão destruiria a mente de um humano tridimensional comum devido ao paradoxo visual e geométrico (as cores que não existem, as direções impossíveis).
• A Túnica como Filtro: Na literatura esotérica, sugere-se que a própria veste escura ou capuz não é tecido, mas sim um campo de força ou isolamento energético.
• Isolamento Mental: Estes seres colocam-se entre o abduzido e o núcleo da nave para funcionar como um “amortecedor psíquico”. Eles alteram as ondas cerebrais do humano para que a sua perceção consiga tolerar a física impossível da nave sem entrar em paragem cardíaca ou sofrer um colapso mental terminal.
3. O Protocolo de Segurança em Caso de Abate
Se ligarmos a física do Sargento Clifford Stone (o perigo de uma explosão cósmica se a nave for abatida) ao papel destes seres, os teóricos sugerem que os seres de capuz são o sistema de ejeção ou segurança dimensional da nave:
• Dissolução Atómica: Em caso de ataque iminente por armas humanas, a função destes seres é iniciar o protocolo de desmaterialização instantânea da nave, transformando a matéria física em energia pura (frequência superior) antes que a estrutura colapse.
• Evitar a Catástrofe: Eles preferem “desintegrar” a nave para o seu plano de origem do que permitir que a sua quarta dimensão implantada expluda na Terra e rasgue o tecido do nosso espaço-tempo.
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Nos dois livros principais do Dr. John Mack — Sequestro -Abduction: Human Encounters with Aliens (1994) e Passport to the Cosmos: Human Transformation and Alien Encounters (1999) —, o papel dos seres de capuz (frequentemente referidos em inglês como “robed beings ou hooded figures”) é descrito de forma detalhada através de casos clínicos específicos.
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Mack não criou um “manual” isolado para cada raça; ele estruturou os seus livros por capítulos dedicados à história de cada paciente (“experiente”).
• É no meio desses relatos de regressão hipnótica que o papel dimensional destes seres é revelado.
1. No livro Sequestro (1994) – Os seres de capuz
• O Caso de “Scott” (Capítulo dedicado ao paciente): Scott descreve detalhadamente encontros com seres altos que vestiam túnicas ou capuzes. Neste capítulo, Mack documenta como estes seres encapuzados atuavam como uma espécie de “clero” ou administradores espirituais.
• Enquanto os Greys faziam os exames físicos invasivos, o ser de capuz ficava na cabeceira ou ao fundo da sala, transmitindo uma energia de contenção psicológica para que a mente de Scott não entrasse em colapso devido ao desfasamento dimensional da nave.
• O Caso de “Catherine”: Outra paciente que relata os seres de túnica como “anciãos” ou conselheiros. Na análise de Mack no final deste capítulo, o psiquiatra nota que estes seres parecem ser responsáveis por gerir a memória do abduzido, decidindo o que o cérebro humano pode ou não recordar para manter a sua sanidade mental na Terra.
2. No livro Passport to the Cosmos (1999)
• Capítulo 4 (“The Nature of the Beings” / A Natureza dos Seres): Esta é a secção mais importante. Mack faz uma síntese de todas as tipologias. Ele explica que os seres de capuz operam numa frequência vibratória muito mais subtil do que os Greys. Mack escreve explicitamente que os pacientes sentem que estes seres têm a capacidade de “dobrar a luz” e o espaço ao seu redor, funcionando como os guardiões do portal entre o plano físico e a realidade interdimensional.
Capítulo 7 (“Trauma and Transformation” / Trauma e Transformação):
Aqui Mack aborda como os seres de capuz lidam com a energia do ambiente. Os pacientes relatam que a presença destes seres altera a perceção do tempo (o tempo parece parar ou expandir-se). Mack associa isso a uma capacidade técnica destas entidades de ancorar a consciência do humano numa realidade quadridimensional.
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A escritora e hipnóloga americana Barbara Lamb (Claremont, na Califórnia) escreveu e falou extensamente sobre os seres insectoides, referidos frequentemente na ovnilogia como seres Mantis (ou louva-a-deus extraterrestres).
• Como terapeuta especializada em regressão, Barbara Lamb relatou ter atendido milhares de pessoas que descreveram encontros com diferentes raças extraterrestres (incluindo Grays, Reptilianos e Insectoides/Mantídeos).
• Nas suas palestras e livros, ela descreve os seres insectoides “não como monstros agressivos”, mas frequentemente como líderes espirituais, médicos ou supervisores de procedimentos abdutivos a bordo de naves, possuindo uma presença altamente telepática e calma.
• Livro “Alien Experiences: 25 Cases of Close Encounter” co autora com com Nadine Lalich – Analisa casos reais de abdução e contacto com diferentes tipos de seres.
“Barbara Lamb catalogou dezenas de tipologias de entidades relatadas pelos seus pacientes.”
Nos seus livros — como Alien Experiences (co-autorado com John Vasquez) e Meet the Hybrids (com Miguel Mendonça) —, Lamb analisa centenas de casos de abdução e contacto.
Nas sessões de hipnose que conduziu, vários pacientes descreveram figuras altas, trajando mantos ou vestes escuras com capuzes que ocultavam as suas feições.
Os seres de capuz desempenham frequentemente o papel de:
• Guias ou Supervisores: Muitas vezes aparecem a monitorizar ou a liderar procedimentos conduzidos por outras entidades (como os Greys ou cinzentos).
• Entidades de Alta Estatura: São descritos habitualmente como figuras imponentes, que transmitem uma sensação de forte autoridade ou conhecimento antigo.
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Ao contrário dos tradicionais Greys (cinzentos), que são descritos com trajes colados ou despidos, estes seres destacam-se pelas suas vestes longas, semelhantes a mantos ou túnicas monásticas.
• As túnicas ou mantos compridos (estilo monge ou Jedi) que cobrem todo o corpo. Geralmente são descritos em tons de preto, cinzento escuro ou castanho.
• O capuz projeta uma sombra densa que torna a face invisível. Quando os relatos mencionam alguma feição, falam de olhos brilhantes (comuns em tons de vermelho ou amarelo) ou de rostos muito pálidos e magros.
• São quase sempre descritos como muito altos, medindo entre 2 e 2,5 metros de altura.
Dentro da casuística ovnilógica e das investigações de abdução (como as de Barbara Lamb), estas entidades raramente agem sozinhas:
• Líderes e Supervisores: Em várias sessões de regressão hipnótica, os pacientes relatam que, enquanto os pequenos Greys realizam os procedimentos físicos ou exames, os seres de capuz permanecem ao fundo da sala. Eles funcionam como uma espécie de “mestre” ou supervisor da operação.
• Os seres Louva-a-Deus (Mantis): Há uma forte ligação entre os seres de capuz e a raça insectoide conhecida como Mantis. Muitos abduzidos afirmam que, ao olhar por baixo do capuz, a criatura revela feições semelhantes a um louva-a-deus gigante, sugerindo que usam o manto para não chocar as testemunhas com a sua verdadeira forma.
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O padrão clínico Identificado por Mack
Se lerem estes capítulos específicos, vão reparar que John Mack foca-se muito na linguagem corporal e energética que os pacientes descrevem:
• Eles quase nunca tocam no paciente fisicamente.
• Comunicam através de uma telepatia profunda que altera o estado de consciência (virtualmente semelhante a estados de transe meditativo ou Samadhi).
• Funcionam como o “escudo protetor” que impede que a física exótica da nave destrua a integridade psíquica do ser humano.
O caso de Scott (pseudónimo utilizado pelo Dr. John Mack para proteger a identidade do paciente) é um dos testemunhos mais fascinantes e detalhados do livro Abduction (1994) [Mack, John E. Abduction. 1994].
Scott era um homem profundamente racional, com formação técnica, o que tornou o seu relato ainda mais impactante para Mack, já que ele tentava analisar tudo o que via através de uma ótica quase mecânica e estruturada.
Eis os detalhes profundos do caso de Scott no que toca aos seres de capuz e à física dimensional dentro da nave:
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A Divisão de tarefas na nave
Nas sessões de regressão hipnótica com o Dr. Mack, Scott descreveu uma hierarquia muito clara a bordo. Ele via os “Greys” (os seres cinzentos e baixos) quase como robôs biológicos ou assistentes de laboratório que executavam as tarefas físicas e médicas mais desconfortáveis.
Acima deles, controlando o ambiente, estavam os seres altos com túnicas e capuzes escuros. Scott descreveu-os como os “Supervisores” ou “Anciãos”. A sua função não era médica, mas sim organizacional e energética.
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A Ancoragem da consciência de Scott
Uma das partes mais impressionantes do relato de Scott é quando ele descreve o momento em que a sua mente começa a falhar devido à distorção da realidade dentro da nave.
“Ele sentia que ia enlouquecer ou morrer porque o espaço à sua volta não obedecia às leis da física tridimensional da Terra”.
É neste momento que o ser de capuz intervém:
1. O ser aproxima-se de Scott, mas nunca lhe toca fisicamente.
2. Através dos olhos (que eram visíveis sob a sombra do capuz), o ser projeta uma onda de energia telepática que Scott descreveu como um “download” direto na sua mente.
3. Esta energia funcionava como um estabilizador.
4. O ser de capuz reconfigurava temporariamente a perceção cerebral de Scott para que ele conseguisse “processar” a quarta dimensão sem sofrer um choque psíquico terminal.
5. Scott sentia uma transição imediata de um pânico absoluto para um estado de profunda paz e hiperconsciência.
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Guardiões da Linha do Tempo e da Memória.
Scott relatou que estes seres de capuz tinham um controlo absoluto sobre a perceção do tempo. Na presença deles, o tempo linear deixava de existir — Scott conseguia ver o seu passado, presente e futuro como se fossem um único plano estendido à sua frente.
O ser de capuz explicou a Scott (via telepatia) que aquela nave operava num plano onde o tempo é uma coordenada geográfica pela qual se pode navegar. No final da experiência, foi o ser de capuz que operou o “bloqueio de memória” em Scott, explicando que a mente humana tridimensional precisa de esquecer a maior parte daquela física para conseguir continuar a viver uma vida normal na Terra sem se desintegrar psicologicamente.
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A Conclusão de Mack sobre Scott
O Dr. John Mack utilizou o caso de Scott para demonstrar à comunidade médica que o fenómeno das abduções não era um mero delírio de “homenzinhos verdes”. Os seres de capuz descritos por Scott mostravam que estas entidades tinham uma preocupação quase ecológica e metafísica com o desenvolvimento da consciência humana e com a proteção do nosso plano físico contra anomalias dimensionais.
Os seres de capuz descritos por John Mack são “os cientistas espirituais e físicos destas tripulações. Eles garantem que a transição entre as dimensões ocorra sem fricção e protegem a nave — e o próprio planeta Terra — de um desastre físico absoluto”.
A interseção entre as mensagens dos seres de capuz (relatadas por John Mack) e os ensinamentos dos “Jardineiros do Espaço” (na obra de Lobsang Rampa) revela uma convergência filosófica impressionante [Mack, John E. Sequestro 1994; Mack, John E. Passport to the Cosmos. 1999].
Embora Mack tenha operado na psiquiatria clínica dos anos 90 e Rampa no esoterismo dos anos 50 a 70, ambos descrevem exatamente o mesmo diagnóstico sobre a humanidade e o mesmo modelo de funcionamento do cosmos.
DARPA Scientist: “A Mantis Being Spoke to Me Telepathically!” (ft. John Blitch & Jesse Michels)
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Quatro pontos onde as duas visões se cruzam perfeitamente:
1. A Terra como uma “Colónia de Aprendizagem” ou “Estufa”.
• Lobsang Rampa: No seu livro “Eremita” e no livro “A Terceira Visão”, Rampa afirma que a Terra é um planeta-escola ou uma “estufa” gerida pelos “Jardineiros do Espaço”. Nós somos as plantas. O objetivo da nossa existência é puramente espiritual: evoluir através das duras lições da matéria tridimensional.
2. Os Seres de Capuz: Explicaram a Scott que a humanidade está na sua “infância” [Mack, John E. Sequestro 1994]. As crises terrenas são comparadas a dores de crescimento necessárias. Ambas as perspetivas veem a vida na Terra não como um acaso biológico, mas como um projeto pedagógico supervisionado por inteligências superiores.
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O Perigo Nuclear e o alarme Interdimensional
• Lobsang Rampa: Os “Jardineiros” de Rampa ficaram em alerta máximo após aquilo que poderia acontecer a Segunda Guerra Mundial, quando o homem descobrisse o átomo. Rampa explicou que a divisão do átomo pelas armas nucleares liberta uma forma de radiação e quebra atómica que não danifica apenas o plano físico, mas “fura” e envenena os planos astrais e as dimensões paralelas vizinhas.
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Os seres de capuz
Deixaram claro a Scott que a tecnologia humana baseada em explosão e fissão nuclear é “suicida” e gera ondas de choque interdimensionais que desestabilizam o ecossistema cósmico onde eles próprios habitam [Mack, John E. Sequestro. 1994]. O homem é visto, em ambos os casos, como uma criança a brincar com fósforos num barril de pólvora multidimensional.
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A Lei do Livre-Arbítrio e a Não-Intervenção Direta
• Lobsang Rampa detalha que os “Jardineiros” não aterram massivamente para salvar a humanidade porque isso violaria a lei cósmica do livre-arbítrio. Se eles resolvessem os nossos problemas, a humanidade não aprenderia a lição cármica e o “jardim” falharia o seu propósito.
• Os Seres de Capuz, quando questionados por Scott sobre o porquê de não aparecerem publicamente, usam o mesmo argumento: uma revelação direta esmagaria a psique humana e geraria fanatismo religioso ou colapso social, anulando a nossa capacidade de escolher o próprio caminho de regeneração.
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Os “Agentes” na Terra
• Lobsang Rampa afirmava ser ele próprio era uma alma vinda da quinta dimensão que aceitou encarnar num corpo humano para trazer conhecimento e alertar a humanidade de forma indireta, através dos seus livros.
• Os seres de capuz, atuam ativando a mente de cidadãos comuns através das abduções, transformando-os em “sementes” ou retransmissores biológicos [Mack, John E. Passport to the Cosmos. 1999].
Ao regressarem ao seu quotidiano com a consciência expandida para a quarta dimensão, estes “experientes” mudam o mundo a partir de dentro, de forma subtil e invisível [John E. Mack – Sequestro 1994].
© Luís Luz Aparício
7FT Tall Praying Mantis Looking Alien True Story: Alien Abduction Encounter


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