Os ovnis necessitam de água para se resfriarem.

Água locomove ovnis

Udo Wartena era um imigrante holandês que trabalhava como garimpeiro, ocorrido em maio de 1940 na região de Boulder Mountain, em Montana, nos Estados Unidos.

• Enquanto estava perto de um riacho na montanha, Wartena ouviu um som zumbido e avistou um grande objeto em formato de disco voador, de cor prata fosca, pairando e depois pousando perto do local.

• Um homem de aparência humana normal, mas vestindo um traje inteiriço e claro, saiu da nave. Ele aproximou-se de Wartena e perguntou se poderia recolher um pouco de água do riacho.

• Após Wartena dar a sua autorização, o tripulante fez um sinal para a nave, e uma mangueira foi projetada do objeto direto para a água para abastecer o reservatório do veículo.

A Conversa e a Explicação da Energia

Enquanto a água era bombeada, Wartena conversou com o tripulante. Quando o garimpeiro perguntou como a nave funcionava, o ser deu uma explicação detalhada:

Energia de Ondas de Luz: Ele explicou que o veículo operava extraindo energia diretamente do ambiente através de um sistema que aproveitava as ondas de luz e as forças gravitacionais.

Uso da Água:

A água do riacho servia como parte do processo de refrigeração ou conversão de energia para os motores baseados em hidrogénio e fotónica.

Idade e Origem: O tripulante afirmou que eles eram muito parecidos com os humanos, vinham de um lugar distante e que o homem com quem Wartena falava tinha centenas de anos de idade.

À luz da nossa ciência atual — e de teorias avançadas da física quântica e aeroespacial —, as explicações dadas ao Udo Wartena em 1940 combinam conceitos que hoje estudamos sob os nomes de fusão/quebra do hidrogénio, propulsão fotónica e manipulação de campo eletromagnético.

Se tentássemos replicar ou explicar o motor dessa nave com o conhecimento científico atual, o processo dividir-se-ia em três etapas principais:

A Extração e Separação do Hidrogénio (Eletrólise Avançada)

A nave recolheu água porque precisava de uma fonte abundante e densa de átomos de hidrogénio.

A água teria passado por um processo ultra eficiente de eletrólise ou fotólise (separação das moléculas de água usando luz).

Como o tripulante mencionou que libertavam apenas oxigénio puro, isso bate exatamente com a química atual: ao extrair o hidrogénio da água para usar como combustível, o oxigénio torna-se um subproduto que pode ser libertado na atmosfera sem poluir.

A Fusão ou Reação do Hidrogénio (Energia de Fusão)

O hidrogénio extraído da água não teria sido “queimado” de forma química tradicional (como fazemos com os foguetões da NASA, que usam hidrogénio líquido e oxigénio para gerar uma explosão de fogo). Isso gastaria demasiada água para uma nave daquele tamanho.

A nave provavelmente utilizava o hidrogénio num processo de fusão nuclear controlada ou numa reação atómica limpa. A fusão de isótopos de hidrogénio gera uma quantidade colossal de energia com uma massa mínima de combustível. Embora a nossa ciência em 2026 ainda lute para criar reatores de fusão comercialmente viáveis (como o projeto ITER), sabemos teoricamente que esta é a forma mais limpa e eficiente de gerar energia no universo.

A Conversão em Ondas de Luz e Gravidade (Propulsão por Campo e Fotónica)

A parte mais complexa do relato é como essa energia era transformada em movimento sem jatos de fumo ou hélices. O tripulante falou em “ondas de luz e vácuo”.

• Propulsão Fotónica e Velas de Laser: Hoje a física sabe que os fotões (partículas de luz) transportam momento linear. Motores conceituais de propulsão fotónica usam feixes de luz concentrados para gerar empuxo.

• Se a nave conseguisse converter a energia da fusão do hidrogénio diretamente em fotões de alta energia (lasers ou micro-ondas micro-direcionadas), ela poderia deslocar-se.

• Propulsão por Campo (Eletrogravidade / Magnetohidrodinâmica): Outra explicação científica atual para o “vácuo” mencionado é a criação de um campo eletromagnético de altíssima intensidade em redor do disco. Ao ionizar o ar à sua volta (criando plasma) e repelindo-o magneticamente, a nave elimina a resistência do ar e cria uma zona de baixa pressão (vácuo) à sua frente, sendo “puxada” para a frente.

• Energia do Ponto Zero: O tripulante disse que a nave também extraía energia do próprio ambiente. Na física quântica atual, isto assemelha-se à teoria da Energia do Ponto Zero ou Flutuações de Vácuo Quântico, que postula que mesmo o espaço “vazio” está cheio de energia latente que, teoricamente, poderia ser colhida por uma tecnologia civilizacional avançada (como uma civilização do Tipo I ou II na Escala de Kardashev).

Em 1940, o relato parecia pura magia ou fantasia. Hoje, a nossa ciência compreende perfeitamente a lógica: obter hidrogénio da água para gerar uma quantidade massiva de energia limpa e assim converter essa energia em campos de força e feixes de luz para dobrar ou repelir as forças gravitacionais e atmosféricas locais.

Energia de Ondas de Luz:

Ele explicou que o veículo operava extraindo energia diretamente do ambiente através de um sistema que aproveitava as ondas de luz e as forças gravitacionais.

A água do riacho servia como parte do processo de refrigeração ou conversão de energia para os motores baseados em hidrogénio e fotónica.

O tripulante afirmou que eles eram muito parecidos com os humanos, vinham de um lugar distante e que o homem com quem Wartena falava tinha centenas de anos de idade.

Este caso só se tornou público muitos anos depois, quando Wartena já era idoso e partilhou o manuscrito do seu relato. Os ovnilogistas consideram-no altamente relevante por anteceder o início oficial da “era moderna dos OVNIs” (marcada pelo caso de Kenneth Arnold em 1947) e por apresentar um tipo de contacto amigável, focado em recursos naturais básicos como a água que era utilizada para propulsionar a nave deles.

No relato de Udo Wartena, a água recolhida do riacho não era para os tripulantes beberem, mas sim para funcionar diretamente como combustível e parte do sistema de propulsão da nave.

O tripulante explicou que o veículo não queimava combustível como os aviões terrestres. Em vez disso, a nave utilizava a energia do ambiente — especificamente as ondas de luz e a gravidade — para criar uma espécie de vácuo ou repulsão que a movimentava.

A água do riacho entrava nesse sistema para ser “convertida”.

O ser explicou que eles utilizavam o hidrogénio presente na água. O hidrogénio passava por um processo de transformação energética dentro do motor da nave, gerando a força necessária para estabilizar e impulsionar o veículo.

• Quando Wartena perguntou se aquilo não causava poluição, o tripulante respondeu que o único subproduto que a nave libertava de volta para a atmosfera era o próprio oxigénio livre, tornando o sistema totalmente limpo.

O que mais impressiona os ovnilogistas neste caso é que, em maio de 1940, os seres humanos ainda estavam a dar os primeiros passos na aviação a jato tradicional.

A ideia de utilizar a separação de componentes da água (como o hidrogénio) combinada com campos eletromagnéticos e fotónica para propulsão espacial era algo que só começaria a ser discutido na ficção científica e na ciência de vanguarda décadas mais tarde.

À luz da nossa ciência atual — e de teorias avançadas da física quântica e aeroespacial —, as explicações dadas ao Udo Wartena em 1940 combinam conceitos que hoje estudamos sob os nomes de fusão ou quebra do hidrogénio, propulsão fotónica e manipulação de campo eletromagnético.

Se tentássemos replicar ou explicar o motor dessa nave com o conhecimento científico atual, o processo dividir-se-ia em três etapas principais:

A Extração e Separação do Hidrogénio (Eletrólise Avançada)

A nave recolheu água H2 O, porque precisava de uma fonte abundante e densa de átomos de hidrogénio.

• A água teria passado por um processo ultra eficiente de eletrólise ou fotólise (separação das moléculas de água usando luz).

• Como o tripulante mencionou que libertavam apenas oxigénio puro, isso bate exatamente com a química atual: ao extrair o hidrogénio da água para usar como combustível, o oxigénio torna-se um subproduto que pode ser libertado na atmosfera sem poluir.

A Fusão ou Reação do Hidrogénio (Energia de Fusão)

O hidrogénio extraído da água não teria sido “queimado” de forma química tradicional (como fazemos com os foguetões da NASA, que usam hidrogénio líquido e oxigénio para gerar uma explosão de fogo). Isso gastaria demasiada água para uma nave daquele tamanho.

• A nave provavelmente utilizava o hidrogénio num processo de fusão nuclear controlada ou numa reação atómica limpa. A fusão de isótopos de hidrogénio gera uma quantidade colossal de energia com uma massa mínima de combustível. Embora a nossa ciência em 2026 ainda lute para criar reatores de fusão comercialmente viáveis (como o projeto ITER), sabemos teoricamente que esta é a forma mais limpa e eficiente de gerar energia no universo.

A Conversão em Ondas de Luz e Gravidade (Propulsão por Campo e Fotónica), é a parte mais complexa do relato é como essa energia era transformada em movimento sem jatos de fumo ou hélices. O tripulante falou em “ondas de luz e vácuo”.

• Propulsão Fotónica e Velas de Laser, hoje a física sabe que os fotões (partículas de luz) transportam momento linear. Motores conceituais de propulsão fotónica usam feixes de luz concentrados para gerar empuxo. Se a nave conseguisse converter a energia da fusão do hidrogénio diretamente em fotões de alta energia (lasers ou micro-ondas micro-direcionadas), ela poderia deslocar-se.

• Propulsão por Campo (Eletrogravidade / Magnetohidrodinâmica):

Outra explicação científica atual para o “vácuo” mencionado é a criação de um campo eletromagnético de altíssima intensidade em redor do disco.

Ao ionizar o ar à sua volta (criando plasma) e repelindo-o magneticamente, a nave elimina a resistência do ar e cria uma zona de baixa pressão (vácuo) à sua frente, sendo “puxada” para a frente.

• Energia do Ponto Zero: O tripulante disse que a nave também extraía energia do próprio ambiente. Na física quântica atual, isto assemelha-se à teoria da Energia do Ponto Zero ou Flutuações de Vácuo Quântico, que postula que mesmo o espaço “vazio” está cheio de energia latente que, teoricamente, poderia ser colhida por uma tecnologia civilizacional avançada (como uma civilização do Tipo I ou II na Escala de Kardashev).

Em resumo em 1940, o relato parecia pura magia ou fantasia. Hoje, a nossa ciência compreende perfeitamente a lógica: obter hidrogénio da água para gerar uma quantidade massiva de energia limpa e depois converter essa energia em campos de força e feixes de luz para dobrar ou repelir as forças gravitacionais e atmosféricas locais.

Nota:

Há mais casos em que ETs vêm pedir água, mas não em tão grande quantidade, como foi o caso da Maria Cintra na cidade de Lins no Brasil.

Apareceu-lhe uma senhora muito linda vestida com um manto cinzento, ela trazia uma jarra com desenhos lindos. Fez mensão à plantonista que queria água. Mas porquê vir a uma cidade pedir água, quando podia recolhê-la nos diversos N lagos de água doce que a terra tem? Mas a coisa mais interessante é que a linda senhora, vinha numa nave que deveria ter 1,5 metros de diâmetro .

Luís Luz Aparício
https://www.youtube.com/watch?v=ANJPA1cVtdE

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