Esfera arqueológica com vida.

“Jordan Jozak” Denunciante do GATE sobre o Programa Secreto de Soldados Psíquicos do Departamento de Defesa”

A Educação de Talentos e Dotados (GATE) nos Estados Unidos tem sido usada sistematicamente para identificar crianças com habilidades cognitivas e “psíquicas” anómalas e encaminhá-las para programas secretos de desenvolvimento psíquico.

Jordan Jozak é uma figura real no circuito de UAP/disclosure recente (2025-2026). Ele apareceu em entrevistas (ex.: Psicoactivo, American Alchemy com Jesse Michels, Skywatcher) afirmando ter sido recrutado ainda criança (~9 anos, ~2005-2010) via GATE (Gifted and Talented Education) num programa secreto de “soldados psíquicos” do DoD/EUA- ministério da guerra.

Jordan Jozak diz que foi retirado duma escola numa área rural de Nova York aos nove anos e levado para outra, em Baker Victory Services, uma escola de indole católica destinada à educação especial em Lackawanna County, Western New York.

Jordan veio a descobriri que essa nova escola, tinha no piso 1 a sua escola e nos pisos 2 e 3 instalações do GATE sendo o inicio de dois anos onde lhe foram administradas substâncias e submetido a experimentos para que nunca se deveria lembrar daquilo que fazia nessa escola, foi igualmente submetido a hipnose.
Esses experimentos nessa escola envolviam a visualização remota, interações mente-matéria (com geradores de eventos aleatórios), mapeamento cerebral usando EEG e até mesmo o controle remoto de voo de OVNIs ou UAP.


Os programas do GATE são consistentes com temas de programas PSI do governo, em crianças e nas mesmas instalações das escolas. O programa Stargate Project histórico existiu, mas era para adultos, e não em crianças.

O GATE é a fachada para recrutamento psíquico e existem mais testemunhos como o dele. Muitos ex-alunos do GATE relatam experiências estranhas, mas a maioria atribui a testes normais ou memória falha.          

Jordan relata que lhe era dado a beber um liquido cor-de-rosa e que o mesmo lhe apagava as recordações, depois de sair das instalações do GATE.
Encontramos algo similar nas abduções quando é dado a beber aos abduzidos um liquido verde, para que lhe fossem apagadas as memórias do processo abdutivo.            
Também em processos de MILABs existe essa maneira de limparem a memória das abduzidas, através da imposição de beberem um líquido que apaga memórias.                  

Nave espacial ou esfera com alma seletiva

“Jordan recorda-se de numa das vezes que foi ao GATE foi lhe mostrado um dispositivo físico que, até hoje, não consegue compreender. Era um procedimento altamente controlado que envolvia o que eu só consegue descrever como uma esfera cristalizada que parecia mais viva do que um objeto inanimado.

Jordan diz “eu sei, soa piegas e como algo saído de um filme de magia, mas estou lhe dizendo que foi a experiência mais estranha que já tive na vida.

Jordan também revela que qualifica o objeto arqueológico antigo como “relic” (ele menciona interagir com algo chamado “Sylvia” noutros relatos), e que era possivelmente de origem não-humana, e que ele conseguiu interagir mentalmente com esse objeto.

Jordan diz que a esfera de cristal estava em cima da mesa de centro. O interior desta esfera estava vivo. E chamava-se Silvia.

Na entrevista com o Jesse Michels contou~lhe as suas incríveis interações com uma inteligência feminina não humana.
“Quando olhei para os olhos dela, a estrutura interna adaptou-se e mudou. Parecia que o objeto estava a olhar para mim. Um pouco mais pequeno do que uma bola de basquetebol, com uma casca bem definida, girava como um diamante branco fractalizado, emitindo a sua própria luz pura a partir do interior.”
“Está viva.” Esta inteligência viva combina perfeitamente com a comunicação telepática e desafia tudo o que pensamos saber sobre a consciência e a realidade.

Tinha aproximadamente o 24 cm de diâmetro e, embora tivesse o que eu percebia como uma casca definida, o interior parecia ter sua própria fonte de luz. A melhor maneira de descrevê-la é como imaginar Júpiter com sua atmosfera turbulenta, só que totalmente branca, transparente e cristalizada. Parecia viva e consciente; a essência interna da esfera mudava conforme eu alterava meu foco de atenção. Exibia mudanças que pareciam interações conscientes entre pessoas, apenas com o movimento dos meus olhos.

A esfera foi trazida por uma equipe especial de pessoas que eu nunca tinha visto antes ou depois da experiência. Estava contido no que parecia ser um estojo específico, que foi desmontado quando entrei na sala, e repousava sobre um pedestal especial sob uma espécie de cobertor. Depois que alguém removeu o cobertor, pediram-me que observasse o objeto e comentasse minha experiência de forma quase casual, como quem pergunta “o que achei?”.

Disseram ao Jordan que eu não precisava fazer nada e que “a esfera escolhe quem gosta e quem não gosta”. Nunca mais tive contato com esse objeto ou com a equipe de pessoas (que eu saiba) durante os dois anos em que estive lá. Não me deram nenhuma outra explicação para isso.”

Quanto à esfera que o Jordan viu, encontramos em processos abdutivos, relatos de crianças abduzidas que manipulam mentalmente esferas que esvoaçam por cima de si. Conhecemos uma senhora que conseguia controlar mentalmente cinco esferas.
Estas esferas que os abduzidos manipulam têm cerca de 5/6 cm, enquanto a esfera que o Jordan viu tem 24 cm de diâmtro.

Jordan também revela que lhe mostraram um objeto arqueológico antigo ou “relic” (ele menciona interagir com algo chamado “Sylvia” noutros relatos), possivelmente de origem não-humana, para ver se ele conseguiria interagir mentalmente com esse objeto (e ele foi bem-sucedido).


Talvez pudessemos alvitrar que essa esfera já poderia ser uma micro nave. É conclusível que foi para o Jordan uma grande honra ser-lhe mostrado um ovnizinho.

O GATE deve ter colocado uma vasta equipa de seguranças para o transporte da esfera de 24 cm que o Jordan interagiu. A grande dúvida é tentarmos perceber onde é que os EUA conseguiram aquela esfera.

Jake Barber, o veterano da Força Aérea dos EUA que se apresentou como denunciante (whistleblower).

Em janeiro de 2025, durante a sua grande entrevista ao jornalista Ross Coulthart no especial “Hunting UFOs: The Crash Retrieval Whistleblower” da NewsNation, Barber detalhou as suas experiências na recuperação de tecnologias não-humanas.

  • A Conexão Psíquica: Barber afirmou ter recuperado pelo menos duas naves não-humanas. Enquanto uma delas era o famoso objeto oval/em forma de ovo branco (do qual existe vídeo), a outra nave estabeleceu uma profunda ligação psíquica e telepática direta com ele.
  • Radiação e Ondas de Amor: No seu relato, ele descreveu que a interação com esta segunda nave não foi puramente mecânica ou física. Ele sentiu uma presença ou energia de natureza marcadamente feminina, que emanava uma forte sensação descrita como “ondas de amor” e benevolência, gerando uma comunicação de cariz emocional e telepático.
  • Equipas de “Psiónica”: Este testemunho alinha-se com outra revelação polémica de Barber na mesma entrevista: a de que as forças militares utilizam “equipas psiónicas” (pessoas com capacidades mentais/extratemporais avançadas) para interagir, mentalmente, com estes fenómenos e até solicitar que as naves pousem para serem recolhidas.

O caso de Jake Barber — tal como o de Jordan Jozak — trouxe para o centro do debate da comunidade ovnilogica sobre a forte ligação entre o fenómeno OVNI e a componente da consciência/parapsicologia no meio militar.

Luis Luz Aparicio

“I Was Taken By The UFO Program As a Kid!”
https://youtu.be/PiFbeWfA3LM?si=vZjiL2E8ZQ4LyfIe


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