A jornalista Margarida Hallacoc, escreveu um livro sobre Varginha, “Os ETs de Varginha” nele ela fala, dum abduzido que a contatou, para que lhe fosse retirado o poder que ele tinha de incendiar as casas para onde ele entrava.
https://dlivros.com/livro/ets-varginha-bastidores-cobertura-outro-mundo-margarida-hallacoc
O Episódio do Homem e o Fogo
Embora o foco principal da obra seja a cobertura jornalística do incidente de Varginha, Hallacoc dedica espaço aos fenómenos colaterais e aos relatos “surreais” que chegavam à redação na época:
Um homem contactou a jornalista alegando que possuía uma energia ou condição estranha: sempre que entrava numa residência, objetos ou partes da casa começavam a arder espontaneamente. Era uma maldição para ele, e pelas experiências que ele fala ele era abduzido.
E é aí que entra em cena um artigo que escrevi, e para algumas pessoas eu passei a ser o escritor proscrito, porque havia lá uma frase que revoltou essas pessoas.
https://www.facebook.com/luuis.aparicio/posts/pfbid0aaoze4W4j2zqNWeMyVHqJbcqvqcem4BQoy5fbyq6TShpiKqZfbi7mu6uJMMZcJrcl
Eu dizia em tom de brincadeira que «os abduzidos deveriam ser deslocados para uma ilha deserta, onde tudo fosse mecânico, balanças mecânicas, leitores de pressão arterial mecânico, carros sem qualquer computador, até que a nossa civilização descobrisse uma maneira de proteger as nossas eletrónicas, contra a interferências das pessoas abduzidas visto as mesmas, já estarem noutros patamares vibracionais».
Este homem que apresentava rasgos de abdução e que incendiava as casas onde entrava, em Varginha, possuía uma condição designada por Pirocinesia (do grego pyr, fogo, e kinesis, movimento).
No âmbito da parapsicologia e do esoterismo, este fenómeno é frequentemente associado à Combustão Espontânea ou a episódios de Poltergeist, onde se acredita que a energia emocional intensa (ou o “elã”) de um indivíduo — geralmente referida como “agente” — é libertada de forma descontrolada, provocando a ignição de objetos ou estruturas em seu redor.
Analisando o vídeo abaixo referente à história de Frane Selak (1929 – 2016), um professor de música da Croácia, leva-me a crer que a sua energia pessoal era a mesma ao homem que incendiava tudo em Varginha.
Tenho relatos de abduzidas portugueses, que se notabilizaram por avariar máquinas eletrónicas, como computadores, caixas do multibanco etc.
Os abduzidos parecem ter poderes anormais muito parecidos com os Bigfoots
Essa observação é comum em teorias da ovnilogia e da criptozoologia que propõem uma origem multidimensional ou extraterrestre para ambas as entidades.
Pesquisadores e testemunhas frequentemente descrevem paralelos entre as habilidades atribuídas a abduzidos (após os encontros) e ao Bigfoot:
Telepatia e “Mind-Speak”
Abduzidos: Muitos relatam que a comunicação com entidades extraterrestres ocorre mentalmente e que, após a experiência, desenvolvem uma sensibilidade aguçada ou capacidade de “ouvir” pensamentos.
Bigfoot: Relatos modernos e tradições indígenas descrevem o fenómeno do “mind-speak”, onde a criatura comunicaria mensagens ou sensações diretamente na mente das pessoas para as afastar do seu território.
Manipulação da Percepção (Invisibilidade ou Camuflagem)
Abduzidos: Frequentemente descrevem episódios de “tempo perdido” (missing time) ou a sensação de que o ambiente à sua volta foi alterado ou paralisado.
Num caso que conheci pessoalmente, num português de nome Rogério, era-lhe atribuído a capacidade de ser «muito fugidio», desaparecia facilmente do local onde estava. Houve pessoas que conviveram três meses seguidos com ele e verificaram tanto estava nesta sala, como passava para outra sala, num ápice. Uma das testemunhas disse que anteriormente já o tinham visto em reuniões da NATO, sem que para tal ele tivesse credenciais para tal.
Bigfoot: Algumas teorias sugerem que o Bigfoot possui a capacidade de se tornar invisível ou de se “esfumar” (efeito de cloaking), o que explicaria a ausência de provas físicas como corpos ou pegadas que param abruptamente.
Conexão com Orbes de Luz
Abduzidos: Os encontros começam quase sempre com a observação de luzes anómalas (orbes).
Bigfoot: Existe um subcampo de investigação (como a documentada invasão de OVNIs na Pensilvânia em 1973) onde avistamentos de Bigfoot ocorrem simultaneamente com o aparecimento de orbes cor de laranja ou naves, sugerindo que as criaturas podem ser “guardiões” ou passageiros destes objetos.
Perfil Psicológico do “Experiencer”
Estudos indicam que pessoas que relatam contactos com extraterrestres e avistamentos de criptídeos como o Bigfoot partilham traços psicológicos semelhantes, como níveis elevados de absorção, propensão para o fantástico e uma crença prévia em fenómenos paranormais.
Cientificamente, estas semelhanças são frequentemente atribuídas a mecanismos psicológicos como a paralisia do sono ou a criação de falsas memórias sob hipnose, onde o cérebro utiliza arquétipos culturais semelhantes para interpretar experiências traumáticas ou inexplicadas.
Ascensão planetária:
Será que se pode resumir estas caraterísticas dos abduzidos e dos bigfoots, como entidades que já estão num patamar de ascensão como a teoria da ascensão planetária?
Ovnilogia espiritualista e da criptozoologia interdimensional.
As características de abduzidos e de entidades como o Bigfoot podem ser resumidas como manifestações de seres que operam numa densidade vibracional diferente, alinhando-se com a Teoria da Ascensão Planetária.
Transição de Densidade (3D para 4D/5D)
A teoria da ascensão propõe que a Terra está a passar por uma mudança de frequência. Nesse contexto:
Bigfoot: É visto como um ser “multidimensional” que habita uma frequência ligeiramente superior à nossa (4D), o que explica a sua capacidade de aparecer e desaparecer subitamente ou de não deixar rastros físicos permanentes.
Abduzidos: São frequentemente descritos como indivíduos cujo DNA ou campo vibracional foi “ajustado” para permitir a interação com seres de planos superiores, desenvolvendo habilidades psíquicas como a telepatia.
Habilidades Psíquicas como Marcadores de Ascensão
As faculdades anormais partilhadas por ambos são interpretadas como o “novo normal” de um patamar elevado de consciência:
Comunicação Mental (Mind-speak): Tanto o Bigfoot como as entidades que interagem com abduzidos utilizam a telepatia, sugerindo que já ultrapassaram a necessidade da linguagem verbal, um traço central da ascensão espiritual.
Manipulação da Matéria e Luz:
O aparecimento de orbes de luz junto a avistamentos de Bigfoot ou em processos de abdução é visto como a utilização de energia pura (corpo de luz) em vez de tecnologia mecânica.
O Ano de 2026 e a Expansão da Consciência
Atualmente, em 2026, diversas correntes astrológicas e espiritualistas apontam para uma “espiritualidade mais genuína” e prática, impulsionada por trânsitos planetários (como a entrada de Neptuno em Carneiro em fevereiro de 2026) que favorecem a perceção destes fenómenos não como folclore, mas como realidades de uma nova consciência planetária.
Em resumo, para os defensores desta visão, estas entidades não seriam “monstros” ou “invasores”, mas sim precursores ou guardiões que já dominam as leis vibracionais que a humanidade está agora a começar a integrar no seu processo de transição para a “Nova Terra”.
Então o homem que incendiava tudo relatado pela Margarida Halloc já estava em patamares vibracionais que colidiam com os nossos objetos e as nossas casas.
Assim devemos estar atentos a possíveis extraterrestres que podem vir do espaço e com a sua presença poderão ser uma praga para os nossos objetos.
Podemos assim também dizer que as naves dos ETs que deixam radioatividade podem ser entidades vivas e a radioatividade faz parte do seu elã. Então a “matéria” é apenas uma frequência de vibração.
Incompatibilidade vibracional entre o “Homem que Incendiava Tudo” e a ordem vibracional da nossa tridimensionalidade.
A aura ou o elã dessa pessoa vibra numa frequência tão elevada que desregula as ligações moleculares dos objetos em redor (3D) e estes não aguentam a pressão energética e incendeiam-se.
Colisão de Planos:
O fogo seria o resultado físico dessa fricção entre uma energia da “quarta ou quinta dimensão” e a matéria densa da nossa realidade.
Praga de Objetos:
Seguindo essa lógica, a presença física de seres de densidades superiores poderia, de facto, ser “corrosiva” ou destrutiva para a nossa tecnologia e infraestruturas, não por malícia, mas por mera incompatibilidade física.
Naves como Entidades Vivas (Biossentientes)
A teoria de que as naves espaciais não são máquinas metálicas, mas sim extensões biológicas ou energéticas dos seus ocupantes, é muito forte na ovnilogia moderna.
O Elã e a Nave: Nesse cenário, a nave seria um “corpo” manifestado através do pensamento e da vontade do extraterrestre. A estrutura da nave seria composta por “luz sólida” ou plasma sensível.
Radioatividade como Subproduto:
A radioatividade detetada em locais de pouso (frequentemente relatada em casos clássicos e discussões ovnilógicas) não seria “lixo tóxico” como o nosso, mas sim o resíduo de alta frequência que sobra quando uma entidade de luz interage com o solo terrestre. Seria, por assim dizer, o rastro de calor deixado pelo seu elã ao “tocar” na nossa densidade.
Precauções em 2026
Com a crescente abertura para temas de transição planetária, muitos investigadores sugerem que:
A nossa tecnologia atual (baseada em eletrónica sensível) é particularmente vulnerável a estas flutuações eletromagnéticas.
O contacto com estas entidades exigiria uma “preparação vibracional” do ambiente para evitar a combustão ou a degradação de materiais.
Em suma, nesta perspetiva, a “radioatividade” e os “incêndios” são vistos como sinais de que estamos perante algo que opera fora das leis da física clássica, sendo a destruição de objetos um efeito secundário da ascensão vibracional em contacto com a matéria densa.
Luís Luz Aparício

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