Em agosto 2025, um mulher no Chile gravou, talvez uma escola de sereias.
Estes seres são descritos como tendo características adaptadas à vida aquática, frequentemente associados a mitos de sereias ou tritões, mas apresentados por Lobsang Rampa como entidades biológicas reais ou remanescentes de raças antigas.
Outro livro que explora temas semelhantes de civilizações ocultas e seres intraterrenos ou aquáticos é “Sol Poente” (Twilight), onde ele menciona câmaras ocultas e a história “esquecida” da Terra.
No livro «Sol Poente» de Lobsang Rampa pag. 177
Agora, temos uma pergunta interessante: “As sereias, femininas e masculinas, foram realmente uma raça de gente? Nesse caso, qual o seu intelecto e o que lhes aconteceu?” Para dizer a verdade, tudo quanto a pessoa média sabe a respeito de sereias remonta aos tempos da Atlântida. Ora, a Atlântida era um lugar muito mais bem dotado do que esta civilização atual. As pessoas podiam ser feitas, bolos de protoplasma podiam ser moldados numa forma mais ou menos humana, para serem usados como empregados — não escravos. E isso acontecia porque eram gente de mentalidade inferior; eram, de fato, “feitas” para o propósito de servir aos seus senhores e senhoras.
Depreende-se que as sereias foram feitas pela civilização Atlântica, que era muito mais avançada do que a nossa civilização atual.
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Edgar Cayce (conhecido como o “Profeta Adormecido”), descreveu as sereias como:
Servos e Autómatos: Nessas teorias, as sereias eram vistas como seres biológicos criados especificamente para o trabalho subaquático ou manutenção das costas, funcionando como servas da elite de Atlântida.
Manipulação Genética: Edgar Cayce afirmou em suas “leituras” que os atlantes possuíam uma tecnologia avançada que lhes permitia realizar engenharia genética.
As “Coisas” (The Things): Cayce referia-se a seres híbridos — como sereias, centauros e minotauros — como “misturas” ou simplesmente “coisas”. Estas criaturas teriam sido fabricadas em laboratório para servirem como escravos ou trabalhadores braçais, realizando tarefas que os atlantes “puros” não desejavam fazer.
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Lembro que até agora, a maior prova da existência das sereias, aconteceram em Kiryat Yam – Israel, em maio de 2013.
Assim como o programa abducionista já fabricou os cinzentos pequenos e grandes, assim como os hibridos e os húbridos – mistura de híbridos com humanos, é bem possível que seja necessário fabricar-se um novo humano, capaz de resistir às radiações – radioatividade, deixadas pelas naves no solo.
Atualmente estamos a adaptarmo-nos aos telémoveis, apesar da perigosidade das radiações emitidas, talvez num futuro apareça um novo homem que consiga resistir ao sub produto da antigravidade, que é radioatividade das naves extraterrestres.
Luís Luz Aparício
Mermaid sighting in Kiryat Yam, Israel – may 2013


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