Extraterrestres tóxicos

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Querem exumar o corpo do cabo Marco Eli Chereze, que veio a morrer depois de ter transportado ao colo o ET de Varginha, no bando de trás do carro da PM dirigido pelo Eric Lopes. Este cabo morreu em 48 horas, após ter sido arranhado, no sovaco pelo ser.

Edison Boaventura diz que a pele da criatura, poderia ter venenífera.

Embora o termo “venenífera” seja usado de forma coloquial, os detalhes técnicos fornecidos por Boaventura e outros investigadores em 2026 descrevem as seguintes características:

• Substância Oleosa: Relatos de testemunhas e militares indicam que a pele da criatura era castanha, brilhante e parecia estar coberta por uma secreção oleosa ou viscosa.

• Toxicidade e Contaminação: Boaventura associa esta secreção a um potencial tóxico. O exemplo mais citado na ovnilogia é o caso do soldado Marco Eli Chereze, que teria falecido após capturar uma das criaturas com as mãos desprotegidas. A causa oficial foi uma infeção generalizada, mas poderá ser uma reação à toxicidade do ser.

• Odor Característico: Além da pele viscosa, é recorrente a menção a um forte odor a enxofre ou amoníaco, que causava náuseas e irritação ocular naqueles que se aproximavam.

Animais do Zoo, apareceram envenenados.

Uma testemunha Therezinha Gallo Clepf, relatou que no dia 21 abril 1996, viu uma criatura estranha com olhos vermelhos e três protuberâncias na cabeça num dos recintos do zoo de Varginha:

• Mortes Misteriosas: Poucos meses após o alegado avistamento, cinco animais morreram de forma súbita no zoológico.

• Substância Tóxica: Exames e necropsias realizados na época por biólogos e veterinários locais detetaram uma substância tóxico-cáustica não identificada no sistema digestivo (estômago e intestinos) dos animais.

• A “Pele Venenosa”: A teoria defendida por investigadores é que a presença do ser no local contaminou o ambiente. Este ser era idêntico à criatura vista pelas meninas Liliane Silva, Valquíria Silva, Kátia Xavier, no dia 20 janeiro 1996.

O suor do ET seria mortal

Podemos dizer que a substância oleosa e tóxica que cobria a pele deste tipo de criatura, poderia ter passado para a água ou alimentos dos animais, causando uma morte rápida sem sinais óbvios de infeção comum.

Os animais poderão ter morrido por envenenamento cutâneo, por exemplo existem sapos que segregam moléculas complexas conhecidas como toxinas ou alcaloides.

As principais substâncias variam conforme o tipo de animal e a mais conhecida é a Batracotoxina, a Bufotoxinas, e os Alucinogénios e Triptaminas.

Diverso tipos de ETs

Assim e indo buscar conhecimentos aquilo que Lobsang Rampa escreveu, «Todos os humanoides dos diversos planetas, têm que ter alguma particularidade dominante doutro animal», quer dizer que os seres mitológicos nórdicos, que possuíam chifres, eram seres humanoides, mas que tinham na cabeça chifres, não sendo animais mas

Lobsang Rampa abordou a origem da humanidade e a aparência de seres humanoides com características animais no seu livro “O Eremita”, publicado originalmente em 1971.

Nesta obra, Rampa descreve o encontro entre um jovem monge e um velho eremita cego que vive numa caverna. O eremita revela conhecimentos que lhe foram transmitidos pelos “Jardineiros da Terra” (seres extraterrestres ou de planos superiores que monitorizam a evolução do planeta).

• Aparência Híbrida: O eremita descreve ter sido levado para uma vasta câmara onde viu diversos seres humanoides. Alguns eram perfeitos em forma humana, enquanto outros tinham características animais distintas, como cabeças semelhantes a pássaros com escamas ou penas, e mãos com garras e muitos deles tinham rabo.

• Origem das Lendas e Deuses: A obra sustenta que os deuses das diversas mitologias (incluindo os nórdicos e egípcios) eram, na verdade, estes seres avançados ou “Jardineiros”. As características animais descritas nos mitos — como os cornos ou cabeças de animais — seriam representações reais da fisiologia desses seres ou símbolos de poder e hierarquia observados pelos humanos primitivos.

• Propósito: Rampa explica que estas formas variadas faziam parte de diferentes experiências de “sementeira” de vida na Terra levadas a cabo por estas entidades.

Embora Lobsang Rampa tenha escrito muitos livros sobre temas esotéricos e viagens astrais, é em “O Eremita” que ele detalha especificamente a visão de que os deuses eram humanoides “divinos” possuíam traços doutros animais e que vieram a influenciar as religiões e lendas mundiais.

Extraterrestres tóxicos

Num futuro poderíamos estar na frente dum humanoide extraterrestre que possui glândulas e uma estrutura especializada para injetar veneno ativamente no corpo doutros animais, o que seria profundamente perigoso termos contato com essa criatura.

A ligação entre deuses e animais é uma constante em diversas culturas, e continuam a ser fundamentais para o estudo da iconografia mitológica. Houve tempos que os Deuses circularam livremente no nosso planeta, até que por fim foram mandados resguardarem-se dos olhares dos nativos, porque alguns deles até poderiam ser altamente tóxicos.

1. Mitologia Grega e Romana

Os deuses gregos (e os seus equivalentes romanos) possuem animais que os acompanham frequentemente:

• Zeus (Júpiter): A águia, que simboliza o domínio sobre os céus e a realeza.

• Atena (Minerva): A coruja, símbolo da sabedoria, da inteligência e da visão estratégica.

• Poseidon (Neptuno): O cavalo e o golfinho. O golfinho, especificamente, representa a sua proteção e amizade nos mares.

• Hera (Juno): O pavão, associado à vigilância e à majestade celestial.

2. Mitologia Egípcia

No Antigo Egito, os deuses eram frequentemente representados com cabeças de animais ou como o próprio animal:

• Hórus: O falcão, deus dos céus e da proteção real.

• Anúbis: O chacal (ou um homem com cabeça de chacal), ligado à mumificação e à passagem para o além.

• Bastet: O gato, representando a proteção do lar e a fertilidade.

• Sobek: O crocodilo, associado à força do Nilo e ao poder militar.

3. Mitologia Nórdica

Os animais nesta mitologia têm papéis de companheiros ativos e mensageiros:

• Odin: Os corvos (Huginn e Muninn), que lhe trazem notícias de todo o mundo, e os lobos (Geri e Freki).

• Thor: Os bodes (Tanngrisnir e Tanngnjóstr), que puxam a sua carruagem através do céu.

• Freyja: Os gatos, que puxam a sua carruagem e simbolizam a sensualidade e o mistério.

4. Mitologia Hindu

Na tradição hindu, os deuses utilizam animais como “veículos” (Vahanas):

• Ganesha: O rato, simbolizando a capacidade de ultrapassar obstáculos, por mais pequenos que sejam.

• Shiva: O touro (Nandi), que representa a força, a virilidade e a justiça.

• Vishnu: A águia (Garuda), que simboliza a velocidade e o dharma.

5. Mitologias Americanas (Asteca/Maia)

• Quetzalcóatl: A serpente emplumada, que une a terra (serpente) ao céu (penas/pássaro Quetzal).

• Tezcatlipoca: O jaguar, senhor da noite, da magia e do destino.

Esta é apenas uma lista de Deuses das nossas iconografias, mas no universo poderão ser encontradas N outras civilizações que poderão ser tóxicos, se lhes tocarmos.

Luís Luz Aparício

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