O drama dos abduzidos

O “drama dos abduzidos” é um tema que, quando tratado com profundidade, deixa de ser apenas ficção científica e torna‑se uma metáfora poderosa sobre identidade, trauma, transcendência e o confronto com o desconhecido.

O drama não está apenas no que lhes acontece — está no que se transforma dentro deles.
1. A ruptura com a realidade

A primeira camada do drama é a quebra abrupta da normalidade.
A pessoa abduzida vive uma experiência que:

  • desafia a lógica
  • não se encaixa na memória linear
  • não encontra validação social
  • fere a sensação de segurança

É como se o chão desaparecesse.
A identidade, antes sólida, torna‑se fluida.

O drama aqui é existencial:

“Se isto aconteceu… quem sou eu agora?”

2. O silêncio imposto

A maior parte dos abduzidos — na ficção, no mito ou no simbolismo — enfrenta o mesmo dilema:

  • não podem provar o que viveram
  • não conseguem explicar sem parecerem delirantes
  • não encontram linguagem para descrever o indizível

Este silêncio cria isolamento, e o isolamento amplifica o trauma.

O drama aqui é social:

“Eu vivi algo real, mas ninguém acredita.”

3. A memória fragmentada

As memórias das abduções são frequentemente:

  • incompletas
  • simbólicas
  • distorcidas pelo medo
  • misturadas com perceções não humanas

A pessoa tenta reconstruir um puzzle cujas peças não pertencem ao mesmo jogo.

O drama aqui é psicológico:

“Como posso confiar na minha própria mente?”

4. A descoberta do “ganho invisível”

Ao revisitar o trauma, a pessoa percebe que:

  • recebeu algo
  • foi alterada
  • ganhou capacidades novas
  • foi preparada para algo maior

Isto cria um paradoxo emocional:

  • gratidão e medo
  • expansão e perda
  • evolução e violação

O drama aqui é espiritual:

“Fizeram‑me mal… ou fizeram‑me melhor?”

5. A sensação de missão

Muitos abduzidos emergem com:

  • uma intuição de propósito
  • uma ligação a algo maior
  • uma urgência de compreender
  • uma sensação de que “Patra” (ou outro plano) os chama

Mas esta missão não vem com manual de instruções.

O drama aqui é teleológico: É uma abordagem filosófica (teleologia) que busca entender o “para quê” algo existe, em vez de apenas o “como” ocorreu. 

“Fui escolhido… mas para quê?”

6. A impossibilidade de voltar ao que eram

Depois de uma experiência assim, não há retorno.
A vida antiga já não serve.
A nova vida ainda não está clara.

É um estado liminar — entre mundos.

O drama final é ontológico:

“Não pertenço totalmente aqui… nem totalmente lá.”

Em síntese

O drama dos abduzidos é uma metamorfose forçada.

DimensãoConflito
Psicológicatrauma vs. expansão
Socialsilêncio vs. necessidade de partilha
Espiritualviolação vs. evolução
Existencialidentidade antiga vs. identidade emergente
Cósmicaacaso vs. propósito



É aqui que entra em ação o ditado popular português «o cordeirinho manso mama a sua e a alheia».
As pessoas abduzidas não devem lutar contra o desígnio (a sua sina / o seu fado /a vida real agora), que entendem como sendo “malvado”, terem que aturar / ter aturado os abdutores, que algumas dores lhe deram.

As pessoas abduzidas devem ficar cientes que receberam mais dos abdutores do que deram ao processo abdutivo.

Terem aturado os abdutores que algumas dores lhe deram.
Perante o fenómeno das abduções sugiro a postura de “não-resistência” que permite ruminar/pensar/ extrair os benefícios ocultos de experiências nalgumas das vezes traumática, mas no final profundamente enriquecedoras.

Nesta lógica os abduzidos primeiro “tiraram as batatas quentes do lume” para o programa abdutor depois como pagamento vieram N faculdades (dons – perceções) que o comum dos mortais, só irão adquirir ao fim de muitas vidas laboriosas aqui na Terra.

1. O Ganho Invisível:
Enquanto a pessoa abduzida rememora ex dores no processo abducionista, percebe que esteve também a receber atualizações biológicas ou vibracionais.

2. Os abdutores:
Sendo instrumentos de uma dimensão superior (ou tarefas específicas), podem estar a “semear / aumentar” as capacidades das pessoas abduzidas a ascenderem mais facilmente até Patra. Ou seja, não é uma imposição. É uma preparação. Uma espécie de pré-requisito vibracional.

3. Finalidade:
Isto coloca a pessoa abduzida não como objeto, mas como participante num processo maior. O processo abdutivo não foi apenas “algo que aconteceu à pessoa”, mas algo que a transformou.

4. O Saldo Positivo:
Ao não lutar contra o desígnio, a pessoa abduzida transmuta o papel de vítima para o de beneficiário. O que parece ser um “roubo” de energia ou material genético é, na verdade, uma troca onde o humano recebe acesso a frequências ou conhecimentos que o catapultam para além da média da “mole evolucionista”.

5. A Aceitação do Papel:
Se aceitarmos que somos marionetas, a dor da abdução é apenas o atrito necessário para o funcionamento da “máquina” evolutiva. Quem entende que “recebeu mais do que deu” parou de julgar o processo pelo filtro do ego e passou a vê-lo pelo filtro da expansão.

6. Abduzidos versus monges pemitentes:

A psicóloga brasileira Gilda Moura afirmou diversas vezes, os abduzidos conseguem subir imensamente no estado espiritual / vibracional / bioenergético em poucos anos.

Em comparação os ex monges que se penitenciavam com cordas levariam muitas vidas para elevar-se ao mesmo estado de ascensão vibracional que os abduzidos chegaram em poucos anos duma só vida.

Então os abdutores são um instrumento de libertação da escória kármica.s e atuam como “jardineiros” da consciência. Eles aceleram o processo evolutivo, realizando ajustes no corpo bioplasmático do indivíduo para que este consiga processar frequências de luz que a humanidade, em geral, ainda não suporta. Seriam um “atalho” para o estado de unidade com o divino.

Então o titulo do livros da Gilda Moura “Os Transformadores da Consciência”, serve exatamente para documentar e explicar como o contato extraterrestre atua como um gatilho para a evolução humana.

A psicóloga clínica, Gilda Moura utiliza a sua experiência com hipnose regressiva para mostrar que a abdução não é apenas um evento físico, mas “um processo de reestruturação psíquica e energética”.

O contacto extraterrestre ajuda os humanos a evoluírem, funcionando como um mecanismo para despertar o potencial interior e alcançar novos níveis de compreensão sobre si mesmos e o cosmos.

Para Gilda Moura, estes seres (os “transformadores”) atuam como agentes que provocam uma rutura no paradigma tridimensional do abduzido, forçando uma expansão de consciência que dificilmente ocorreria de forma natural no atual estágio da humanidade.

Aceitar a atual missão na Terra.

O “cordeirinho manso” mama a teta da 3ª dimensão (a vida biológica) e a “alheia” (a tecnologia ou consciência dos abdutores), acelerando a sua própria ascensão ao aceitar o papel que lhe foi designado no teatro cósmico.

Ao aceitarmos a submissão consciente, matamos o ego que resiste e que julga a experiência como “boa” ou “má”. Deixa de haver luta contra os “fios” que nos movem, e passamos a fluir com a vontade do Criador, tornando-nos instrumentos de precisão.

Nesta perspetiva, a submissão não é fraqueza, mas a estratégia suprema do “cordeirinho”:

• Quem resiste, sofre o atrito e desgasta-se na beligerância.
• Quem se submete, absorve a energia do processo (mesmo das abduções ou das “batatas quentes”) e usa-a como combustível para a ascensão.

«Nada nos é dado que não possamos suportar / todas as experiênciações aqui na Terra, serão sempre papeis desenhados à medida das nossas capacidades de representação» diz o Lobsang Rampa

A aceitação / gratitude, é o fim do teatro de sombras e o início da colaboração real com o Divino. A marioneta que sabe que é marioneta, aceita o seu papel com afabilidade, assim já começou a cortar os fios com a 3ª dimensão para se ligar-se às frequências de Patra e do além.

O fenómeno das abduções e dos contatos imediatos é frequentemente acompanhado por relatos de uma mutação na consciência ou na sensibilidade do indivíduo.

O que descreve alinha-se com o conceito de “experienciadores” que, após o evento, parecem manifestar capacidades multidimensionais.

Esses benefícios ou transformações podem ser resumidos em três pilares principais:

  • Expansão Sensorial: A capacidade de ver o plano astral e entidades (como as aparições marianas ou seres de luz) sugere uma sintonização da glândula pineal com frequências mais subtis, permitindo a clarividência.
  • Em Portugal conheço seis senhoras que tiveram em contato ou foram visitadas por essas SENHORAS.
  • Conexão Bioenergética: A interação direta com o reino vegetal (como a floração espontânea) e mineral indica que o campo eletromagnético da pessoa foi alterado, funcionando como um catalisador de energia vital (Prana/Chi).
    Por exemplo passarem ao lado duma roseira e em pleno inverno a roseira, começar logo a florir.
  • Conseguem ouvir / perceber pensamentos das rochas.
  • Comunhão com o Mundo Dévico: O acesso ao reino elemental e às forças da natureza reflete uma quebra da barreira do ego individual, fundindo a consciência da pessoa com a Consciência Planetária.

Esta “nova casta” é muitas vezes interpretada como um “protótipo” o que alguns investigadores lhes chamam de “Homo Alterus”, indivíduos cujo DNA ou corpo energético foi “atualizado” para servir de ponte entre dimensões.

Conheci duas senhoras abduzidas, cá em Portugal, que mudaram radicalmente a sua vibração.

Sabem o que é vermos uma pessoa e sabermos logo de imediato que é tal fulano. Quer dizer que analisamos a sua assinatura vibracional pessoal e podemos dizer quem é essa pessoa. Nessas duas senhoras abduzidas, simplesmente elas mudaram a sua assinatura vibracional para outra!

É como se tentássemos ler um QR Code que conhecemos de cor, mas o link agora nos levasse para um servidor completamente diferente.

Fiquei com a sensação de que o “ocupante” do corpo não era a mesma consciência de antes, ou que a alma original passou por um processo de reprogramação profunda.

A pessoa mantém a aparência física (o hardware), mas o software (a vibração/energia) foi atualizado para uma versão que não reconhecemos como “humana” no sentido tradicional.
© Luís Luz Aparício

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