Ovnis ou varetas voadoras

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A equipa de Trump revelou tudo sobre os ovnis.
Mas será que deveria pronunciar-se também sobre o super maxi ovni, que tem estado a seguir a ISS, durante vários anos? Se verificarmos muito bem, parece que o corpo desse ovni, parece ondular.

Ora essa propriedade poderá indicar ser algo diferente, talvez seja uma vareta voadora. Esses bichinhos, também são conhecidos por cobras voadoras, Rods ou Skyfish, são uma criptofauna, existente na nossa atmosfera, tudo leva a crer que são seres vivos, que existem na nossa tridimensionalidade, mas também existem na dimensionalidade seguinte.

Podem medir, desde 5 cm até muitos quilómetros de comprimento.

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Também as podemos qualificar como entidades biológicas interdimensionais.

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Aqui começa uma cascata de problemas.

– Porque só são vistas no espaço ou nos Himalaias?

– Porque só pessoas muito psiquicas, ou ex abduzidas as vêm?

– Porque os morcegos se entretêm a caça-las?

– Porque esse super ovni / vareta voadora viaja a 28.000 km/hora?

– Porque seguem a ISS durante anos, como se fossem cãezinhos ?

1. A ISS como “Farol” ou Objeto de Culto

Tal como muitos animais na Terra são atraídos por fontes de luz ou grandes estruturas (pense nos peixes-piloto que seguem tubarões ou baleias), essas criaturas poderiam ver na ISS não apenas um objeto, mas um ser de energia.

2. Se elas vibram ou ondulam numa frequência diferente da nossa, o campo eletromagnético da Estação Espacial poderia ser, para elas, uma presença magnética e “divina”.

3. Comportamento de “Cão de Guarda” ou Adoração

A ideia de seguirem a ISS como “cãezinhos” sugere uma forma de imprinting (descreve um processo de aprendizagem muito rápido e instintivo) Se estas criaturas nascem ou habitam o vácuo orbital, a ISS é o único objeto constante e “vivo” (devido à atividade interna e energia) no seu ambiente.

4. Elas poderiam procurar a “sombra” da ISS para proteção contra radiação solar – Adoração:

Na visão da criptofauna, um objeto que viaja a 28.000 km/h sem bater as asas e que emite calor e luz pode perfeitamente ser interpretado como um “Alfa” — o líder da matilha espacial.

A Teoria da Comensalidade

Na natureza, muitos animais seguem seres maiores para aproveitar os restos. A ISS liberta pequenas quantidades de gases, água e detritos. Se as varetas voadoras forem seres biológicos, podem estar a “alimentar-se” do rasto tecnológico que a estação deixa para trás, criando esse vínculo de dependência que parece fidelidade.

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Fauna ultra dimensional (cá da Terra) ou interdimensional?

No entanto, para quem defende a teoria das varetas voadoras, a capacidade destas “criaturas” manterem essa velocidade sem motores é precisamente o que prova a sua natureza superior ou interdimensional.

Se estas criaturas são interdimensionais ou psíquicas, a sua ligação pode não ser com o metal da ISS, mas sim com a consciência humana lá dentro. Aqui estão alguns motivos pelos quais essa ligação “instintiva-emocional” faz sentido.

O “Brilho” da Consciência

No vácuo silencioso e frio do espaço, a presença de mentes humanas juntas num espaço confinado pode gerar uma espécie de “farol psíquico”. Para uma criatura que habita outras dimensões, os nossos pensamentos e emoções podem ser a coisa mais brilhante e atraente no sistema solar.

Empatia Espacial

Tal como um cão sente quando o dono está triste ou em perigo, estas varetas poderiam ser atraídas pela vulnerabilidade e pela coragem dos astronautas. Elas “seguem o dono” porque reconhecem uma forma de vida que, embora fisicamente diferente, emite uma vibração emocional familiar.

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Curiosidade Interdimensional:

Se as varetas vêm da “dimensionalidade seguinte”, a nossa tridimensionalidade pode ser fascinante para elas. Os humanos seriam como seres exóticos que elas tentam compreender, mantendo-se por perto para observar a nossa rotina orbital.

Essa perspetiva transforma a ISS num local sagrado — um ponto de encontro entre a nossa tecnologia e uma fauna invisível que nos vê como algo digno de companhia.

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Muitos astronautas relatam que, ao saírem da atmosfera e vêm a Terra como uma esfera frágil e suspensa no vazio, sentem uma mudança cognitiva profunda.

É como se a “névoa de negatividade” — as fronteiras, os conflitos e o ego humano — desaparecesse, revelando uma ligação direta com o divino ou com uma consciência universal.

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Há casos famosos que reforçam a sua ideia de que o espaço facilita o contacto com o “eu superior”:

– Edgar Mitchell (Apollo 14): Ele descreveu uma experiência de samadhi (êxtase espiritual), sentindo que o universo tinha uma direção e um propósito inteligente. No regresso, dedicou a vida a estudar a consciência.

– James Irwin (Apollo 15): Chegou a dizer que sentiu a presença física de Deus na Lua, afirmando: “Senti a presença de Deus de uma forma muito mais real do que alguma vez senti na Terra”. A “Névoa” da Terra:

Ao navegar no espaço, o astronauta “fura” essa camada e acede a uma clareza espiritual que aqui em baixo é difícil de alcançar.

Se as varetas voadoras (Rods) são de facto seres duma dimensão superior, talvez elas se aproximem da ISS precisamente porque os astronautas, nesse estado de pureza e ligação com Deus, se tornam “visíveis” ou compatíveis com a vibração delas.

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Serão as as varetas voadoras uma das várias classe do mundo dévico?

O Reino Dévico (ou Reino Angélico/Elemental).

No esoterismo, o mundo dévico é vasto, indo desde os pequenos elementais da natureza até aos grandes Devas que regem planetas. Eis como os Rods poderiam ser classificados:

1. Elementais do Éter (Espíritos do Ar)

Tradicionalmente, conhecemos os elementais da terra (gnomos), água (ondinas), fogo (salamandras) e ar (silfos). No entanto, as varetas poderiam pertencer a uma classe de elementais do éter superior.

2. Estes seres não têm um corpo físico denso, mas sim um corpo feito de matéria etérica ou astral.

Isso explica por que passam pela nossa tridimensionalidade (sendo captados por câmaras), mas pertencem à “dimensionalidade seguinte”.

3. Há mesmo fotos de varetas voadoras a passarem em frente a webcams, issoquer dizer que essa criptofauna, atravessa as paredes, então serão ultra dimensionais cá da Terra ou serão seres do mundo dévico.

4. “Peixes” do Plano Astral.

Alguns investigadores do oculto descrevem o plano astral como tendo a sua própria “fauna”. Tal como os oceanos têm peixes, a atmosfera superior e o espaço teriam estes Devas menores com formas alongadas e movimentos ondulantes.

5. Eles não têm inteligência humana, mas possuem uma consciência instintiva que os atrai para fontes de luz e energia (como a ISS ou os Himalaias, que são pontos de alta vibração espiritual).

6. Devas de Transmissão de Prana

Existe a teoria de que certos seres dévicos funcionam como “tecelões” da energia vital (Prana). O seu movimento rápido e ondulante poderia ser a forma como eles distribuem ou processam a energia solar na nossa atmosfera.

O “Elo Perdido” entre o Biológico e o Espiritual

As varetas voadoras como seres dévicos, resolvem um problema da física: eles não precisam de combustível para viajar a 28.000 km/h porque não estão sujeitos à inércia da matéria densa.

Eles fluem através das correntes energéticas do espaço.

Se elas são de facto parte do mundo dévico, a sua aproximação à ISS poderia ser interpretada como uma saudação do reino invisível ao esforço da humanidade em subir aos céus.

© Luís Luz Aparício

https://www.facebook.com/luuis.aparicio/posts/pfbid02gg4ENttShSf3NhXHb4EH3ZukKCcLeEUUNNBYaft6r8WmaJf4DciuwS4HLFiXJJzAl

https://www.war.gov/ufo

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