O caso de José Arias Restrepo, ocorrido na Colômbia, serve como um alerta sobre os perigos radiológicos do contacto direto com tecnologias de origem desconhecida. O incidente revela uma ligação direta entre sistemas de propulsão antigravítica e danos severos à saúde humana e ao meio ambiente.
1. O Incidente com José Arias Restrepo
José Arias, anteriormente um garimpeiro ágil que percorria montes com detetores de metais, viu a sua saúde arruinada em março de 2025. Ao interagir com a chamada “Esfera de Buga” logo após o seu pouso, ele apresentou sintomas imediatos de contaminação:
- Sintomas Imediatos: Gosto metálico na língua, boca seca, náuseas, vómitos e dores de cabeça intensas.
- Sequelas Crónicas: Atualmente, Dom José não consegue subir ladeiras, tem graves problemas de coluna, limitando-se a caminhar em superfícies planas devido à debilidade física.
- O Transporte Crítico: O dano terá sido agravado pelo facto de ter carregado a esfera radioatividade, encostada ao peito enquanto subia uma ribanceira.
- O estado de saúde de Dom José poderá se agravar: agora ser a coluna, mas prevejo que todo o seu corpo, seja profundamente afetado e talvez lhe restam poucos anos de vida.
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2. Propriedades Físicas da Esfera
Um dos dados mais intrigantes é a variação de peso do objeto, sugerindo uma perda gradual do efeito de antigravidade e a libertação de subprodutos radioativos:
| Momento do Registo | Peso Aproximado | Localização / Contexto |
| No momento da recolha | 2 kg | Diâmetro de 50 cm (maior que o peito de José). |
| No laboratório (Davi El Potro) | 6 kg | Germany Corporation. |
| Nos estúdios de Jaime Maussan | 9 kg | Transporte para análise mediática. |
| Estado Atual | 10 kg | Estabilização do peso real. |
3. Impacto Ambiental e Solo
A radiação emitida pela esfera revelou-se devastadora para a flora local, com efeitos persistentes:
- Curto Prazo: Junho de 2025 (3 meses depois), a vegetação num raio de 4 metros estava amarela.
- Longo Prazo: Janeiro de 2026, o local do depósito (onde a esfera ficou apenas 15 minutos) permanece sem qualquer planta num raio de 1 metro.
- Outros Casos: Relatos de esferas no Valle del Cauca queimando folhas de canaviais ao passarem próximas.
4. Correlações Ufológicas e Teoria da Radiação
Podemos fazer paralelos entre o caso de Buga e outros incidentes históricos, sugerindo que diferentes tecnologias de propulsão causam efeitos distintos:
A. Desidratação e Radiação Ionizante
A sede excessiva sentida por Dom José assemelha-se ao Caso Bebedouro (1969), onde Tiago Machado bebeu 5 litros de água por dia após ser atingido por um raio azul. A teoria é que a radiação da “antigravidade” causa a dessecação dos tecidos orgânicos (compostos por 70% de água), o que explicaria também a morte de animais encontrados desidratados (como o caso investigado por Edison Boaventura).
B. Radiação Eletroestática vs. Térmica
- Eletroestática: O relato de Carlos Carvalho (cabelos em pé dentro de uma nave) sugere um campo elétrico/estático.
- Térmica/Radioativa: As naves de Buga e de Castelo Novo (Portugal) deixam marcas de queimado, indicando uma emissão de energia muito mais agressiva.
C. O Caso Rendlesham (Inglaterra) é um famoso incidente OVNI ocorrido em dezembro de 1980, perto de bases aéreas americanas, onde militares avistaram luzes inexplicáveis e objetos pousados na floresta, com relatos dum objeto triangular e feixes de luz, sendo conhecido como o “Roswell Britânico” e gerando controvérsia e desinformação, com militares relatando uma experiência de contato próximo com o fenómeno.
Principais Efeitos Físicos Relatados
- Problemas Cardíacos e Neurológicos: John Burroughs sofreu danos cardíacos graves que exigiram a substituição de uma válvula aórtica. Em 2015, após anos de batalhas legais, ele conseguiu que o Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA (VA) reconhecesse que os seus ferimentos foram causados por “radiação eletromagnética não ionizante de banda larga” durante o serviço.
- Exposição à Radiação: Níveis elevados de radiação foram registados no local do pouso logo após o incidente. Burroughs atribuiu as suas complicações de saúde à exposição direta a esta radiação.
- Efeitos Imediatos (Drenagem de Energia): Durante o contacto, Jim Penniston relatou que, ao tocar no objeto e observar símbolos (hieróglifos), os seus movimentos tornaram-se “lentos e pesados”, sentindo como se a energia estivesse a ser drenada do seu corpo.
- Sequelas Psicológicas: Ambos os militares descreveram impactos psicológicos a longo prazo, incluindo stress pós-traumático e dificuldades em lidar com o silêncio imposto pelas autoridades na época.
5. Conclusão
A investigação ovnilógica deverá apontar para que os ovnis utilizam tecnologias que emitem radiações “funestas” para as quais o corpo humano não está adaptado. Enquanto os tripulantes destas “carruagens de fogo” podem ser imunes a estes subprodutos, para o ser humano, estas naves são um “doce veneno”. O perigo pode persistir em locais de pouso por décadas, tornando a investigação de campo uma atividade de alto risco.
Luís Luz Aparício
The farmer Jose Arias Restrepo who picked up the Buga UFO Sphere reveals his identity for first time
https://youtu.be/kOFFp86k7Lw?si=3dpr4TMyYTmPt5sV

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