Será que os habitantes dum planeta da Alfa de Centauro, estão preocupados connosco, ou os Pleidianos, ou os Marcianos? Eles mais preocupados com as vidas.
Outros povos vivem connosco e lhes doi as nossas pirralhices, por isso estão acenarnos em autênticas ações prognosticantes.
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Eles vivem aqui por baixo de nós nos Mundos Duatianos e em Agharta.
Maussan e a sua equipa juntaram todos os sinais que apareceram em diversos anos passados. Esta amostra é apenas uma ínfima parte daquilo que se sabe, porque graças às cameras dos telemóveis podemos mostrar ao mundo os fenómenos Forteanos, que saltaram dos jornais para a fibra ótica mundial.
Nós cá em Portugal, tivemos um caso muito curioso.
No oitavo dia da morte do vidente da Asseiceira de Rio Maior, em 16 novembro 1980, a partir das 14.23 horas, durante a procissão viu-se que o sol emitia muitas cores e apareceu a cara do vidente nas nuvens numa autêntica Pareidolia.
Vejam este vídeo do Maussan, porque devemos ter muito atenção aos drones que em 2025, apareceram na costa leste dos EUA e à imensa quantidade de avistamentos que tem havido em Las Vegas e na costa oeste dos EUA.
Mais uma vez alertamos quanto às ameaças do ditador do Kremlin, quando diz que vai utilizar armas nucleares. Ora isso é impossível, já por diversas vezes os misseis nucleares dos EUA e Rússia foram desligados, nenhum país da Terra poderá utilizar armas nucleares. Os nossos vizinhos da cave, «NÃO O PERMITEM».
O caso de Ludmila Smirnova
As mensagens e alertas transmitidos pelos tripulantes a Ludmila Smirnova centraram-se no futuro da Terra, no desenvolvimento tecnológico da humanidade e nos perigos que o planeta enfrentaria. Os seres deixaram claro que a evolução humana estava a ser monitorizada de perto devido ao nosso potencial autodestrutivo.
As principais revelações dividiram-se em três grandes eixos:
O Alerta Nuclear e a Destruição Ecológica
O aviso mais urgente dos tripulantes focou-se na incapacidade da humanidade em gerir as suas próprias tecnologias:
A Ameaça Atómica
Os seres demonstraram profunda preocupação com o arsenal nuclear global. Alertaram que a atmosfera da Terra estava a ficar gravemente danificada pela poluição e pelos testes atómicos, o que poderia desestabilizar o campo magnético do planeta.
Ponto de Não Retorno
Explicaram que, se a humanidade não mudasse a sua postura em relação ao meio ambiente e à guerra até às primeiras décadas do século XXI, o planeta sofreria mutações climáticas irreversíveis.
A Evolução da Inteligência Artificial e da Tecnologia
Os tripulantes fizeram previsões muito específicas sobre o rumo da nossa ciência:
- Criação de Mentes Artificiais: Previram que a humanidade iria desenvolver computadores capazes de pensar por si próprios (o que hoje associamos à Inteligência Artificial). No entanto, alertaram que o avanço tecnológico humano estava a acontecer muito mais rápido do que a nossa evolução moral e espiritual, gerando um desequilíbrio perigoso.
- O Erro da Ciência Humana: Afirmaram que a física terrena estava errada ao tentar compreender o universo apenas através da matéria visível, ignorando as dimensões energéticas e a geometria do espaço-tempo (como a curvatura de 4 anos que utilizavam).
O Contacto Oficial e o Prazo Limite
De acordo com o relato de Smirnova, as entidades não pretendiam intervir diretamente para nos salvar, mas deixaram uma espécie de ultimato indireto:
O Ano Limite (2050)
Foi-lhe transmitido que, até meados do século XXI (por volta de 2050), a humanidade passaria por uma “grande transição”. Se sobrevivêssemos aos nossos próprios erros tecnológicos e guerras até essa data, seríamos integrados numa comunidade cósmica maior. Caso contrário, a Terra entraria num ciclo de autodestruição ecológica e social.
Luís Luz Aparício
Vigilância Cíclica: Confirmaram que continuariam a regressar à Terra aproveitando a curvatura espacial a cada 4 anos (como alegadamente fizeram em 1986, 1990 e 1994) para registar o progresso ou declínio da civilização.


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