No Livro PROJEÇÕES DA CONSCIÊNCIA – Waldo Vieira Página 69.
Vem relatado uma cena caótica que ele viu quando estava fora do corpo. Deduzi que tempestades e tufões terrestres afetam o outro lado da vida, portanto acontecimentos atmosféricos da 3ª dimensão afetam os seres da parte mais baixa da 4ª dimensão!
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Este é o capítulo mais perturbador e denso deste livro.
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A partir de agora temos razão para dizer que as armas nucleares, quando detonadas podem causar severos danos na parte inferior da 4ª dimensão.
Assim os ocupantes dos ovnis, sempre têm falado da necessidade de detruirmos as bombas atómicas.
Se houver uma guerra nuclear, iremos afetar a parte inferior do astral.
Se nessa zona existem milhões de almas enfermas, com uma guerra nuclear aqui na Terra, iremos prejudicar ainda mais essa parte caótica do astral inferior.
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Capítulo 20 – TEMPESTADE HIDROMAGNÉTICA
Ocorreu-me imediata projeção e a minha consciência despertou plenamente entre duas consciexes amigas, a benfeitora de sempre, Aura Celeste, e um companheiro de elevada expressão evolutiva. Esclareceram-me de imediato, que a incursão visaria ao resgate de uma consciex enferma.
Em minutos, atravessando rapidamente o espaço, atingimos uma área no continente, junto ao mar, costa deserta sob tempestade de amplas proporções que parecia atingir o auge àquela hora, entre ribombos de trovões, faíscas sucessivas e bátegas em turbilhões escachoantes.
Informaram-me que junto à tormenta física ocorria chuva torrencial de recursos magnéticos de dimensões avançadas na região, objetivando a limpeza periódica das espessas formas-pensamento nas cavernas subcrostais que se ramificavam pela crosta sob os morros e penhascos selvagens, infiltrando-se pelas entranhas da terra.
A tempestade assemelhava-se a vasto maremoto e terremoto conjugados, levantando ondas imensas, soerguendo o solo e fazendo tremer as estruturas de todo o cenário.
As cavernas começaram a ser inundadas por verdadeiros rios interiores, forçando a saída de animais, talvez ratazanas, dos covis de terra sólida, bichos nas águas, principalmente ariranhas de olhos coruscantes na escuridão, e morcegos desvairados cortando os ares.
Todos tentavam sair em pânico dos saguões das galerias múltiplas, umas amplas e altas; outras acanhadas e baixas; a se multiplicarem em furnas, precipícios e gargantas no recôndito da massa terrestre.
Fazíamos a passagem sobre os elementos deslizando com a emissão do potencial das forças mais íntimas para flutuar acima Projeções da Consciência 69 dos bichos e atravessar as revoadas de morcegos.
O ambiente gélido das furnas, com exalações desagradáveis poluindo o ar, mostrava o hórrido-belo com toda a magnificência possível, além de qualquer pesadelo.
Entre as cores das pedras escalavradas das paredes e a majestade estática das estalactites e estalagmites, os numerosos magotes de consciexes padecentes, alienados mentais sem corpos humanos.
Ainda profundamente densificados, eles sentiam os efeitos magnéticos e evidenciavam distúrbios psicológicos das convulsões indescritíveis dos elementos, correndo espavoridos e exibindo assombro indefinível nas carantonhas pelas galerias espraiadas em labirintos, num “salve-se quem puder” deprimente e aterrador.
Os recintos tenebrosos das cavernas pareciam transformados em catacumbas do horror.
Angustioso pavor campeava nas fisionomias e nos gestos dos grupos desventurados que se amontoavam onde podiam, com as consciexes perturbadas, muitas atônitas, algumas vacilantes, buscando apoio desesperado e inencontrável uns nos outros.
Profunda compaixão brotava, espontânea, em todos nós que presenciávamos as cenas inesquecíveis atravessando o ambiente à meia altura, procurando manter-nos flutuando pouco acima, na posição difícil de espectadores impotentes ante o realismo da catástrofe programada.
Era necessário dominar as emoções e abafar os impulsos de choro convulso. Secções dos elementos geológicos suspensos pareciam tremer e daí a pouco caíam fragorosamente sobre o leito turbilhonante das extensas grutas que acolhiam considerável população extrafísica, vinda à tona nas águas misturadas de chuva e mar, saindo de cada enxovia escondida, poços de lama semelhantes a solitárias e cárceres encravados em esconderijos e tijucos, numa das piores atmosferas que se possa imaginar.
Agentes da tacon – tarefa da consolação, em pequenas equipes luminescentes, chegavam para os trabalhos de cooperação fraternal, em levas contínuas, durante e após a tempestade hidromagnética.
Ao passar os últimos efeitos da bomba-d’água, veio a calmaria do período pós-terremoto e as consciexes aproveitaram a ocasião esperada para a visita, encontrando quem procuravam e arrebatando com zelo inexcedível, a pequena enferma de um dos tugúrios indescritíveis em sombras perenes, situado nos recessos mais absconsos das valas, socavões e lapas profundas.
A esquálida criatura dava a impressão de criança oligofrênica deformada, imersa em profunda noite de idiotia, os olhos vitrificados, inteiramente alheia às ocorrências da tempestade, como se vivesse num mundo próprio de pesadelo contínuo.
Na qualidade de conscin funcionei como doador comum de energias. Reduzido grupo de consciexes desequilibradas ainda tentou impedir o recolhimento da doentinha colocada a dormir, mas foi dissuadido naturalmente de fazê-lo pelas defesas magnéticas instaladas pelos pensenes da equipe de resgate.
Na fase última da incursão quando deixava o local junto das duas consciexes e mais a criança extrafísica, elevaram-se objurgatórias e protestos de consciexes remanescentes, de horrenda figura, que começavam a comemorar o fim da tempestade numa orgia bizarra, declamando, estentoricamente, versos pornográficos (pornofônicos) atribuídos a Bocage.
A saída daquele ambiente e a volta após a tempestade foram fáceis e rápidas. Um dos companheiros extrafísicos com bondade exuberante, encarregou-se de levar carinhosamente a doentinha. Era chegado o momento de retornar ao soma.
Ao despertar-me, ainda com as imagens vívidas da tempestade, ratazanas, ariranhas e morcegos, meu cérebro traduzia apenas os ecos desmaiados das inexprimíveis sensações conscienciais sofridas pelo ser longe dali, momentos antes
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Fenómenos atmosféricos e geodinâmicos da dimensão física podem repercutir-se nas regiões mais densas do extrafísico, especialmente nos estratos baratrosféricos que é a dimensão extrafísica patológica da paratroposfera terrestre, servindo como domicílio coletivo de consciexes (consciências desincorporadas) anticosmoéticas, doentias e assediadoras.
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Esta parte do baixo astral é caracterizada como um ambiente de parapsicoses, comumente associado a cenários de assédio, infernosfera ou Vale dos Réprobos.
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Esta zona não é afetada pelo vento, pela chuva, os trovões não “entram” na 4ª dimensão.
A repercussão ocorrem porque:
• as dimensões mais densas são parcialmente interpenetradas pela matéria física,
• as consciexes densas são altamente sensíveis aos campos energéticos e magnéticos da Terra,
• eventos físicos intensos alteram o holopensene e o campo energético local, criando turbulência perceptível no extrafísico.
Ou seja: não é o tufão físico em si, mas a repercussão energética, magnética e psicossférica dele.
1. O que Waldo descreve na página 69 e 70
O cenário é uma baratrosfera cavernosa, um bolsão extrafísico denso, com:
• consciexes perturbadas, ambiente magneticamente instável, “convulsões dos elementos”, sensação de caos e pânico coletivo.
Essas “convulsões dos elementos” não são tempestades físicas, mas turbulências energéticas e psicossféricas que lembram tempestades.
Waldo usa o termo “magnéticos” para indicar que o campo energético local estava sendo sacudido, e consciexes densas — que ainda funcionam quase como animais instintivos — reagem com medo e desorganização.
2. Como fenómenos físicos repercutem no extrafísico:
A Terra é um sistema multidimensional. Quando algo grande acontece na 3D, isso reverbera energeticamente nas dimensões próximas.
• Erupções solares → alteram o magnetismo → afetam zonas extrafísicas densas.
• Tempestades, furacões, terremotos → liberam energia emocional coletiva → criam ondas psicossféricas.
• Guerras, tragédias, pânico social → densificam regiões extrafísicas próximas.
As regiões mais densas da 4D (baratrosfera) são quase coladas à crosta física, então quando a crosta treme, a baratrosfera treme junto — energeticamente.
3. Por que isso afeta consciexes densas: As Consciexes em sofrimento, alienadas ou perturbadas.
• têm psicossoma densificado, são hipersensíveis a campos magnéticos e energéticos, vivem em estado emocional instável, não possuem lucidez para se proteger ou se estabilizar.
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Patra existe.
Quando morreram, muitas das pessoas não acreditavam na vida pós morte e ficaram em estados muito sombrios do baixo astral, daí a primeira missão de Lobsang Rampa, «A divulgação de Patra» ou seja não fiquem na parte mais baixa do astral, procurem a «A Terra da Luz Dourada».
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4. Então qualquer alteração energética — mesmo pequena — vira um “terremoto emocional”. É como animais reagindo a tempestades antes dos humanos perceberem. Mas com precisão conceitual:
• Fenómenos físicos repercutem nas regiões extrafísicas densas.
• Consciexes densas sentem essas repercussões como “tempestades energéticas”.
• A baratrosfera é afetada pelo magnetismo e pela psicosfera humana.
O que não ocorre literalmente:
– Não existe “chuva física” caindo na 4D.
– Não há vento, água ou trovões físicos atravessando dimensões.
– O fenómeno não é meteorológico, mas energético e holopensênico.
5. O que Waldo descreve é: uma tempestade energética e psicossférica, não uma tempestade meteorológica.
Mas essa tempestade energética pode sim ser desencadeada por eventos físicos intensos.
6. A baratrosfera funciona como, um eco energético da crosta, um espelho distorcido das emoções humanas, um campo magnético instável onde consciências densas vagam.
Quando a Terra vibra, essas regiões vibram mais forte ainda, porque: são densas, são instáveis, são emocionalmente caóticas, não têm amparo nem organização.
Por isso Waldo descreve o ambiente como “hórrido-belo”: é a estética do caos energético.
Então quer dizer que o rebentamento de bombas atómicas poderão afetar a 4ª dimensão e os ocupantes dos ovnis como gentes muito evoluídas tentam que os humanos não as utilizem.
1. A visão multidimensional (extrafísica):
Dentro da lógica conscienciológica, projeciológica e de tradições espiritualistas: as explosões nucleares têm repercussões extrafísicas.
Uma detonação nuclear liberta energia física extrema, ondas eletromagnéticas, impacto psicossocial coletivo, ruptura no campo energético planetário.
Isso reverbera nas dimensões mais próximas da crosta, especialmente nas zonas densas da 4ª dimensão (baratrosfera). As consciexes mais densas, são hipersensíveis a campos magnéticos e emocionais, sentem isso como tempestades energéticas violentas.
Vários casos ovnilógicos, relatam que os seres do espaço tentam evitar guerras nucleares.
1. O Incidente de Malmstrom (1967): Salas relatou que, enquanto estava de serviço num bunker subterrâneo, guardas na superfície descreveram um objeto vermelho brilhante a pairar sobre o portão da base. Momentos depois, 10 mísseis nucleares Minuteman ficaram inoperáveis simultaneamente. Salas acredita que isto foi um sinal para a humanidade sobre o perigo destas armas.
2. O Caso de Vandenberg (1964): Robert Jacobs testemunhou um evento na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, enquanto filmava um teste de um míssil Atlas. Ele afirma que as imagens mostraram um objeto em forma de disco a aproximar-se da ogiva falsa, disparando feixes de luz que causaram a falha do míssil no ar.
3. O Caso de Rendlesham Forest (Bentwaters)
Ocorreu em dezembro de 1980, perto das bases da Força Aérea dos EUA de RAF Bentwaters e RAF Woodbridge, em Inglaterra.
A base de Bentwaters era conhecida por armazenar um vasto arsenal nuclear durante a Guerra Fria.
O pessoal militar, incluindo o Tenente-Coronel Charles Halt, relatou luzes estranhas e um objeto metálico na floresta. Halt afirmou ter visto o objeto disparar feixes de luz diretamente para as áreas de armazenamento de armas nucleares da base.
Para muitos investigadores, estes incidentes reforçam a ideia de que estas inteligências monitorizam de perto a nossa capacidade de autodestruição, porque se entrarmos em guerras atómicas poderemos prejudicar outras frequências dimensionais.
© Luís Luz Aparício


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