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Próximo encontro / palestra

Dia 4 novembro 2017 - sábado - 18 horas

Palestrante: CHIANG

Tema: Genese e criação do universo das raças alieniginas, incluindo a raça terestre

Hotel Príncipe Lisboa
Avª Duque d’Ávila, 201 Lisboa
Metro de S. Sebastião

Enquanto o nosso site não está em condições, vamos aqui colocar os avistamentos que nos vão chegando


Centenas de Luzes em Torres Vedras
Um pessoa que quis só identificar-se com o nome de José afirma que no dia 12 outubro 2017 pelas 22 horas em Torres Vedras diz que viu centenas de luzes no céu.
Afirma que foi alertado pelas suas vizinhas que estavam assustadas com aquela observação.
Algumas das luzes piscavam outras tinham luz fixa.
Agradecemos que nos dêm mais informações desta acontecimento em Torres Vedras.

Milhares de naves na Costa da Caparica

Costa da Caparica dia 7 outubro 2017 – 23.10 h
Celso diz que é bastante difícil descrever aquilo que viu, para comprovar mandou uma foto a uma amiga comum, a ANA. Aquilo que viu, descreve-o como uma grande cabeça com muitas naves com uma magnitude visual muito intensa, tinha a particularidade de acenderem e apagarem com tempos diferentes, isto é cada nave tinha a sua luz acesa durante um período de tempo diferente das demais. Essa cabeça cheia de naves tinha uma grande cauda muito larga e com um km de comprimento: Esse aglomerado de naves estava por cima do areal.
O Celso estava dentro da tenda e sentiu que lhe estavam a dizer (foi chamado) para que saísse para fora da tenda. O Celso diz que eram mesmo naves, porque numa noite de Lua cheia as estrelas eram pouco visíveis. Nunca tinha visto milhares de naves muito perto da Terra. Parecia uma arvore de natal incandescente, era tão grande a mancha que era impossível quantificar o numero de naves. Depois começaram a andar um pouco para o mar, mas depois desapareceram.

O Celso quando questionado sobre a magnitude de cada uma das luzes diz que não sabe, mas justifica que conjuntamente com uma amiga, foram apanhados desprevenidos e não ficaram atentos aos pormenores, limitaram-se somente a contemplar o todo. Nunca tinha visto algo assim.
O único pormenor que adianta é que eram enormes, cada uma das naves era enorme. Era uma situação diferente de luzinhas que são vistas no céu a grandes alturas. Enfatiza que eram enormes, cada nave era enorme e dotadas duma luz branca brilhante incandescente como nunca viu.
A primeira vez que viu as naves já estavam por cima do areal da Fonte da Telha e com a cauda virada para a praia do Meco, e porque a sua grandeza era tal que ocupava um pouco do mar. O desaparecimento daquela mole de naves, começou por, primeiro as luzes da cauda apagarem-se, depois foi as luzes da cabeça.
O Celso diz que deveriam ter estado a ver aquelas naves durante cerca de dez minutos. Acha que as naves estiveram ali, até ele e a sua amiga entenderem que aquilo eram naves e não alguma ilusão. Acha que era uma dádiva de alguém que queria lhes dar uma prova da sua existência. Recorde-se que atrás o Celso diz que foi instruído a acordar e sair da tenda, portanto as naves já ali poderiam estar antes de acordar.
O Celso pensa que foi uma prendinha para o seu trabalho por ter estado todo o verão a dormir na praia.
Outra testemunha em Almada de nome Sónia (nossa conhecida), morando no centro de Almada num segundo andar foi alertada pelo telefonema do Celso e disse-nos que consegui ver passar por cima do monumento ao Cristo Rei um vasto numero de luzinhas, acentua que poderia ter tido uma melhor noção das luzinhas se não estivesse tanto nevoeiro em Almada.
Comentário:
Cada vez aparecem mais este tipo de observações, o que será. Já pusemos de parte serem resultante do lançamento de balões Led. Numa Vigília que fizemos na Peninha em Sintra, vimos uma enorme mancha de luzinhas em forma de melão. Em S. Pedro do Estoril em 2014 vimos no zénite, a uma altitude muito elevada uma grande nuvem de luzinhas, que no local cada uma delas deveria ter dimensões apreciáveis: Daí fica a pergunta, será que estamos a ser avisados para algum acontecimento?

Oiça a descrição do Celso

Agradecemos que mais pessoas tenham visto esta deslocação de naves que nos comuniquem o seu depoimento.
Luís Aparício


Vaga de ovnis em 29 julho 2017, às 01,32 horas
Na nossa ultima palestra falamos com um nosso colaborador e este relatou-nos aquilo que um seu amigo lhe disse quando estava a sair do trabalho da Autoeuropa, na margem sul do rio Tejo.

Ele é brasileiro e tem muitos conhecimentos de astronomia. Verificou que havia no céu um aglomerado de luzes com o feitio de uma banana. As luzes piscavam pareciam pequenos discos que iam rodando por si próprios, mas também no agrupamento todo.
Alguns dos discos brilhavam mais ou brilhavam menos conforme o sol lhes incidia em altitude.
Eram centenas de luzes que ia deslocando-se no céu até que alterou a sua para uma meia lua.
Aquela meia lua foi-se desvanecendo lentamente. Desde que foi visto até desaparecer durou cerca de cinco minutos.
Aquelas centenas de luzes deslocavam-se a uma altitude muito elevada.

O mesmo avistamento em Lisboa

Outra pessoa, que não quis identificar-se, sabemos só que é engenheiro químico, disse-nos que estava em Lisboa e viu passar por cima do estuário do rio Tejo um aglomerado enorme de luzes.
Estava a testar um detetor de ovnis e diz que houve interferências radio elétricas. Diz ser um aparelho de «interferência geo-magnética». Quando os ovnis passaram fizeram uma interferência no espetro do aparelho, esse aparelho estava exteriorizar a informação processada para um computador e foi possível ver o efeito em gráficos da passagem dessa massa de ovnis.
Este engenheiro diz que não eram aviões, reafirma que teriam que ser aparelhos com massa magnética elevada. Estavam com este engenheiro mais três pessoas da sua família que também assistiram a esta passagem do aglomerado de luzes.
Este engenheiro relata que conseguiram contar as luzes que seriam 80 e 83 luzes. Havia umas luzes que circulavam uma à volta da outra. Parecia ser um objeto coordenado, o objeto parecia estar baixo, se referir a altitude.

Ovni passeia-se durante um ano em Portugal

Esse cidadão brasileiro acima referido, diz também que houve um objeto que andou entre o Barreiro e a Serra da Arrábida sempre cerca da meia noite durante todo o ano de 2014. À primeira vista poderia parecer um avião, mas porque fazia manobras muito anormais, dava para perceber que tinha de ser algo fora dos nossos domínios tecnológicos. Entre as muitas vezes que viu menciona o dia 19 dezembro 2014.


Muitas Luzes em Alpendurada

Armindo Dias tem 62 anos e é médico conjuntamente com mais duas médicas, estavam perto do Convento de Alpendurada junto ao rio Douro e cerca das 01,15 horas do dia 20 agosto 2017, viram passar muitas, muitas centenas de objetos luminosos no céu. As luzes eram cintilantes de cor branco amarelado e estariam a cerca de 10.000 metros de altitude.

Viam-se também algumas luzes dispersas, a grande mancha seguia pelo rio abaixo, desapareceram na direção da foz do rio Douro.
Este médico que sempre foi um incrédulo absoluto sobre o fenómeno ovni, mas agora não consegue intender o que viu, ultrapassa-lhe o conhecimento.
À distância dum braço estendido aquela mancha teria um metro e meio de comprimento. Ocupava no espaço uma volumosa área.
Cada uma daquelas luzes à distância dum braço estendidoteria menos dum terço da unha do dedo mínimo.
A sua esposa chamou-o diversas vezes para vir ver aquele aglomerado gigante de luzes, portanto aquela macha de luzes esteve a ser vista durante mais de sete minutos.






Enorme nave no Ribatejo

Alexandre Tavares tem 53 anos e é músico e DJ e já trabalhou em diversas rádios. No dia 26 de maio 2017 sexta-feira, havia nesses dias as festas taurinas em Azambuja, eram 22:00 horas e o céu estava limpo.
Depois de se sair da Arrifana em direção a Manique do intendente , vira-se à direita e nessa curva existe a Quinta da Lapa. O Alexandre ia com um primo, a pé até à localidade de Manique do Intendente e viram à distância talvez por cima da localidade de Vila Nova de São Pedro (39º 12’ 41,17” N 8º 50’ 36,76” O) que fica a 4,388 km dessa quinta, umas nuvens retangulares, mas com os cantos arredondados. Eram três nuvens cinzentas e densas. Por detrás dessas nuvens havia uma claridade branca.
Dentro do retângulo da própria nuvem havia uma pequena janela. Deu a impressão ao Alexandre que o clarão branco que emanava dessa fresta, era o responsável pela luminosidade que existia atrás da nuvem.
Comentário da APO: Pode ser que do outro lado também existisse uma outra fresta que provocava aquela aureola branca na parte oposta, daqueles três retângulos.

Os clarões que emanavam a partir da fresta superior da nuvem piscavam alternadamente. Curioso foi que não era só uma nuvem eram três nuvens agarrados. A fresta da nuvem da esquerda emitia um clarão muito branco, depois era a fresta da nuvem do meio que emitia o clarão branco depois era a fresta da nuvem da direita que emitia o clarão muito branco, parecia as luzes estroboscópicas duma discoteca, depois voltavam a fazer a mesma sequência de acendimento das frestas.

Aquelas nuvens deveriam estar muito baixas, para o Alexandre estariam a 15 cm de altitude, atendendo ao local donde estava a vê-las, quando passou em frente à Quinta da Lapa.

Era um espetáculo lindo, durante 20 minutos o Alexandre Tavares e o primo iam apreciando aquelas três luzes muito potentes e brancas, enquanto caminhavam até quase a Manique do Intendente. Depois quando voltaram cerca das 01 horas já não viram nada no céu ao longe por cima Vila Nova de S. Pedro.



O Alexandre pensa que aquelas nuvens poderiam também estar um pouco mais longe talvez por cima do Cartaxo. O que aumentaria a sua dimensão real. O que mais impressionou Alexandre Tavares e o primo foi que aquelas nuvens contrariamente ao normal, estavam na vertical!
Para o Alexandre aquelas nuvens teriam 12 cm de altura e 60 cm de comprimento, portanto no local teriam de ser enormes. De inicio o Alexandre e o seu primo pensaram que era trovoada, mas para isso era preciso ouvirem-se os trovões, o que não acontecia, havia total silêncio.

Lembramos que a Arrifana está muito perto da Serra de Montejunto, palco de muitos avistamentos de ovnis.

Luís Aparício




Gonçalo Pereira, tem 37 anos, vive na Rua do Outeirinho em Santarém. Estava dentro da sua casa e foi chamado pela sua esposa para ver algo que o surpreendeu. No sábado dia 29 julho de 2017, eram 23,30 horas viu vir de sul para norte mais de 50 luzes que seguiam todas lado a lado, passavam em filas de 3 a 4 luzes. A velocidade que se deslocavam era superior à das avionetas. Essas luzes também tinham uma velocidade superior à dos aviões que circulam a 11.000 metros de altitude reafirma o Gonçalo Pereira.
Essas luzes deveriam ir a uma altitude muito baixa talvez 3.000 metros. Cada luz tinha uma magnitude superior a qualquer estrela conhecida, talvez se aproximando da magnitude da ISS.
A passagem destas luzes decorreu durante cerca de 7 minutos. Esta testemunha afirma que nessa noite não havia nenhum vento. Quando inquirido o Gonçalo Pereira sobre se poderiam ser balões led, o mesmo acha que o comportamento das luzes que seguiam em grupos de 3 a 4 denotava algum tipo de ordem inteligente.
Este acontecimento foi presenciado pela sua esposa e pelo seu filho.
Luís Aparício



João Ramos tem 57 anos e é perito forense vive em Lisboa, mas no sábado 22 de julho 2017, pelas 22,45 horas estava no Cadaval, com a família. A noite estava límpida e para sua supressa viu passar no céu uma bola de luz muita branca.
Era algo diferente daquilo que estava habituado a ver nas suas observações noturnas, não era um balão, nem um avião. Tinha de ser algo invulgar aquela bola de luz deslocava-se a uma velocidade superior à dos aviões comerciais e ia a uma altitude superior às dos aviões comerciais ia mesmo a uma altitude muito elevada.
Estava na varanda e via o todo o céu e pegou nos binóculos do genro e conseguiu ver que a bola emitia uma luz branca muito límpida e pura, dava a impressão que aquela luz tinha a forma esférica, acentua repetidamente que era muito pura a luz.
Quando avistou primeiro a bola de luz, viu que a luz vinha de Montejunto para o mar, ou seja, de leste para oeste, depois fez uma mudança de trajetória e seguiu o caminho de sul para norte. A bola mudou de direção e de velocidade.
Depois apareceu uma segunda bola de luz que aparentemente seguia a primeira. Quando estava a ver o acontecimento viu que passou dois aviões que seguiam a uma rota muito baixa. o que deu para comparar, as bolas estavam a uma altitude muito superior.
Afirma que seria impossível ser um balão visto que voava a uma velocidade muito elevada, e não era também nenhum satélite.
Houve uma separação de dois minutos entre o aparecimento das duas bolas de luz.
Durou mais de um minuto cada uma das observações
A luz emitida era de cor branca muito linda, muito linda, parecia que possuía uma energia própria.
Luís Aparício



Estrela ascendente com cauda multicolorida no Pragal
Jane empresária de moda, com 33 anos, vinha do Almada Fórum no dia 24 janeiro 2017 entre as 23 e as 23,30 horas. Quando contornava a rotunda para ir para a Costa da Caparica vê por cima do Pragal, talvez na vertical do Bairro Branco, uma estrela ascendente (o contrário duma estrela cadente), na cauda dessa estrela tinha várias cores.
No local deveria esse cilindro deveria ter vários quilómetros de comprimento, parecia tubular virado para cima era algo muito grande. O rabo desse cilindro emitia chamas com várias cores como o amarelo alaranjado e o azulado. A cauda da chama que saia do cilindro era enorme talvez 1,5 vezes o tamanho o cilindro.
Parecia que daquele cilindro saia combustível e entrava logo em processo de combustão colorida. Jane diz que só pode ser um ovni, desapareceu no firmamento.
Luís Aparício