Associação de Pesquisa OVNI - APO

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Próximo encontro / palestra

Dia 4 agosto 2018 - sábado - 18 horas
Local:Praça Ilha do Faial 14 A, 1000-168 Lisboa
Palestrante:Luis Aparício
Tema: As aparições marianas e o fenómeno ovni III

Próxima vigília
Dia 11 agosto 2018 a partir das 22 horas
Núcleo de Interpretação da Duna Cresmina
Passadiço de madeira no areal que se encontra por cima da Praia do Guincho Click here



Enquanto o nosso site não está em condições, vamos aqui colocar os avistamentos que nos vão chegando


Luz intensíssima por cima do Cristo Rei

Fábio e um outro amigo estavam em Almada no dia 22 de maio de 2018, terça-feira, eram cerca das 23,35 horas e telefonaram para a APO a informar que estavam a ver uma luz muito intensa parada por cima do Cristo Rei Essa nuvem com luz intensíssima estava ao mesmo nível das outras nuvens dando a sensação de que havia qualquer coisa luminosa no seu interior. Essa nuvem luminosa com um branco muito forte, talvez tenha estado parada entre as 23,05 h e as 23.45 horas. Por vezes essa luz não estava intermitente e mudava de posição ascendendo em altura e depois descendo, talvez quisesse assinalar-se ou evidenciar-se. De inicio esteve parada no mesmo sitio cerca de 10 minutos, depois essa luz apagou-se e voltou a aparecer num local um pouco diferente. Essa luz voltou a apagar-se e a acender-se mais três vezes, mas já não tinha a mesma intensidade de inicio. Conseguimos contatar uma senhora amiga de Almada que confirmou que essa luz ainda lá estava às 23,45. Devemos notar que o céu estava muito enublado. Entendemos que algum ovni emitindo uma luz intensíssima esteve observando Lisboa. Luís Aparício

Centenas de discos em Lisboa


Álvaro Machado vive em Almada, tem 55 anos e operador de laboratórios. No sábado dia 3 fevereiro 2018, eram 22,40 horas vinha na Rua das Portas de Santo Antão em Lisboa, e vê no céu aquilo que à primeira vez lhe pareceu um bando de gaivotas, deslocavam-se numa trajetória norte para sul. Eram muitas centenas e não havia nenhuma brisa. Eram centenas de luzinhas que cobriam uma vasta área do céu deslocavam-se a uma velocidade muita lenta talvez a quatro quilómetros por hora. O Sr. Álvaro nunca tina visto nada igual e chamou a atenção para outras pessoas que estavam a passear nessa rua do coliseu, todos ficaram sem perceber o que se passava.
O Sr. Álvaro viu que uma dessas pessoas que ia nessa rua do coliseu, gravou com o telemóvel o insólito acontecimento. Aquela massiva deslocação de luzinhas durou cerca de três minutos e deveriam transitar a uma altitude mais alta que o trajeto dos aviões que vão aterrar no aeroporto em Lisboa, talvez se deslocassem entre 500 e 700 metros de altitude. Essas centenas de luzinhas apagavam e acendiam, brilhavam e deixavam de brilhar, e tinham uma magnitude visual comparada a metade da unha do dedo mínimo.

Para o Sr. Álvaro Machado as luzinhas tinham uma forma de disco.

Luis Aparicio


Natal 2017

Desejamos a todos os nossos leitores um bom Natal de 2017, esperando que os nossos amigos do espaço nos concedam uma visitinha




Ovni parado em Montejunto

Alexandre Tavares, tem 53 anos e vive na Arrifana perto da Serra de Montejunto, no dia 24 de outubro 2017 – terça-feira, estava à espera dum primo, entre as 06.44 e as 06.48 horas viu algo que lhe pareceu ser um avião por cima da Serra de Montejunto. Aquele pressuposto avião estava parado o que contradiz a nossa normalidade aeronáutica a que estamos habituados.

O Alexandre notou que esse objeto era muito grande e estava parado.Notou também que estava cheio de luzes que andavam à volta desse objeto. Notou também que aquele objeto tinha a forma duma elipse e estava a oscilar no vertical e horizontal, com pequenas deslocações para cima e para baixo e para os lados.

Após cerca de quatro minutos com estes movimentos, inclinou-se para o lado esquerdo e ficou encoberto, visto ter sido quebrado a linha de visão com uma casa na Arrifana. Para esta testemunha aquele ovni deveria ter uma magnitude visual de 15mm de diâmetro e estaria na vertical da Serra de Montejunto.

Durante o tempo que foi visível o ovni a cerca de 45º graus de declinação e na vertical da Serra de Montejunto.

Luís Aparício

Rios de naves – Epilogo duma dedicação

A Ana vive em Almada e tem 55 anos, é profissional de seguros, mas também se dedica à espiritualidade e a observar os fenómenos que estão ao seu redor. Diz que a vida é feita de tudo e é bom estarmos atentos para percebermos, quem somos e aquilo que fazemos aqui e qual é o objetivo de estar aqui na terra. *

A Ana disse-nos que foi de férias até Espanha. No dia 15 de junho 2016, quarta-feira, partimos de Benidorm eu e mais 8 amigos éramos 9 pessoas ao todo. Vinham 4 pessoas no meu carro e cinco no outro carro. A Ana diz que o céu estava limpo e era quase meia-noite, até já tínham jantado e até tínham parado para beber café para não adormecer. Vínhamos sem rumo, queríamos encontrar onde dormir debaixo das estrelas, visto a temperatura estar agradável e o céu estar limpinho.

Primeira nave

As pessoas que vinham no outro carro não valorizaram tanto o que se passou a seguir.

No nosso carro vinham quatro pessoas, íamos na autoestrada entre E-15. De repente ao fundo vi uma luz enorme céu, chamei a atenção das pessoas que iam no nosso carro e todos ficamos a olhar, parecia um avião, mas aquilo não se mexia e não tinha o formato dum avião, mantinha-se fixo abaixo do que os aviões transitam, tinha a forma dum donuts sem buraco, fomo-nos aproximando e aquilo continuou lá no céu. Passamos mesmo por baixo daquele objeto e ficamos super destravados (alucinados, exaltados) e vimos logo que era uma nave só poderia ser, a nave estava parada no céu.

Ficamos super emocionados, porque todos vimos o mesmo, todos vimos aquela nave, não dava para parar porque muitos carros estavam a circular e podíamos provocar algum acidente. Também não nos encostamos na faixa de segurança porque era estreita, nessa faixa estava interdito parar visto estarmos na autoestrada E-15 entre Almeria e Cartagena na zona de Vera.

Segunda nave no céu

Continuamos, mas mais à frente ainda não tínhamos acabado de nos emocionar, vimos mais um objeto igual, olhamos para trás e verificamos que o primeiro objeto ainda lá estava, ao fundo, parado no céu. Conseguimos ver as duas naves ao mesmo tempo. Começamos todos a gritar uns para os outros, olha, olha, olha, olha aquele é igual, o segundo objeto também ficou parado no céu, ficamos sem palavras e super emocionados.

Terceira nave no céu

Continuamos a observar melhor o céu e mais à frente, estava um terceiro objeto parado no céu. As três naves eram visíveis. Todos os objetos estavam relativamente baixos depois ficamos todos num grande silêncio, porque aquilo deixou-nos sem palavras, continuamos a reviver o assunto com grande entusiasmo. Os objetos estavam bastante baixos, daí que a emoção era muito maior.

Quarta nave em terra

Quando íamos na autoestrada, eu vi também um objeto igual aos primeiros três a poisar no lado direito da autoestrada, eu não tive tempo de dizer nada a ninguém. Esse objeto pousou na planície, entre uma casa e um grupo de árvores. Eu não disse nada a nenhum dos outros ocupantes do nosso carro, porque percebi que depois de passar mais ninguém poderia ver e olhar para trás e também não podíamos fazer marcha atrás com o carro. É lógico que estávamos numa autoestrada espanhola, por isso eu guardei aquilo para mim. Mais à frente dois ou três minutos depois, eu não aguentei e disse «parece que eu estou louca, mas vi um objeto descer no lado direito da planície».

A minha amiga Sónia disse-me «eu também vi, mas calei-me porque pensei assim «isto não está a acontecer, será que aconteceu mesmo»? Então debatemos o que avistamos, eu e a Sónia e percebemos que ambas vimos a mesma nave aterrar no lado direito da autoestrada.

O objeto que tinha poisado na planície era como um donuts sem buraco, esse ovni teria talvez o tamanho de uma casa (quinze metros de diâmetro). O objeto tinha a forma dum donuts sem buraco, «todo redondinho» cheio de luz que fazia uns tremeliques (sic) (luz estroboscópica), emitia o mesmo tipo de luz parecida com os outros objetos que estavam no céu.

Essa nave tinha um aspeto metálico mesmo com as luzes envolvidas, talvez porque estava parado, tive maior perceção da sua constituição.

Recordar emoções

Quando estávamos a fazer a entrevista a Ana olhou para o chão a reviver as emoções, tentou recordar-se melhor e disse «eu não vi se ele poisou no chão, ou estava mesmo rente ao chão, mas pareceu-me que tinha ficado a pairar por cima da planície». Emitia uma luz de cor branca como todos os outros objetos. A luz parecia do mesmo tipo que as nossas lâmpadas fluorescentes, ou igual às utilizadas discotecas como se houvesse uma auréola a volta.
Essa luz não feria a vista. Foi um avistamento fantasticamente mágico. Todos nós que íamos dentro do carro sentíamos uma grande paz e um grande acompanhamento, como se estivessem a embalarmo-nos com mimos de paz. Resumindo a Ana diz que em 20 minutos viram quatro naves.

Possível ninho e ovnis

O nosso destino era Almayate para visitarmos um casal amigo, espanhóis. Quando lá chegamos contamos-lhes logo aquilo que tínhamos visto e onde se tinha passado. Eles disseram que aquela zona era muito propícia para se verem em naves espaciais. Esse casal disse que conheciam pessoas que costumavam ver naves espaciais naquela zona, muitas vezes. Parece que as pessoas daquela zona já nem ligam ao assunto, visto que os avistamentos são muito frequentes naquela zona.

Nota da APO:
Em frente a Benidorm, no mediterrâneo, donde a Ana partiu, estão as ilhas Baleares onde são avistados muitos osnis a sair e a entrar nas águas do Mediterrâneo. Lembramos que muitas vezes nas Baleares são ouvidos sons muito altos, como se fossem mart