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Próximo encontro / palestra

Dia 2 setembro 2017 - sábado - 18 horas

Hotel Príncipe Lisboa
Avª Duque d’Ávila, 201 Lisboa
Metro de S. Sebastião

Palestrante: Nuno Palma
Tema: Mitos e lendas de Portugal e ovnilogia

Enquanto o nosso site não está em condições, vamos aqui colocar os avistamentos que nos vão chegando


Enorme nave no Ribatejo

Alexandre Tavares tem 53 anos e é músico e DJ e já trabalhou em diversas rádios. No dia 26 de maio 2017 sexta-feira, havia nesses dias as festas taurinas em Azambuja, eram 22:00 horas e o céu estava limpo.
Depois de se sair da Arrifana em direção a Manique do intendente , vira-se à direita e nessa curva existe a Quinta da Lapa. O Alexandre ia com um primo, a pé até à localidade de Manique do Intendente e viram à distância talvez por cima da localidade de Vila Nova de São Pedro (39º 12’ 41,17” N 8º 50’ 36,76” O) que fica a 4,388 km dessa quinta, umas nuvens retangulares, mas com os cantos arredondados. Eram três nuvens cinzentas e densas. Por detrás dessas nuvens havia uma claridade branca.
Dentro do retângulo da própria nuvem havia uma pequena janela. Deu a impressão ao Alexandre que o clarão branco que emanava dessa fresta, era o responsável pela luminosidade que existia atrás da nuvem.
Comentário da APO: Pode ser que do outro lado também existisse uma outra fresta que provocava aquela aureola branca na parte oposta, daqueles três retângulos.

Os clarões que emanavam a partir da fresta superior da nuvem piscavam alternadamente. Curioso foi que não era só uma nuvem eram três nuvens agarrados. A fresta da nuvem da esquerda emitia um clarão muito branco, depois era a fresta da nuvem do meio que emitia o clarão branco depois era a fresta da nuvem da direita que emitia o clarão muito branco, parecia as luzes estroboscópicas duma discoteca, depois voltavam a fazer a mesma sequência de acendimento das frestas.

Aquelas nuvens deveriam estar muito baixas, para o Alexandre estariam a 15 cm de altitude, atendendo ao local donde estava a vê-las, quando passou em frente à Quinta da Lapa.

Era um espetáculo lindo, durante 20 minutos o Alexandre Tavares e o primo iam apreciando aquelas três luzes muito potentes e brancas, enquanto caminhavam até quase a Manique do Intendente. Depois quando voltaram cerca das 01 horas já não viram nada no céu ao longe por cima Vila Nova de S. Pedro.



O Alexandre pensa que aquelas nuvens poderiam também estar um pouco mais longe talvez por cima do Cartaxo. O que aumentaria a sua dimensão real. O que mais impressionou Alexandre Tavares e o primo foi que aquelas nuvens contrariamente ao normal, estavam na vertical!
Para o Alexandre aquelas nuvens teriam 12 cm de altura e 60 cm de comprimento, portanto no local teriam de ser enormes. De inicio o Alexandre e o seu primo pensaram que era trovoada, mas para isso era preciso ouvirem-se os trovões, o que não acontecia, havia total silêncio.

Lembramos que a Arrifana está muito perto da Serra de Montejunto, palco de muitos avistamentos de ovnis.

Luís Aparício




Gonçalo Pereira, tem 37 anos, vive na Rua do Outeirinho em Santarém. Estava dentro da sua casa e foi chamado pela sua esposa para ver algo que o surpreendeu. No sábado dia 29 julho de 2017, eram 23,30 horas viu vir de sul para norte mais de 50 luzes que seguiam todas lado a lado, passavam em filas de 3 a 4 luzes. A velocidade que se deslocavam era superior à das avionetas. Essas luzes também tinham uma velocidade superior à dos aviões que circulam a 11.000 metros de altitude reafirma o Gonçalo Pereira.
Essas luzes deveriam ir a uma altitude muito baixa talvez 3.000 metros. Cada luz tinha uma magnitude superior a qualquer estrela conhecida, talvez se aproximando da magnitude da ISS.
A passagem destas luzes decorreu durante cerca de 7 minutos. Esta testemunha afirma que nessa noite não havia nenhum vento. Quando inquirido o Gonçalo Pereira sobre se poderiam ser balões led, o mesmo acha que o comportamento das luzes que seguiam em grupos de 3 a 4 denotava algum tipo de ordem inteligente.
Este acontecimento foi presenciado pela sua esposa e pelo seu filho.
Luís Aparício



João Ramos tem 57 anos e é perito forense vive em Lisboa, mas no sábado 22 de julho 2017, pelas 22,45 horas estava no Cadaval, com a família. A noite estava límpida e para sua supressa viu passar no céu uma bola de luz muita branca.
Era algo diferente daquilo que estava habituado a ver nas suas observações noturnas, não era um balão, nem um avião. Tinha de ser algo invulgar aquela bola de luz deslocava-se a uma velocidade superior à dos aviões comerciais e ia a uma altitude superior às dos aviões comerciais ia mesmo a uma altitude muito elevada.
Estava na varanda e via o todo o céu e pegou nos binóculos do genro e conseguiu ver que a bola emitia uma luz branca muito límpida e pura, dava a impressão que aquela luz tinha a forma esférica, acentua repetidamente que era muito pura a luz.
Quando avistou primeiro a bola de luz, viu que a luz vinha de Montejunto para o mar, ou seja, de leste para oeste, depois fez uma mudança de trajetória e seguiu o caminho de sul para norte. A bola mudou de direção e de velocidade.
Depois apareceu uma segunda bola de luz que aparentemente seguia a primeira. Quando estava a ver o acontecimento viu que passou dois aviões que seguiam a uma rota muito baixa. o que deu para comparar, as bolas estavam a uma altitude muito superior.
Afirma que seria impossível ser um balão visto que voava a uma velocidade muito elevada, e não era também nenhum satélite.
Houve uma separação de dois minutos entre o aparecimento das duas bolas de luz.
Durou mais de um minuto cada uma das observações
A luz emitida era de cor branca muito linda, muito linda, parecia que possuía uma energia própria.
Luís Aparício



Estrela ascendente com cauda multicolorida no Pragal
Jane empresária de moda, com 33 anos, vinha do Almada Fórum no dia 24 janeiro 2017 entre as 23 e as 23,30 horas. Quando contornava a rotunda para ir para a Costa da Caparica vê por cima do Pragal, talvez na vertical do Bairro Branco, uma estrela ascendente (o contrário duma estrela cadente), na cauda dessa estrela tinha várias cores.
No local deveria esse cilindro deveria ter vários quilómetros de comprimento, parecia tubular virado para cima era algo muito grande. O rabo desse cilindro emitia chamas com várias cores como o amarelo alaranjado e o azulado. A cauda da chama que saia do cilindro era enorme talvez 1,5 vezes o tamanho o cilindro.
Parecia que daquele cilindro saia combustível e entrava logo em processo de combustão colorida. Jane diz que só pode ser um ovni, desapareceu no firmamento.
Luís Aparício